Nosso Amor So Aumenta
So seu desequilíbrio eu vejo a realidade da ignorância... se expõe a virtude a tristeza não é clara...
Alegoria da caverna digital .
So tem um celular e notebook
Mesa cadeira e sofá.
O resto vem por entrega rápida.
Alienação visual e intelectual é uma penxincha tudo grátis ainda tem Internet de graça...
A fogueira agora é um aquecedor elétrico ou a carvão da mata nativa...
Fast-food se da existência o boi social...
Sendo digno ate farmácia tem entrega rápida pois boi não desceu bem...
Ma digestão pois a carne apodrece no estômago por tres dias antes de poluir os rios degradados com dejetos do homem-ego primo do homem gafanhoto.
Usar preto roupas do estilo que monda sua consciência de pensar fora da caixa de pandora.
Somos vistos, julgados e rotulados, embora ser o que somos ainda somos mesmo conteúdo.
Crescer e evoluir dentro da própria subcultura como gótica não ser rotulado ou seguir uma seita,
Seguir num estilo visual e musical...
Embora sofrer com descriminação e o racismo, o preconceito de ser criticado por não igual.
Ser de outra religião pagãos ou seguir próprio nariz não quer dizer pertence ao seu mundo de ser.
Vivemos história verdadeira caçada se é pensador poeta sera taxado pela bruxaria que carrega, então sou bruxa bruxo mago o que for incrédulo ate que ciência prove ao contrário, pois sem debate sem criticar e compreender o sistema o somos criaturas da natureza sem alma apenas devastação do meio ambiente , depois comemorar com churrasco e futebol, self-service a IA agradece a preferência, volte sempre suas notificações serão entregues.
So tão so o dinheiro sera a verdade...
Do pó ao pó so dinheiro te salvará
Amém políticos
Nos paraíso fiscais não será vendido por suas posses.
Um ou duas mansões o filme so primeiro da trilogia...
Seremos fiéis pois ossos ja foram comprados.... amém
Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.
Em toda imensidão não cabe eu e minha imersão na imensidão so comparável ao sentido por você.
Dentro da imensidão só apenas a poeira cósmica soprada pelos ventos solares para os quais senti parte da imensidão passando por meus olhos.
Uma nuvem de poeira cosmica.
A mesma que deu origem a vida,
No silencio respiro parte da mesma imensidão vejo o tempo se efêmero diante o complexo na vida poeira um dia foi rocha no outro momento parte de um planeta algo parte do universo.
Num enigmático dia abri olhos vi que era um terraquio como pode ser...?
Pois me pergunto meus olhos queimarem nos raios do sol vejo cada segundo como único.
Respirar e respirar sentir coração bater sangue correr pelas veios.
Me sinto no macro cosmo olhando imensidão de ser parte de um sonho na imensidão da humanidade.
Ouvir carros passar a música ao fundo ouvi o mundo seu movimento compreendo que sentir é maravilhoso e monumental.
Aquilo que Só Você Tem
A girafa tem o pescoço longo. A cobra não tem pernas. O polvo carrega oito tentáculos. Aos nossos olhos, são características peculiares; para a natureza, são respostas. Cada espécie encontrou, ao longo do tempo, uma maneira própria de permanecer no mundo. Aquilo que a distingue também participa daquilo que a mantém viva.
Talvez conosco não seja tão diferente.
Passamos boa parte da vida tentando descobrir o que nos falta. Olhamos para o outro e desejamos sua inteligência, sua coragem, sua beleza, sua facilidade de falar, de amar, de vencer. Somos excelentes observadores das qualidades alheias e, muitas vezes, estrangeiros dentro de nós mesmos.
Mas existe uma pergunta mais importante do que “o que me falta?”: o que existe em mim que não poderia existir exatamente da mesma maneira em outra pessoa?
Talvez seu atributo único não seja uma habilidade extraordinária. Talvez seja sua maneira de resistir. A capacidade de continuar quando tudo dentro de você pede descanso. Talvez seja a sensibilidade de perceber aquilo que os outros não percebem, a coragem de fazer perguntas que ninguém quer fazer, a maneira de transformar sofrimento em aprendizado, saudade em palavras, quedas em consciência.
Nem sempre aquilo que nos torna únicos é aquilo de que mais gostamos em nós. Às vezes, passamos anos tentando esconder justamente a característica que a vida pretende usar para nos fortalecer. A girafa poderia lamentar o peso do próprio pescoço sem compreender que é ele que lhe permite alcançar onde outros não chegam. A cobra poderia considerar a ausência de pernas uma deficiência, sem perceber que aprendeu a atravessar o mundo de outra maneira. O polvo não pergunta por que possui oito tentáculos; simplesmente transforma sua peculiaridade em possibilidade.
Nós, porém, fazemos diferente. Comparamos.
E talvez seja aí que começamos a perder nossa singularidade: quando tentamos sobreviver com os atributos dos outros.
A vida não exige que sejamos cópias bem-sucedidas. Ela nos desafia a descobrir para que serve aquilo que recebemos. Até nossas cicatrizes podem carregar uma função. Elas não são apenas lembranças do que nos feriu; também são provas das partes de nós que aprenderam a cicatrizar.
Por isso, talvez a pergunta não seja apenas “qual é o seu atributo único?”
Talvez devamos ir mais fundo:
Você já descobriu aquilo que existe somente em você, ou ainda está ocupado demais desejando aquilo que existe nos outros?
Porque, na natureza, sobreviver nunca significou ser igual.
Significou aprender a transformar a própria diferença em força.
O farol da liberdade está queimado! E projeta sombras sobre o mundo! Ele só ilumina o caminho perigoso dos ideais americanos!
Só hipocrisia! Em dia de jogo da seleção, tudo é fantasia! A Venezuela está num terror profundo, mas o que vale é a Copa do Mundo!
A comprovação da manipulação bem sucedida se dá quando você acredita que está certo só porque "pensa" como a maioria.
Só se ganha uma guerra sem precisar lutar quando consegue perdoar alguém que nem sequer te pediu desculpas.
Os que só se preocupam com quem dormir, se privam da graça de descobrirem com quem valha a pena acordar.
Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.
No mundinho onde tudo se polariza, só há pódio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.
No submundo da polarização, só sobem ao pódio duas imprensas: as que retroalimentam nossos vieses e as que ostentam a própria parcialidade.
