Novo

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01/01/26


Um novo ano inicia
É uma nova chance
Um novo começo


Tentar?
Recomeçar?
Perdoar?
Faça a sua escolha.


Abrace mais
Escute mais
Julgue menos


Sorria para o mundo
Cante para a vida
Permita-se ser feliz!!!


Esteja pertinho da sua família.
Encontre seus amigos.
Celebre a vida!!!


Que 2026 traga a paz para os nossos corações!

Às vezes, para enxergar coisas novas a gente só precisa olhar de um jeito novo.

Para iniciar um novo caminho, é preciso desprender os olhos da realidade que nos aprisiona e enxergar além das fronteiras do que conhecemos. A vida não concede novos horizontes àqueles que permanecem imóveis nas trincheiras do medo; é preciso abandonar o lugar onde fomos feridos para descobrir aquilo que ainda podemos ser.


Josiel V. Henrique

A vida segue seu rumo, independente de nossos atos, porem, nossos atos da um novo sentido, ao rumo que ela toma...

A esperança não é a última que morre, é a que sempre nasce de novo.

Viver uma vida inteira produzindo arte é uma jornada de renascimento contínuo. A cada novo dia, temos a capacidade de nos reinventar e descobrir novos caminhos. É através dessa constante renovação que encontramos a verdadeira essência da nossa existência, explorando o potencial infinito que reside dentro de nós. Assim, moldamos nosso destino e abrimos as portas para um futuro repleto de possibilidades e crescimento pessoal.


A arte de ser igual e parecer diferente. De ser o mesmo e ter tantas faces, de me transformar em todos meus sonhos e viver umas vezes uma realidade não tão sonhada. De ser e existir da forma que escolhi e que me sinto bem, mas também de reproduzir as dores e os amores que me afloram a alma.
No meu olhar você vê simplicidade, no meu sorriso um brilho de espontaneidade, mas na minha arte, nessa vc vê toda verdade que posso transportar e a indescritível sensação de trilhar um caminho que faz sentido para a nossa essência. O sabor de cada pequena conquista é doce como mel, e, por mais desafiadoras que sejam as curvas da jornada, cada obstáculo superado traz consigo a certeza de estar no rumo certo. E não há maior motivação do que saber que a fé em Deus e confiança depositada em meu trabalho não foram em vão."






Militão dos Santos


Recife, 15/06/2026

A busca de um novo poder ou a preservação do antigo, faz o criar de uma nova linguagem, um novo ambiente, novos olhares, novos sentimentos, e novas regras... Quem cria regras é sempre o emissor (mídia) que impõe um poder, e quem obedece é o receptor sempre menos criativo, menos comunicativo e menos informado. A melhor forma de ser o mais informado é ser inventivo; criando a informação.

Eu sou a chuva no lago...
A cada gota um novo lago...
A cada lago um novo eu...
A cada eu uma nova chuva tristonha...

"O novo lançamento da série 'Piratas do Caribe' está de volta na versão Pato Donald: o capitão agora busca o ouro negro e um novo quintal. Próximo lançamento: 'O Pirata do Golfo'!

""Ce herrar é umano", em breve, será preciso um novo dicionário e reescrever a gramática."

"O funk domina as ruas da periferia. Suas letras confrontam uma cultura ou anunciam um novo modelo social?"

No sofá da sala, o novo leito improvisado,
observo os dois degraus que levam à cozinha.
O silêncio ocupa o espaço onde antes havia
risadas, calor, paixão e a vida compartilhada.

Lá fora, a chuva cai num ritmo lento e constante;
no alto do armário, o gato espia pela pequena janela.
No espelho do hall, um semblante exausto me encara,
carregando as marcas de um peito dilacerado.

O caos devora por dentro, as feridas sangram no escuro,
e a saudade me pega de jeito no detalhe mais simples:
na lembrança daquele macarrão que só você sabia fazer,
no sabor de um cuidado que não volta mais.

