Nosso Amor So Aumenta

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⁠Apesar das Agruras que oportunizou o Nosso Encontro,
foi muito bom
prosear com você.


Há encontros que não nascem da alegria, mas da necessidade.


A vida, por vezes, nos apresenta uns aos outros justamente quando o chão parece menos firme, quando as certezas vacilam e as circunstâncias nos obrigam a dividir silêncios, esperanças e até inquietações.


É muito curioso perceber que as dificuldades, embora nunca sejam bem-vindas, também carregam a estranha mania de poder aproximar pessoas que talvez jamais cruzassem nossos caminhos.


E, quando isso acontece, descobrimos que uma boa conversa pode aliviar pesos que nem imaginávamos estar carregando.


Prosear é muito mais do que trocar palavras…


É repartir experiências, acolher perspectivas, reconhecer no outro até um pouco de nós mesmos.


Uma conversa sincera não resolve todos os problemas, mas quase sempre nos devolve algo precioso: a sensação de que não caminhamos sozinhos.


Que as agruras sejam passageiras.


Que os aprendizados permaneçam.


E que, quando a tempestade passar, fique a lembrança de que, mesmo em tempos difíceis, a vida ainda é capaz de nos presentear com encontros maravilhosos e conversas que aquecem até a nossa alma.


Gratidão pela boa prosa!?!


Que ela seja uma daquelas lembranças que sobrevivem às dificuldades e continuam fazendo sentido muito depois de elas terem ido embora.


Apesar das Agruras da vida, amei estar com você!

Às vezes somos fechados no nosso próprio mundo.

Mas Deus nos apresenta pessoas incríveis que nos fazem querer viver o mundo delas com elas.

Anjos de Deus!

A ÉPOCA DA RAZÃO PROVOCADA
A FÉ RACIOCINADA DIANTE DO NOSSO TEMPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Fé raciocinada somente é aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade.” Esta afirmação, situada no coração da filosofia kardequiana, exige que perguntemos a nós mesmos: em que época estamos? Que espécie de tempo histórico interpela o pensamento e convoca a fé a este exame rigoroso?


Estamos em uma época marcada pela abundância de informações e pela escassez de reflexão profunda. Jamais houve tantos textos, tantos documentos, tantas vozes, tantas análises. No entanto, raras vezes a humanidade se mostrou tão dispersa, tão imediatista e tão inclinada a formar julgamentos sem o devido estudo. Por isso, a frase de Kardec não é apenas uma advertência, mas um critério de maturidade espiritual.


Em que época estamos?
Estamos na época em que o pensamento crítico tornou se uma necessidade vital. A razão é diariamente pressionada por conclusões rápidas, interpretações impulsivas e opiniões que substituem investigações. A fé raciocinada, para existir neste cenário, precisa demonstrar coragem intelectual e serenidade moral. Ela deve erguer se acima da agitação mental, examinando cada ideia com calma e lucidez.


Em que época estamos?
Estamos na época em que muitos confundem tradição com estagnação. Mas Kardec, ao afirmar que a fé deve encarar a razão em todas as épocas, reconhece que cada período histórico traz novas questões, novos desafios e novas exigências. O século vinte e um não é exceção. Pelo contrário, é talvez o século em que esta frase ressoa com mais força, porque a razão foi convertida em arena de pressões constantes.


Em que época estamos?
Estamos na época em que a responsabilidade intelectual se tornou prova de caráter. Avaliar, estudar, fundamentar, compreender antes de opinar tornou se ato de resistência moral. A fé raciocinada não floresce na pressa, mas na ponderação. Não vive do eco das massas, mas da coerência íntima entre razão e sentimento.


Por isso, enfatizar a frase kardequiana neste contexto significa reconhecer que a fé raciocinada permanece como exigência permanente. Ela não é conceito do passado, mas compromisso do presente. Encarar a razão face a face significa encarar nosso próprio tempo, suas fragilidades, seus excessos e suas urgências.

