Nosso Amor So Aumenta
Que o nosso coração não seja um lugar onde a vingança reina, mas onde a graça governa. Porque quem realmente conhece Cristo não usa a cruz para ferir pessoas; usa a cruz como caminho de perdão, transformação e reconciliação.
A Bíblia continue sendo o nosso espelho, antes de ser o nosso argumento. Porque quando Cristo está no centro, a verdade confronta, mas também restaura; corrige, mas também cura.
O Senhor recolhe o nosso choro e o transforma em chuva mansa de bênçãos, florescendo a terra que parecia seca.
Nosso Norte
O primeiro movimento rumo ao desenvolvimentopessoal é compreender
a si mesmo.
Navegar por seus rios,
explorar os oceanos,
ser impactado pelas ondas,
descobrir o sol,
sentir as gotas da chuva
e permitir que a carne seja ferida
pelos espinhos das despedidas.
Depois do primeiro movimento, o percurso é irreversível; entretanto, a cada passo, uma dose de coragem se une à jornada deste ir.
Caminhemos rumo a nós mesmos...
-Eu estava com saudade de mim!
Marcelo H
Bom dia! Que nosso dia seja protegido de tudo aquilo que não enxergamos, mas que sentimos como energias densas. Amém!
Deus coloca pessoas no nosso caminho
que nos direcionam até mais
que nossos próprios parentes.
Não foi coincidência.
Foi cuidado de Deus.
Sem a vida delas,
muitos de nós estaríamos sem rumo.
Honre quem te guiou.
"Deus não pode ser um 'objeto' do nosso conhecimento. Ele é o Sujeito que nos conhece. Tentar 'conter' Deus em definições seria como tentar colocar todo o oceano dentro de um copo de água. A 'face' divina é vasta demais para a nossa retina espiritual."
A água, que constitui a principal parcela de nossa composição corporal, sai do nosso corpo por meio de processos como a transpiração. Os nossos sofisticados genes podem sofrer processos de mutação. Os nutrientes presentes nos alimentos que ingerimos são digeridos e posteriormente expelidos do nosso corpo. Parece que tudo está fadado a mudar de lugar.
Para cada coisa que cruza nosso caminho, podemos colorir essa imagem com nossas próprias cores e tonalidades, de acordo com o sabor de nossas sensações perante o que aquela coisa produz em nosso íntimo. Ou seja, tudo que recebemos é individualizado dentro de nossa caixa mental.
Nosso maior diferencial surgiu quando nos juntamos em grupos para poder usufruir dos benefícios dessa união. Nenhuma outra espécie apresenta um talento tão primoroso para estabelecer relações de cooperação.
Apesar das Agruras que oportunizou o Nosso Encontro,
foi muito bom
prosear com você.
Há encontros que não nascem da alegria, mas da necessidade.
A vida, por vezes, nos apresenta uns aos outros justamente quando o chão parece menos firme, quando as certezas vacilam e as circunstâncias nos obrigam a dividir silêncios, esperanças e até inquietações.
É muito curioso perceber que as dificuldades, embora nunca sejam bem-vindas, também carregam a estranha mania de poder aproximar pessoas que talvez jamais cruzassem nossos caminhos.
E, quando isso acontece, descobrimos que uma boa conversa pode aliviar pesos que nem imaginávamos estar carregando.
Prosear é muito mais do que trocar palavras…
É repartir experiências, acolher perspectivas, reconhecer no outro até um pouco de nós mesmos.
Uma conversa sincera não resolve todos os problemas, mas quase sempre nos devolve algo precioso: a sensação de que não caminhamos sozinhos.
Que as agruras sejam passageiras.
Que os aprendizados permaneçam.
E que, quando a tempestade passar, fique a lembrança de que, mesmo em tempos difíceis, a vida ainda é capaz de nos presentear com encontros maravilhosos e conversas que aquecem até a nossa alma.
Gratidão pela boa prosa!?!
Que ela seja uma daquelas lembranças que sobrevivem às dificuldades e continuam fazendo sentido muito depois de elas terem ido embora.
Apesar das Agruras da vida, amei estar com você!
Se soubéssemos ao menos admirar a disciplina dos japoneses como eles admiram o nosso futebol, talvez a nossa primeira derrota não fosse tão vergonhosa.
Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!
Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.
Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.
Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.
Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.
Lugar pequeno, porém disponível.
Pobre de si, rico de entregas.
E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.
Feliz e abençoado Natal!
Todos os testemunhos importam, mas nenhum é tão eloquente quanto viver segundo a vontade do nosso Pai Amado.
Pois, cada história carrega marcas de superação, aprendizados e cicatrizes que se transformaram em lições.
Há beleza nas palavras que relatam milagres, nas lágrimas que narram livramentos e nas vozes que proclamam gratidão.
Testemunhar é compartilhar a jornada da fé, é permitir que outros encontrem esperança nos caminhos que já atravessamos.
Ainda assim, há uma forma de testemunho que dispensa discursos longos e não depende de plateias atentas.
Viver segundo a vontade do nosso Pai Amado é o testemunho que fala no silêncio das atitudes, na coerência entre o que se crê e o que se pratica.
É quando a fé deixa de ser apenas palavra e passa a ser postura; quando a oração ultrapassa os lábios e encontra morada nas escolhas diárias.
Quem busca viver assim transforma pequenos gestos em pregações vivas, espalha cuidados sem alardes e oferece amor sem cobrar reconhecimento.
Porque o testemunho mais eloquente não é aquele que emociona por alguns instantes, mas o que inspira pelo exemplo constante.
É a vida que, mesmo diante das tempestades, insiste em confiar; que, mesmo ferida, escolhe perdoar; que, mesmo cansada, continua servindo.
No fim, talvez as pessoas esqueçam o que ouviram dizer sobre Deus, mas dificilmente esquecerão o que enxergaram de Deus em nossas Ações e Reações.
Com tantas Guerras descaradamente ignoradas no “nosso” país, não deveria nos sobrar tanto tempo nem disposição
para palpitarmos nas guerras dos outros.
Quem vê a assustadora parte de um povo escolhendo lado em outras guerras, pode até acreditar que não temos tantos conflitos internos para lutar.
Mas temos.
E não são poucos.
São guerras sem sirenes internacionais, sem transmissões ao vivo em alta definição, sem mapas coloridos nos telejornais.
São guerras silenciosas, travadas nas periferias esquecidas, nas filas dos hospitais, nas salas de aula sucateadas, nos lares onde a dignidade perdeu território para a sobrevivência.
Há uma guerra diária contra a desigualdade que normalizamos.
Uma guerra contra a corrupção que denunciamos em ano eleitoral e relativizamos no resto do tempo.
É guerra contra a ignorância cultivada, contra a desinformação compartilhada com convicção e preguiça de checar.
Contra o desalento que transforma cidadãos em espectadores.
Ainda assim, muitos preferem empunhar bandeiras internacionais com a mesma facilidade com que ignoram as trincheiras da própria rua.
Opinar sobre conflitos distantes exige apenas conexão à internet.
Enfrentar os conflitos internos exige caráter, constância e compromisso — três virtudes que não rendem tantos aplausos nas redes.
Não se trata de indiferença ao sofrimento alheio.
Solidariedade é uma grande virtude.
O problema é quando a comoção seletiva vira espetáculo e a indignação terceirizada serve apenas para aliviar a consciência enquanto as mazelas domésticas seguem intactas.
É curioso: somos rápidos para apontar injustiças além-mar, mas lentos para reconhecer que também somos parte — ativa ou omissa — das injustiças daqui.
Escolher um lado em guerras estrangeiras pode até dar a sensação de lucidez moral.
Mas escolher enfrentar as próprias contradições exige maturidade cívica.
Talvez o que nos falte não seja opinião, mas prioridade.
Não seja engajamento digital, mas responsabilidade real.
Porque enquanto gastamos energia demais disputando narrativas globais, há batalhas locais esperando por gente disposta a lutar menos com o teclado e mais com atitudes.
E, no fim, a pergunta que fica é bastante desconfortável: estamos escolhendo lados por consciência… ou por conveniência?
Talvez o nosso único Defeito Perdoável para o outro seja o Silêncio que fazemos para Poupá-lo.
Mas há algo de muito grave nessa empatia espinhosa: sacrificar a nossa Paz para poupar o próximo pode ser nosso Maior defeito.