A esperança parece ter sumido no nevoeiro,
e a vontade de desistir rasteja pelo chão.
Mas olho para os olhos atentos que me observam do alto
e encontro o motivo exato para continuar em pé.

Não posso transformar este refúgio em solidão eterna,
nem deixar que esperem em vão pelo prato cheio da manhã.
Por eles, por mim, seguro os pedaços que sobraram,
atravesso a tempestade e escolho, mais uma vez, viver.

⁠Feliz Páscoa

Há sempre um momento
De começo
Um nascer de novo
Renovar a vida
Restabelecer-me
Mesmo desgastado
Renovo meu interior
A cada dia
Onde me sinto enaltecido
Sabendo que vim de algum lado
É sinal que estou vivo
Agora olhar para o passado
Vejo um percurso
Preenchido com apetrechos de amor
Rodeado de amigos consistentes e sólidos
Uma família genial
Que me dá força
Para prosseguir
Onde estamos interligados por Deus
A vida mudou um dia
Para mim
Passei por grandes tribulações
Em outros tempos, por vez ainda passo desafios que agora estou mais forte para suportar
O caminho é feito por vivências estas que nós nos espelhamos e reparamos que já fizemos um caminho, com muita dedicação e esforço, onde atingimos metas e objetivos onde independente das derrotas e vitórias
O que prevalece é a vida e aquilo que plantamos no nosso coração e de cada ser um pouco de paciência e atenção para com os outros é um benefício de mais valia para todos.
Sou grato por ver que estou num caminho de eterna felicidade.
Isto é maravilhoso
Isto é espírito de vida

A FILOSOFIA DE EMANUEL BRUNO ANDRADE


Novo Humanismo — A Arte de Saborear o Viver


A filosofia de Emanuel Bruno Andrade parte de uma pergunta essencial:


O que fazemos com aquilo que vivemos?


O ser humano recebe a vida através da matéria, percebe-a através da sensibilidade, experimenta-a através da existência e procura compreendê-la através da consciência. É neste percurso que nasce o Novo Humanismo.


O Novo Humanismo não procura criar um ser humano perfeito. Procura criar um ser humano mais consciente daquilo que é, daquilo que sente, daquilo que faz e daquilo que transmite aos outros.


I — A Fórmula da Experiência


A primeira expressão filosófica é:


F = (M × S × E) / (N − k)


onde:


M representa a matéria e os elementos concretos da realidade;


S representa a sensibilidade, a perceção e a dimensão estética;


E representa a experiência e o significado vivido;


N representa o nível de consciência, conhecimento e compreensão;


k representa os fatores de resistência, bloqueio, medo, preconceito ou distorção.


Esta fórmula não pretende medir matematicamente o ser humano. É uma metáfora conceptual para pensar a experiência.


A matéria, sozinha, é apenas matéria.


A sensibilidade permite senti-la.


A experiência permite vivê-la.


A consciência permite compreendê-la.


E os bloqueios podem impedir que aquilo que vivemos se transforme em conhecimento.


Assim, a experiência humana não está apenas naquilo que acontece, mas naquilo que conseguimos fazer acontecer dentro de nós depois que acontece.


II — A Fórmula da Comparação


A segunda expressão é:


C = [(M₁ + S₁ + E₁) − (M₂ + S₂ + E₂)] / (N − k)


Esta fórmula introduz o outro.


Já não existe apenas uma experiência. Existem duas realidades que se encontram.


Duas pessoas.


Duas obras.


Duas culturas.


Duas ideias.


Duas experiências.


Comparar, neste sentido, não significa estabelecer imediatamente quem é superior.


Significa descobrir:


o que aproxima, o que diferencia, o que falta, o que acrescenta e aquilo que podemos aprender com cada realidade.


Por isso, no Novo Humanismo:


«Comparar é reconhecer diferenças sem destruir a ligação entre as coisas.»


A verdadeira comparação não diminui o outro.


Amplia a nossa compreensão.


