Nove Noites de Bernardo Carvalho
"As palavras problema e desafio podem ser sinónimos mas não podem ser usadas pelos mesmos tipos de homens, o problema é para os fracos que caíram quando tiveram barreiras, o desafio é para aqueles não têm medo, e que apenas vêm esse desafio como algo que vai abrilhantar ainda mais a sua vitória..."
Chorei e choro
Você pode olhar nos meus olhos
Pode dizer o que quiser
Nada me convence
Da sua maldade
Da nossa realidade
Choro sim
Queria ter vc aqui
Queria ouvir que é mentira
Que você me quis
Me desejou
Me amou
Hoje mais triste do que nunca
Choro o choro calado
De um coração calejado
Em uma dor megulhada
Nessa ilusão sem sabor...
Homens seguros tem atitudes
Homens inseguros são viados cheios de mi mi mi
Ratos ofuscante que te esmorecem...
Existem palavras que curam qualquer dor
Qualquer sofrimento
Qualquer situação em todos os tipos de relacionamentos
É quando a pessoa reconhece o seu erro e diz com sinceridade de coração:
"ME PERDOE"
Eis o segredo...
As vezes falamos coisas que machucam...
mas geralmente é mais uma forma de defesa do que de agressão...
Já cri em pessoas e já cri em seres, hoje estou mais como Tomé...
Primeiro preciso tocar e ver acontecer...
Porque quando cria nem sempre acontecia...
Já acreditei muito nas pessoas e elas mentiram pra mim...
Já coloquei a mão no fogo por promessas e não cumpriram como prometeram...
Já apostei em gente que amei e só me decepcionei...
Hoje não sou amarga nem doce...
Mas também não me jogo de cabeça...
Já foi época que mergulhava em águas rasas...
Hoje só mergulho em pessoas profundas
Naquilo que me dá segurança...
As vezes eu me perco dentro de mim...
tem horas q eu gostaria de dormir como a "Branca de Neve" e que nenhum príncipe me achasse na floresta pra não me acordar e eu poder apenas sonhar...
A ti declamo meu amor…
Quimeras mil em infinitos eus
Me despedaço e parto para longe
Sem seus beijos padeço
Me disperso em versos
Me desfaço e disfarço
Me escondo de mim mesmo
Para não me ver sem ti
Sem ti sou estrada que se finda
Sem ti me perco em devaneios
Se és loucura esse querer-te
Quero tal insanidade vitalícia
Me banhar em mares de abraços
Abraçar estrelas no espaço
Tudo com inquietude de criança
Mãos dadas que entrelaça
Certeza que tens a mim sempre
De olhos fechados
Coração aberto
A ti declamo meu amor.
Eu
Um candeeiro aceso e permanente
Atravesso a madrugada do quarto
Vou até o fim do infinito
Que começa na manhã das coisas que se acabam...
A sociedade hoje em dia banaliza-se a si própria, a sociedade é algo fraco, oprimido, é o ser do planeta terra com a maior capacidade cerebral, mas nunca a vai conseguir usar da melhor maneira. Hoje em dia o ser humano é o maior criminoso do planeta, o mundo sem ele, era fantástico, todos os outros seres estavam muito melhor, e nós fomos quem chegou por ultimo, apenas viemos estragar algo bom, e algo que estava a tomar um bom caminho. Hoje em dia para conseguir a atenção de uma rapariga apenas basta que tenhas um corpo bem definido, e mente não interessa, a primeira coisa olhada em ti é se tens ou não um "bom corpo" bem capaz de a agarrar. Uma minoria não pensa assim, mas é uma minoria tão grande que para despercebida.
É triste ver ao que chegamos, hoje em dia muito mais difícil do que encontrar um grão de areia especifico numa praia é encontrar um Homem sem maldade e com um bom carácter; alguém com os seus ideais bem definidos e com as suas ideias claras. Encontrares alguém que se encaixe em ti na perfeição é algo extremamente improvável, não impossível, mas improvável. Hoje em dia as palavras ganância, a inveja e deslealdade são as rainhas de uma selva em que apenas os fortes sobrevivem. O forte não é aquele que não deixou que o atacassem mas sim aquele que esperou pela primeira investida do seu pior inimigo para se conseguir preparar com as suas melhores armas e ripostar com o rigor necessário para o sobrepor, isto é a inteligência, algo quase apagado do Homem.
O ser humano vai aos poucos aniquilando a sua própria raça, são sei ao certo quantos anos mais irá durar mas como sou novo temo ainda ver grande parte deste suicídio.
Eu nao persigo a beleza. Já sei que o por do Sol é belo. Eu tenho de encontrar a beleza. O por do Sol para palavra. Dentro da palavra , tenho de encontrar a imagem que vai comentar a palavra.
Há uma forma de olhar o objeto,
Uma forma de olhar e conceituar.
E nunca me desligo da possibilidade de atingir o que eu não sei o que é.
Walter Carvalho,
IN Ofício em Cena
Se amar você te trouxesse pra mim
Te amaria até o fim do túnel
Até o infinito
Até chegar nas estrelas
Te amaria com alma e corpo ardente
Te amaria até o fim do espaço
Até o último suspiro
Além do ponto final
