Nova Etapa em nossa Vidas
A Felicidade Entre a Declaração e o Silêncio
Há vidas que se sustentam no brilho da superfície. São existências que proclamam, com voz firme, estar felizes, como se a repetição da palavra fosse capaz de transformar o vazio em plenitude. Mas a felicidade que precisa ser dita é, muitas vezes, apenas máscara: uma narrativa construída para convencer os outros — e a si mesmo — de que há sentido onde, na verdade, há apenas vertigem.
Essa felicidade declarada é feita de festas intermináveis, de aplausos que ecoam por instantes, de conquistas que se dissolvem tão rápido quanto surgem. É uma felicidade que depende do olhar externo, da plateia que valida cada gesto, da confirmação que nunca é suficiente. Quando as luzes se apagam e o silêncio retorna, resta apenas a solidão. A companhia efêmera se desfaz, os vínculos superficiais evaporam, e o afeto é substituído por euforia passageira. A narrativa de que se está só “por opção” é escudo contra a dor de não encontrar alguém que corresponda às exigências de uma lista impossível. O brilho fora compensa o vazio dentro, mas não o elimina.
A felicidade autêntica, ao contrário, não precisa ser proclamada. Ela não se sustenta em discursos, mas em presenças. É discreta, mas sólida. Não nasce da necessidade de ser vista, mas da profundidade dos vínculos, da intimidade preservada, da paz que não depende de testemunhas. É uma felicidade que resiste ao silêncio, que permanece quando não há plateia, que não se desfaz quando o mundo se recolhe.
Declarar-se feliz pode ser, paradoxalmente, sinal de fragilidade. É como repetir uma frase para convencer-se de sua veracidade. A felicidade verdadeira não precisa de palavras: ela se reconhece no olhar sereno, na tranquilidade dos gestos, na ausência de necessidade de afirmação. É uma felicidade que não teme a invisibilidade, porque encontra sua força no íntimo.
Assim, distinguem-se dois modos de viver: o da felicidade declarada, que brilha intensamente, mas se apaga quando a energia externa se esgota; e o da felicidade silenciosa, que não precisa de palco, porque encontra sua plenitude no silêncio. Entre o parecer e o ser, cada um escolhe o caminho que deseja trilhar. Mas é no silêncio, e não na proclamação, que a felicidade revela sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em dizer “sou feliz”, mas em não precisar dizê-lo.
Tatianne Ernesto S.Passaes
Entre o Espetáculo e o Silêncio
Há existências que se erguem sobre o palco. São vidas que se alimentam da visibilidade, que transformam cada gesto em performance e cada instante em proclamação. Cercadas de amigos, festas e aplausos, parecem plenas de movimento e alegria. Mas por trás da música alta e das luzes cintilantes, há um vazio que não se confessa: a solidão.
Nessa vida, as necessidades pessoais tornam-se supremas, superiores a qualquer vínculo — filhos, pais, companheiros. O mundo gira em torno do desejo de ser visto, desejado, celebrado. A festa é refúgio, mas também prisão: companhia efêmera, vínculos superficiais, afeto substituído por euforia. No fim da noite, quando o silêncio retorna, resta apenas a ausência. A afirmação de que se está só “por opção” é narrativa defensiva, sustentada por padrões inalcançáveis de um parceiro ideal. O brilho fora compensa o vazio dentro, e a superioridade proclamada é apenas máscara para a fragilidade interna.
Mas há também outra forma de existir: aquela que se retira do palco e encontra força no silêncio. Essa vida não precisa de plateia, não depende de aplausos, não busca confirmação externa. Cada instante é vivido em sua plenitude, não como espetáculo, mas como presença. A viagem não é conteúdo, é vivência. O encontro não é performance, é intimidade. O cotidiano não é vitrine, é verdade.
Na sociedade da visibilidade, escolher a invisibilidade é um ato de resistência. É afirmar que nem tudo precisa ser mostrado, que há dimensões da vida que só fazem sentido no silêncio. Quem não precisa ser visto é livre: livre das expectativas, dos julgamentos, das comparações. Livre para errar sem plateia, para acertar sem aplausos, para existir sem máscaras.
Assim, temos dois modos de ser:
O da festa interminável, que parece abundância, mas termina em solidão.
O do silêncio autêntico, que parece ausência, mas revela plenitude.
Entre o espetáculo e o silêncio, cada um escolhe o modo como deseja existir. Mas é no silêncio, e não na festa, que a vida encontra sua densidade mais profunda. Pois o verdadeiro sentido não está em ser visto, mas em ser.
Tatianne Ernesto S. Passaes
Nem todo inferno é Fim
Pessoas vazias tentam preencher suas vidas com banalidades e ignorância.
Preciso te dizer a verdade:
a vida te deu um golpe, mas o inferno também transforma,
e o caminho da felicidade está logo ali.
Se eu tivesse mil vidas, em todas elas eu gastaria meu primeiro fôlego tentando te encontrar de novo.
O meu coração não te reconheceu pelo rosto, mas pela memória de todas as outras vidas em que eu já te amei.