III — A Consciência como ponte


Nas duas fórmulas existe uma variável fundamental:


N — Consciência, conhecimento e compreensão.


É ela que transforma a experiência em aprendizagem.


Sem consciência, podemos repetir indefinidamente os mesmos erros.


Sem conhecimento, podemos confundir opinião com verdade.


Sem compreensão, podemos transformar a diferença em conflito.


A consciência é, portanto, uma ponte entre aquilo que somos e aquilo que podemos tornar-nos.


Quanto mais compreendemos, menos necessidade temos de destruir aquilo que é diferente.


IV — O papel do bloqueio


O elemento k representa aquilo que impede a compreensão.


Pode ser o medo.


Pode ser o preconceito.


Pode ser o ego.


Pode ser a ignorância.


Pode ser a intolerância.


Pode ser a dor não compreendida.


Pode ser também a dependência da aprovação dos outros.


O Novo Humanismo não pretende negar esses obstáculos.


Pretende reconhecê-los.


Porque aquilo que não reconhecemos dentro de nós pode acabar por controlar-nos.


Conhecer o bloqueio é começar a libertar-se dele.


V — A Arte como transformação


Para Emanuel Bruno Andrade, a arte é uma das formas mais profundas de realizar este processo.


O artista recebe o mundo.


Observa.


Sente.


Experimenta.


Transforma.


E devolve ao mundo uma nova realidade.


Uma mancha pode tornar-se linguagem.


Uma cor pode tornar-se emoção.


Uma ferida pode tornar-se obra.


Um erro pode tornar-se descoberta.


Um vazio pode tornar-se espaço.


O artista não copia simplesmente aquilo que vê.


Transforma aquilo que vive.


Por isso, a arte é uma forma de consciência.


E a consciência, quando encontra a criatividade, pode transformar a experiência em significado.


VI — O Joio e o Trigo


A filosofia do Novo Humanismo também procura separar o joio do trigo.


Mas não se trata de separar pessoas.


Trata-se de distinguir aquilo que, dentro da experiência humana, faz crescer daquilo que sufoca o crescimento.


O trigo representa a dignidade, o amor, a liberdade, o conhecimento, a responsabilidade, a criatividade, a partilha e a capacidade de recomeçar.


O joio representa aquilo que destrói a ligação humana: o egoísmo, a manipulação, a intolerância, a violência, a indiferença e tudo aquilo que transforma o outro em objeto.


Mas existe uma dimensão ainda mais profunda:


o joio também pode existir dentro de nós.


Por isso, antes de perguntar quem é o joio, devemos perguntar:


«Que existe em mim que está a impedir o trigo de crescer?»


VII — O ser humano perante a tecnologia


O Novo Humanismo não rejeita a tecnologia.


Também não a coloca acima do ser humano.


A tecnologia deve ser uma extensão da inteligência humana, não uma substituição da dignidade humana.


A inteligência artificial, as ferramentas digitais e as novas tecnologias podem ampliar a capacidade de criar, comunicar, investigar e colaborar.


Mas existe uma pergunta que nenhuma máquina pode responder por nós:


Para que queremos utilizar aquilo que conseguimos criar?


A questão fundamental do progresso não é apenas:


“O que conseguimos fazer?”


É:


“O que devemos fazer?”


VIII — A ética da reciprocidade


O ser humano não existe isoladamente.


Aquilo que fazemos influencia os outros.


Aquilo que os outros fazem influencia-nos.


Por isso, o Novo Humanismo coloca a reciprocidade no centro da vida social.


Receber implica reconhecer.


Conhecer implica partilhar.


Ter implica responsabilidade.


Ser livre implica respeitar a liberdade do outro.


A verdadeira riqueza humana não está apenas naquilo que acumulamos, mas também naquilo que conseguimos partilhar sem perder.


IX — A Arte de Saborear o Viver


Saborear o viver significa estar presente na própria existência.


Não significa ignorar a dor.


