Nosso Amor So Aumenta
a gente sabe quando nosso sentimento e dor não importa ao outro!
Mas noque a gente sente é tão importante que a gente insiste em oferecer...
Não se culpe se você também se demorou a partir e passou anos a insistir!
Dizem que o universo conspira ao nosso favor então tem muita gente desamparada, embora muita gente optou trilhar caminhos obscuros o universo não está reagindo as impurezas atuais.
A bondade está em nosso DNA. Ser bom com o próximo é gratificante aos olhos do Criador. No entanto, ser uma pessoa boa para o ingrato não é bênção, porém, ser uma bênção para a pessoa errada é ser bom demais.
Quando somos verdadeiros com as pessoas que estão ao nosso redor, drasticamente a qualidade de vida torna-se gratificante por sermos pessoas boas positivas.
O tempo estagnou na esperança do nosso encontro, linda mulher.
Sigo na tua procura, guiado pelo desejo de viver contigo o amor que o destino nos reserva.
Viver faz parte do nosso DNA, no entanto viver sugando do próximo igual parasita sanguessuga não faz parte do nosso DNA, isto tem nome canalha ordinário.
Desistir da vida por não escrever uma nova página não está em nosso DNA, lembra que novos capítulos serão escritos e publicados e todos vão conhecer a tua nobreza.
O importante não é ser importante, o importante é quando nos importamos com a dor do nosso semelhante a ponto de sermos iguais.
O bom momento na vida vivida são as ações oportunidades que compartilhamos com quem está ao nosso lado.
A surpresa não atropela quem fica no retardatário, embora parece esquecido o universo está a nosso favor.
"É muito bom ter Jesus Cristo como amigo. Abrir o nosso coração para Ele é a melhor psicoterapia do mundo".
Não adianta a gente ter a pessoa mais linda com o corpo mais perfeito ao nosso lado, se o coração dessa, para a gente não estiver voltado...
Ademir.l.oadeluz
As estrelas não vão aparecer hoje, mas continuemos com o nosso serão Cristão: Soaram cânticos depois do terço, uma voz afinada solfejava, dó(la), ré(la), mi(la), fá(la), só(la), lá(la), si(la), dó(la), era o meu imortal pai, que Deus o tenha. Um relâmpago seguido de um trovão pôs em pânico os alegres e acérrimos cristãos que ocupavam a assumpta capelinha quente com o astral elevadíssimo. Apagaram-se os candeeiros, a escuridão como uma abóbada envolveu-nos, aos apalpões fomos todos obedecendo a ordem de uma voz que vinha da garganta sôfrega do meu pai, vamos sair um por um, 1º os da primeira fila, depois os a seguir até chegar a minha vez, dizia ele. A capelinha de bancos corridos era pequena como um enxame espantado por uma pedra lançada por um menino insurrecto, inundou o seu pátio de homens e mulheres que se chocavam uns contra os outros com o grau de entropia superior ao esperado num sistema termodinâmico. Neste instante relampejou de novo e a trovoada ensurdeceu os presentes que aos gritos aproveitaram-se da luz celestial que por aí passou (relâmpago), sem deixar vítimas, para encontrar caminhos para as casas. A confusão vivida durante a noite não entristeceu os aldeões, todos alegres como de costume apareceram nas orações da manhã antes de partirem para as suas actividades diárias e esqueceram-se da noite turbulenta vivida. Mas o inspector geral e o presidente do grupo da legião de Maria convocaram os catequistas da aldeia e os anciãos...
Está está a chegar o nosso inverno, inverno sem neve, mas com nevoeiro que o incolor ar fica branco e tira-nos a visão, o nosso inverno dâ-nos noites brancas sem luar, sem céu com as suas estrelas cintilantes, o nevoeiro é tão nevoeiro que a natureza desaparece no seu branco, os animais do inóspito lugar assustados chocam com as árvores, o chofer põe ao máximo os faróis mas em absoluto apenas o branco de nevoeiro, na minha concupiscência experimentei a minha lanterna de 12 pilhas para mostrar o arco-íris à minha namorada, mas, a velós luz não conseguiu transpor o branco da névoa densa. Ora ora, não é que o som da buzina ás cambalhotas chegou aos nossos ouvidos, rompeu o disruptivo nevoeiro para evitar que o acidente acontecesse e aí começou a conversa das buzinas até o nevoeiro ceder para o orvalho.
O nosso inverno despe o manto, o frio triste se despede, ja não mais queimará as flores viçosas, passa o tempo a dar as mãos ao sol que brilha, os olhos avolumam as pupilas e os mórbidos corações na prevenção de emoções maravilham-se do encanto fatal... A chuva cai, os relâmpagos anunciam as brutais trovoadas que ensurdecem, as montanhas e vales ganham novas cores com o verde de esperança a predominar, a chuva a cair as vezes torrencialmente a formar inundações que castigam a gente, as vezes cai chuva de granizo, os rios ficam volumosos e o nível do mar continua igual para a alegria dos peixes, as amostras de peixes da água doce são arrastados para o mar e não se adaptam ao sabor do mar, é a natureza que fala com o uivar dos lobos, com o rugir dos leões e o chilrear dos pássaros; A natureza acontece com o nascer de uma criança, com o saltitar manhoso de um gato e com uma árvore que desabrocha, e tudo a transformar-se na poesia que seduz os corações, declamada, o homem protege-se, protege a natureza na sublime arte de viver.
Sabe, as vezes nos fechamos em nosso mundo e não enxergamos os valores de quem está ao nosso lado. Porém, penso que já passou da hora de sairmos da nossa zona de conforto e confrontarmos a realidade do dia a dia de muitas pessoas que nos rodeiam...
Penso; como meu mundo era pequeno, como eu era egoísta, como me perdoar? Fazendo o melhor que eu posso !!
