Nova Etapa em nossa Vidas
Relapsos Temporais
Nossa predestinação é a causa,
Conduzindo-nos ao confronto,
Espontaneamente em conflito,
Nossa finalidade, a insurreição.
Ressuscitamos frequentemente,
Nossa espiritualidade corporal.
Ressuscitemo-nos uma vez mais,
Eis que alcançamos a Remissão,
De nossos Relapsos Temporais.
La Paix de Dieu est dans la Croix,
La Paix de Dieu est en Guerre,
La Paix de Dieu est dans la Déchirure.
Nosso compromisso em combater aflições,
Resistir ao leito, expurgar a entulho,
Vagar ao léu em busca de novas guerrilhas,
Pois quando a luta acabar,
Este mundo não será mais nosso domicílio.
Frequentemente ressuscitamos,
Em nossa espiritualidade corporal.
Ressuscitemo-nos uma vez mais,
Desde que alcancemos a Remissão,
Em nossos Relapsos Temporais.
La Paix de Dieu est dans la Croix,
La Paix de Dieu est en Guerre,
La Paix de Dieu est dans la Déchirure.
A Paz de Deus está na Cruz,
A Paz de Deus está na Guerra,
A Paz de Deus está na Lágrima
Nossa, que irriga a terra.
Nossa predestinação é a causa,
Conduzindo-nos ao confronto,
Espontaneamente em conflito,
Nossa finalidade, a insurreição.
Quando Pam vem lá,
Nossa meta palpável,
Pra poder ser alguém,
É humildemente alcançar,
O que nos faz transbordar,
Pro Paraíso e Além.
Novamente em alto e bom plágio, repito,
Nossa firmeza consiste em deslizes.
Abastecido de excessivo sentido assim sendo será,
Até que a eternidade nos imortalize.
Nessa nossa sonhadora inocência,
Ignoramos romantismo, iluminismo e breu,
Escuridões ingênuas, raciocínio infantil,
Absolutismo nosso em santuário teu.
Receba nossa supertônica,
Desapegue-se da bendita erudição.
Na primeira fileira da filarmônica,
Somos o Delírio Absoluto da Multidão.
Receba nossa bioquímica,
Na derradeira fileira da distorção,
Desapegue-se da maldição erudita,
Somos o Delírio Absoluto da Multidão.
Amoras e Armaduras
Do traste ao contraste,
A presilha prevalece,
No banjo que preenche,
Nossa praxe fortalece.
Seduzimo-nos, afrontamos,
Enroscamo-nos, governamos.
O que nos distancia,
É o mesmo que nos une,
Brindamos blindados,
Na companhia do ciúme.
Adivinhando a sobremesa,
De discussão e amargor,
Entre as beiras da mesa,
Somente a linha do equador.
Um panorama,
Tantas possibilidades
Um soneto que declama
Inquietação, serenidade.
Aceito e recebo
A reunião das loucuras,
Estreito a extensão,
Acolho Amoras e Armaduras.
Azedas e puras,
Quase maduras,
Estão nuas e cruas,
Amoras e Armaduras.
Mortalhas retorcem moinhos,
Calando nossa ronquidão,
Malhas sufocam os espinhos,
Mantas da inexpressão.
Minamos a possibilidade de evolução em nós mesmos. Nossa capacidade não deve ser mensurável, mas é.
Brindamos o despotismo sem nos dar conta, ao passo que bradamos nossa individualidade parcialmente residual. Viva o altruísmo pessoal !
E agora jazem em companhia de outras covas.
Provas de nossa ingratidão,
Infidelidade, desprezo e desespero,
Associados a insatisfação.
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