Não significa viver sem dificuldades.


Significa aprender a encontrar significado mesmo dentro da imperfeição.


A vida pode ser amarga e doce.


Pode ser perda e encontro.


Pode ser queda e recomeço.


Pode ser silêncio e expressão.


O Novo Humanismo procura transformar essa experiência numa consciência mais profunda:


«Não vivemos apenas para passar pela vida. Vivemos para compreender, criar, amar, partilhar e transformar aquilo que recebemos.»


X — A síntese filosófica


As duas fórmulas podem finalmente encontrar-se num único percurso:


EXPERIÊNCIA → CONSCIÊNCIA → COMPARAÇÃO → COMPREENSÃO → TRANSFORMAÇÃO → PARTILHA


A primeira fórmula pergunta:


«“O que acontece quando matéria, sensibilidade e experiência encontram a consciência?”»


A segunda pergunta:


«“O que podemos compreender quando colocamos duas realidades em relação?”»


E o Novo Humanismo responde:


«“A experiência transforma-se em conhecimento quando a consciência consegue compreender aquilo que vive; e a diferença transforma-se em conhecimento quando conseguimos comparar sem destruir a ligação.”»


Assim nasce a filosofia de Emanuel Bruno Andrade:


«“A matéria dá-nos o mundo, a sensibilidade permite senti-lo, a experiência permite vivê-lo, a consciência permite compreendê-lo, a comparação permite reconhecer o outro e a partilha permite transformar a compreensão individual em humanidade.”»


XI — O princípio fundamental


A filosofia pode ser finalmente condensada numa frase:


«“Viver é experimentar; compreender é tomar consciência; comparar é reconhecer; transformar é criar; partilhar é humanizar.”»


E o propósito maior:


«“A Arte de Saborear o Viver é transformar a experiência em consciência, a diferença em compreensão e a consciência em humanidade.”»


Este é o caminho do Novo Humanismo de Emanuel Bruno Andrade.

ELE DE NOVO




Chegou de novo, estamos de volta!
Ninguém o povo segura!
Que a luz cresça, mais candura!
A vitória está na porta!

⁠⁠Quando um relacionamento amoroso termina o que mais demora em arranjar um novo parceiro é o que estava certo!

Se você me olhar de novo igual ontem, eu juro que vou de malas prontas morar no teu coração.

Ja’ me cansei de escutar
novidades antigas...


Nada de tão novo esiste
nessas humanas cantilenas modernas
onde a pré-histórica
desumanidade hipócrita persiste...
✍©️@MiriamDaCosta

Todo dia, no mínimo,
há um novo escândalo,
um golpe,
uma fraude,
um feminicídio,
um infanticídio,
um homicídio,
uma crueldade,
uma barbárie,
uma injustiça
e tantas outras atrocidades
que já parecem parte do expediente diário...


Assusta perceber que nos “acostumamos” a essa rotina de horrores,
como se o sangue fosse apenas mais um detalhe do noticiário...


E essa capacidade de adaptação,
esse anestesiamento moral,
é, talvez, mais preocupante
do que os próprios crimes
que nos assombram dia após dia...


✍©️@MiriamDaCosta

Antigamente se dizia assim:
“Ano Novo, vida velha.”


Não espere mudanças nem milagres apenas porque o ano é novo, sem lutar para mudar
os próprios hábitos e, assim, favorecer o “milagre” das transformações.


Não há milagre no calendário!
O ano não muda nada e ninguém.


Mudam-se os dias,
mas os vícios permanecem,
os hábitos se repetem,
as desculpas ganham roupa nova.


Quem não enfrenta a si mesmo
atravessa o réveillon
carregando as mesmas correntes.


Transformação não nasce da virada do tempo,
nasce do atrito, da renúncia,
da coragem de romper consigo
todos os dias.


De nada vale pular as famosas
“sete ondas” na virada do ano
se não se dão saltos reais
de mudança no dia a dia.
✍©️@MiriamDaCosta