O SILÊNCIO DO NOSSO ADEUS
Há despedidas que não se pronunciam. Elas não se fazem em voz alta, nem se escrevem com gestos dramáticos. Instalam-se na alma como um inverno interior, lento e definitivo.
O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo.
Há algo de antigo e solene em certas separações. Como nos ritos arcaicos em que o fogo se apaga sem espetáculo, apenas com a dignidade de quem cumpriu sua função. O amor, quando verdadeiro, não se degrada em escândalo. Ele recolhe-se.
O mais doloroso não é partir. É permanecer por instantes no limiar, sentindo que o que foi intenso agora se converte em memória. E a memória não abraça. Ela apenas ecoa.
Nosso adeus foi assim. Um entendimento tácito. Um acordo silencioso entre duas consciências que se respeitam. Não houve acusações, nem dramatizações, apenas a gravidade de quem reconhece o fim de um ciclo.
O silêncio, nesses casos, não é fraqueza. É maturidade. É a forma mais elevada de respeito. Porque quando se ama de modo honrado, até a despedida preserva a dignidade do que existiu.
E assim seguimos. Não como estranhos, mas como capítulos encerrados com sobriedade. Pois há histórias que não terminam em ruínas, terminam em silêncio. E esse silêncio, embora doa, é a prova de que um dia houve verdade.

“Amizade é quando alguém cuida do nosso coração como quem rega uma pequena flor.”

Vigiai e orai.
" Sempre chegam ao nosso subconsciente,informações com teores baseados em nossas interpretações emocionais;ali se permanecerem causarão extenuantes raízes do bem ou do mal que exercemos, se caso o bem, eternizam-se estados de pura felicidade grande remédio salutar psicossomático;se o mal,sólidas tristezas que adoecem as estruturas psicológicas de onde levaremos longo tempo para as extirpamos. "
Irmã Zoé.

"A dor é a única visitante que não bate à porta. Ela simplesmente senta-se ao nosso lado e aguarda que percebamos sua presença."

"O triunfo da renúncia floresce nas lágrimas abençoadas que o nosso esforço transforma em esperança."

" A emoção é a linguagem que o nosso corpo usa para traduzir o que a alma está vivendo. Ela é o filtro invisível que dá cor, peso e sentido à nossa realidade. "

"Alguns amores não permanecem ao nosso lado, mas permanecem para sempre dentro de nós, convertendo a própria saudade em uma forma superior de beleza."

O obstáculo que vemos no nosso caminho, somos nós mesmos.

Que a nossa força seja maior que o nosso desânimo.

Necessitamos tanto da meditação como necessitamos da nossa própria respiração. É como se, ao nosso lado, uma cortina separasse os pontos negativos dos positivos e, nessa hora, nada mais existisse.

O tempo é o nosso Mestre. Ele nos ensina a verdadeira essência da vida. Nos ensina que a paciência é uma das virtudes que deve ser cultivada ao longo da nossa caminhada. Manter-se firme e paciente em relação aos nossos propósitos sem receio de fraquejar, é um dos pontos principais para o nosso sucesso. Cultive a paciência, ela é a nossa arma para vencer os obstáculos e chegar ao nosso objetivo.

Não adianta corrermos atrás; muitas vezes o que tanto procuramos está do nosso lado.

Vivemos em busca da tal felicidade e ela apenas observa o nosso próximo passo. Onde ela está, o invisível consegue ver o que não é visível.

O vento, é o despertar para vida. Seu canto toca em nosso ombro como mãos, acordando-nos do sono profundo em que nos encontramos.

Sejamos bons de coração. Nem tudo o que acontece, é para o nosso mal. O que vem até nós, tem um propósito, uma razão e um porquê. Sejamos compassíveis com a vida. Ela apenas nos dá aquilo que podemos suportar. O insuportável, somos nós quem determinamos o seu grau de importância.

Sejamos bons de coração. Façamos apenas o bem. Nada na vida virá ao nosso encontro se não nos propormos a fazer o que está determinado pelas Leis universais.

Somos imbatíveis quando a saudade de quem gostamos reflete como um espelho no nosso coração.