Nosso Amor So Aumenta
Ser amado sem ser conhecido é mero artifício. Ser conhecido sem ser amado é o nosso pior pesadelo. Mas Jesus faz o impossível: Ele nos conhece até a raiz e nos ama até a eternidade.
Proclamamos que Deus é o nosso Senhor absoluto, mas nos comportamos como senhores do nosso próprio tempo, relegando a Sua vontade ao que sobra das nossas prioridades.
O sofrimento não é um obstáculo ao nosso desenvolvimento, mas o próprio ambiente onde Deus reconfigura os desejos do nosso coração e molda nossa identidade.
O Espírito Santo não apenas repara nossas deficiências espirituais; Ele invade nosso cansaço e restaura nossa identidade, resgata-nos da indiferença ao nos deslumbrar novamente com a beleza do Evangelho e transforma uma igreja institucionalmente seca em um movimento transbordante de graça e poder de ressurreição.
Não precisamos de homens que massageiem o nosso ego e nos façam ficar de pé, aplaudindo o próprio orgulho. Precisamos de profetas que preguem a santidade de Deus de tal maneira que a igreja caia de joelhos, quebrantada e em tremor diante do Deus Altíssimo!
Criaste-nos para Ti, Senhor Cristo, e ao compasso da Tua graça despertadora, o nosso coração desperta e aprende a buscar a Tua face.
Nem tudo o que o mundo dita merece morar em nosso coração. Pela graça, precisamos filtrar o ruído da nossa cultura à luz da verdade do Evangelho, para que a nossa identidade seja moldada por Cristo, e não pelas vozes passageiras ao nosso redor.
O propósito do estudo teológico não é apenas ampliar nosso entendimento, mas conduzir-nos a um relacionamento vivo com Deus. A revelação foi concedida não para satisfazer nossa curiosidade intelectual, mas para transformar o nosso coração, levando-nos a conhecer, amar e confiar no Deus que se deu a conhecer.
Spurgeon sobre Rm 9.22-23:
“Nosso texto é extraído de Romanos 9:22-23. (...) Esta passagem não diz coisa alguma sobre Deus destinar homens à destruição. Os homens se preparam a si mesmos para a destruição. Deus nada tem a ver com isso".
C. H. Spurgeon - Sermões sobre salvação (Jacó e Esaú, editora PES. 2014, p. 104.)
Nós temos o Onjango, jamais a Ágora. O nosso espaço é o Onjango, nunca a Ágora. Temos o Onjango e não a Ágora: a nossa filosofia tem cultura própria.
Não é possível forçar. As coisas acontecem conforme o nosso desejo quando a mente está pronta. Tudo acontece conforme acreditamos e acreditamos na verdade ao estarmos cientes da nossa capacidade de compreender.
Pedras
As pedras nunca perguntam nosso nome.
Elas apenas estão espalhadas no caminho, acumuladas nos bolsos invisíveis da vida, empilhadas no peito quando o dia pesa demais.
Há pedras que tropeçam a gente. Pequenas, traiçoeiras, quase invisíveis. São as palavras mal ditas, os olhares que ferem sem tocar, as ausências que chegam antes da despedida. Outras são enormes, do tamanho de um não definitivo, de um sonho interrompido, de uma porta fechada por dentro.
Aprendi cedo que pedra não escolhe quem encontra. Rico ou pobre, descalço ou de sapato caro, todo mundo tropeça. A diferença está no que se faz depois da queda.
Tem gente que senta na pedra e faz dela morada. Constrói casa de lamento, coloca cortina de desculpa, serve café de amargura. Vive ali, endurecendo junto, confundindo peso com destino.
Mas há quem recolha a pedra com cuidado. Observe seus cantos, sinta sua aspereza, reconheça o machucado que causou e sigui. Algumas viram degraus. Outras, fundação. Algumas, quando lançadas longe, ainda fazem barulho ao cair, como se protestassem contra a própria inutilidade.
As pedras também guardam memória. Sabem onde a gente caiu, onde sangrou, onde quase desistiu. Por isso doem tanto quando reaparecem no mesmo trecho do caminho. Elas lembram: você já esteve aqui.
E mesmo assim, seguimos. Com os pés calejados, com a alma aprendendo a pisar melhor. Porque, no fim, o caminho não é feito só de chão liso. É feito de pedras que nos ensinaram equilíbrio, força e escolha.
Talvez a vida seja isso:
não a ausência de pedras,
mas a arte de decidir
quais carregamos,
quais usamos para subir
e quais deixamos onde estão
para que não sejamos nós
a endurecer primeiro.
O Tamanho Real dos Nossos Desafios
Diante de um problema inesperado, o nosso primeiro impulso pode ser o de achar que a barreira é gigante e que não somos capazes de vencê-la. Mas a espiritualidade nos lembra que nenhuma dificuldade bate à nossa porta sem trazer consigo a semente do aprendizado. O tamanho do problema só cresce quando nos alimentamos do medo e da dúvida. Quando virarmos o espelho para dentro e reconhecermos a fortaleza eterna que trazemos na alma, perceberemos que somos muito maiores do que qualquer obstáculo temporário. Mantenha a cabeça erguida.
As Rédeas da Própria Caminhada
É muito confortável para o nosso ego culpar as pedras do caminho, o tempo, a falta de sorte ou a atitude dos outros pelas nossas próprias desistências. Mas a verdade libertadora é que ninguém tem o poder de paralisar a nossa evolução, a menos que nós mesmos entreguemos as rédeas do nosso destino. Se o topo da escada parece distante hoje, a responsabilidade de continuar subindo é estritamente nossa. Assumir os próprios erros e escolhas com humildade é o primeiro e mais bonito passo para transformar qualquer queda em um grande recomeço.
Nosso cérebro associa sucesso à competência e define quem merece atenção; a sabedoria está em não permitir que esse instinto impeça de reconhecer o talento em pessoas sem valor aparente.
Muitas vezes não sabemos, mas pequenas coisas tem um valor imenso no nosso subconsciente, no nosso coração...
Somos clandestinos no nosso próprio país.
Viveremos numa democracia ou numa caverna escuro aonde somos manipulados por sombras.
A degradação político e desequilíbrio da fakes news.
Somos bonecos com cordas onde pre candidatos puxam as cordas.
é tão bom ter gente boa ao nosso lado, e tão melhor quanto isso, é ser gente boa para alguém, e esse alguém ser reciproco.