Pois, há silêncios que parecem generosos…
Eles vestem a roupa da empatia, caminham com passos cuidadosos e nos convencem de que calar é uma forma de proteger — proteger o outro de uma verdade dura, de uma crítica necessária, de uma ferida que nossas palavras poderiam abrir.
Mas existe uma espinha escondida nessa delicadeza.
Quando o silêncio deixa de ser escolha e passa a ser renúncia, ele começa a cobrar um preço alto demais.
Porque, enquanto poupamos o outro de um incômodo passageiro, vamos acumulando em nós aquilo que nunca teve o direito de existir.
E o que não encontra voz quase sempre encontra peso.
A empatia, quando exagera na dose, pode se transformar numa espécie de sacrifício íntimo: abrimos mão da nossa paz para preservar a tranquilidade alheia.
E, nesse gesto que parece tão nobre, às vezes cometemos uma injustiça silenciosa — contra nós mesmos.
Poupar o outro jamais deveria custar a nossa serenidade.
Porque há verdades que não ferem por serem ditas, mas por serem enterradas.
E há relações que não se fortalecem com silêncios, mas com a coragem delicada de dizer aquilo que precisa existir entre duas consciências que se respeitam.
Talvez, no fim das contas, o silêncio só seja realmente um Defeito Perdoável quando não se transforma no lugar onde abandonamos a nossa própria paz.
Em tempos tão conflitantes, talvez não haja motivação mais eloquente para regular o nosso tom que o cuidado com o outro.
Porque é justamente enquanto o mundo insiste em gritar, que a forma como escolhemos falar revela quem de fato somos.
Não é tão difícil elevar a voz quando se acha que está convicto, tampouco é raro confundir firmeza com agressividade.
O verdadeiro desafio, porém, reside em sustentar a clareza sem abrir mão da humanidade — em defender ideias sem ferir desnecessariamente quem as escuta.
Até porque quem acha que precisa subir o Tom para sustentar uma ideia, muito raramente tem ideia para sustentar.
Há uma tentação constante em tempos de tensão: a de transformar divergência em inimizade, discordância em afronta pessoal.
Nesse cenário, o tom deixa de ser ponte e passa a ser a pior das armas.
E quando a palavra vira projétil, o diálogo se torna campo de batalha — onde ninguém aprende, ninguém cede, e todos saem, de alguma forma, muito menores.
Regular o tom não é sinal de fraqueza, mas de consciência.
É compreender que, por trás de cada opinião, existe uma história; por trás de cada reação, uma experiência que nem sempre vemos.
O cuidado com o outro não exige concordância, mas exige responsabilidade — especialmente com aquilo que escolhemos amplificar.
Talvez a verdadeira eloquência não esteja em convencer, mas em preservar.
Preservar a possibilidade de conversa, a dignidade do outro e, sobretudo, a integridade de quem fala.
Porque, no fim, não é apenas o que dizemos que nos define, mas a maneira como escolhemos dizer — principalmente quando tudo ao redor nos empurra para o contrário.
Oraçao do dia
Pai nosso, que estás nas flores, no canto dos pássaros, no coração a pulsar; que estás na compaixão, na caridade, na paciência e no gesto de perdão.
Pai nosso, que estás em mim, que estás naquele que eu amo, naquele que me fere, naquele que busca a verdade.
Santificado seja o Teu nome por tudo o que é belo, bom, justo e gracioso.
Venha a nós o Teu reino de paz e justiça, fé e caridade, luz e amor.
Seja feita a Tua vontade, ainda que minhas rogativas prezem mais o meu orgulho do que as minhas reais necessidades.
Perdoa as minhas ofensas, os meus erros, as minhas faltas. Perdoa quando se torna frio meu coração;
Perdoa-me, assim como eu possa perdoar àqueles que me ofenderem, mesmo quando meu coração esteja ferido.
Não me deixes cair nas tentações dos erros, vícios e egoísmo.
E livra-me de todo o mal, de toda violência, de todo infortúnio, de toda enfermidade. Livra-me de toda dor, de toda mágoa e de toda desilusão.
Mas, ainda assim, quando tais dificuldades se fizerem necessárias, que eu tenha força e coragem de dizer: Obrigado, Pai, por mais esta lição!!!
Que assim seja!!!
Muitas bênçãos e vitórias pra nossa vida!!!
Amém...
(Saul Beleza)