Um segredinho
Gosto de ouvir histórias de amor.
Histórias de duas vidas que se reconhecem no caminho e decidem caminhar juntas,
ou de almas que se encontram sem procurar —
apenas porque o tempo, enfim, consentiu.
Estamos vivos, mas a vontade de encontrar alguém que deseje partilhar silêncios,
tristezas, alegrias e até os dias em que nada acontece
parece, a cada amanhecer, mais rara.
Felizes os que se encontraram e vivem a delicadeza da reciprocidade.
Mas felizes, sobretudo, os que têm coragem de estar sós,
sem aceitar presenças vazias,
sem se contentar com o estar por estar.
Porque amor exige conexão, sentimento, química
e — acima de tudo — verdade.
VTS (5/02/2026)
Confidencial
Era confidencial o meu destino até aquela que me visita em todas as vidas ter me achado novamente.
Em outras vidas...
Em outras vidas nos encontramos e nos amamos como nunca antes,
Já fui teu servo no Egito antigo e tu era uma princesa, ali começamos a nossa história de amor com infinitos e gloriosos encontros e desencontros,
Em uma de nossas despedidas construí o Taj Mahal para que o mundo pudesse saber o quanto amei e amarei você por todas as nossas vidas,
Lembra-se, quando você chegou em vida como a grandiosa Marie Curie e entre tantos cálculos e descobertas ainda encontrava tempo para tocar suavemente o seu piano para mim,
Hoje renasci e sinto profundamente que você também, estou a sua espera e a sua procura meu amor para darmos continuidade ao que imagino nunca ter um fim.
Os algoritmos decidem as nossas vidas
A sociedade está cada vez mais polarizada e confrontacional (agressiva) nas redes sociais. Se eu pesquisar sobre 'venda de automóveis´, nos momentos seguintes o algoritmo do facebook encarrega-se de publicitar tudo sobre venda de automóveis.
Se eu pesquisar sobre um candidato politico, nos momento seguintes serei bombardeado com inúmeras opiniões e defesa de posições assumidas por esse candidato e de seus apoiantes. O algoritmo irá escolher o que eu devo ver e irá filtrar todas as posições contrárias às defendidas por esse candidato. o contraditório (mesmo que absurdo) excluídos. Imaginem isto durante semanas, meses ou anos e que resultado esperamos?
Há erros que não se apagam
e vidas que valem primeiro.
Salvar não é absolver,
estender a mão não é negar.
É só decidir, por um instante,
não deixar alguém morrer no lugar.
O caráter se mede aí:
quando o impulso vence o rancor,
quando a ética fala mais alto
que a justiça feita de dor.
Nem todos merecem ajuda,
isso é fácil concluir.
Difícil é escolher humanidade
quando seria simples destruir.
E quem ajuda, mesmo assim,
não sai menor da história.
Sai maior que o próprio ego
e em paz com a própria memória.
Enquanto alguns líderes param e pensam, outros transformam vidas, criam ministérios e ocupam famílias pela fé e obras para o bem de todos.
"Algumas pessoas surgem em nossas vidas como uma benção, a estas faço questão de manter-las. Outras como lição; a estas já faço questão de despedir-me assim que aprendo...na busca de não ter que conviver no mesmo recurso do cansaço de não cometer os mesmos erros."
―By Coelhinha
Escutamos muitas vezes nas nossas vidas "fulana(o) só quer ser a santa,mas já fez isso e aquilo outro"...criatura... em vez de julgar,sinta-se feliz pela mudança daquela pessoa,é tão bom ver as pessoas mudarem para melhor,ver que se elevaram,nós mesmos já vencemos tantas más inclinações,e estamos vivendo melhor hoje com a graça de Deus ,então fiquemos felizes pelos outros também,não queira a prosperidade só para você,eu mesma quando olho para trás eu vejo o quanto mudei para melhor,e também vejo o quanto pessoas do meu convívio e pessoas que me fizeram tão mal,mudarem ,que até parecem que são outras pessoas, não são mais as mesmas,que benção meu Deus,parabéns para nós,a vida é isso,aprender a ser melhor que ontem e melhor que amanhã.
Temos o poder de colorir as nossas vidas e tornar cada dia único, cada dia especial. Temos o dom, a capacidade de apenas com uma palavra, um gesto, uma escolha, mudar o mundo.
Flávia Abib
“” Pessoas entram em nossas vidas por diversas razões
Algumas pela beleza física
Outras pelos encantos da alma
E ainda as que entram e fazem morada, no coração
E essas, só Deus para explicar por que ficam para sempre...””
"Cicatrizes pós-milagre: vidas que parecem perfeitas, mas carregam um peso esmagador."
Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção
Todos que vivem conscientes da Graça de Deus em suas vidas e segundo os princípios do Evangelho do Reino são “gentios” para religião.
Se todas às circunstâncias ruins que se apresentam em nossas vidas tiverem que ser mudadas por Deus, Ele vai ter sempre que mudar o que vivemos. Mas se Deus mudar quem somos, não importará mais as circunstâncias que vivemos.
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