Nosso Amor So Aumenta
"A solução para o seu problema... para o nosso problema... é, sem dúvida alguma, DEUS!"
Otávio Abadio Bernardes
Itumbiara, 25 de fevereiro de 2026.
A morte do fim.
Criamos e idealizamos um divino que possa aliviar o nosso sofrimento de existir sem respostas e sem sentido. A falta de respostas da vida e do que vem depois da morte inquieta a nossa mente, fazendo com que esperemos que a nossa existência se encha de alguma esperança.
Ao mesmo tempo, também queremos nos sentir seres especiais, carregados de significado aqui e além daqui. A vida parece injusta quando pensamos que a morte pode ser apenas o fim, mesmo que o fim seja, de fato, a própria morte.
A vida é curiosa… às vezes ela demora pra colocar certas pessoas no nosso caminho, mas quando coloca, a gente entende que valeu a espera.
Cuide do Seu Coração
Deus nos aprova pela motivação do nosso coração e não por nossa aparência. As Escrituras usam expressões como “coração puro” (Sl 51.10), “de todo o teu coração” (Mt 22.37), “integridade do coração” (Sl 78.72) e “santidade ao Senhor” (Ex 29.6), “amar de todo coração” (Mt 22.37) para nos fazer entender que “o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem olha para o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração” (1º Sm 16.7).
John Wesley certa vez disse: “É o homem, por natureza, cheio de toda forma de mal? Ele está vazio de todo o bem? Ele é totalmente caído? Sua alma está totalmente corrompida? Ou, para voltar ao texto, é "toda a imaginação dos pensamentos de seu coração só má continuamente”? Admita isso e você é, de longe, cristão. Negue isso, e você não é nada mais que um infiel”. E mais uma vez Wesley diz: “No coração de todo filho do homem há um fundo inexaurível de maldade e injustiça, enraizado de forma tão profunda e firme na alma que nada, a não ser a Graça todo-poderosa pode curar isso”.
É no ambiente do nosso coração que as maiores batalhas são travadas. É ali que sairemos vitoriosos em Cristo ou derrotados pela carne. A vida cristã não é moldada apenas pela inteligência, conhecimento ou saber teológico; mas de santidade, intimidade com Deus, disciplina e resiliência. Que Deus nos livre dos aplausos recebidos na terra, mas que são reprovados no céu!
Cuide do seu coração; porque dele procedem às fontes da vida (Pv 4.23; Mt 15.10-20).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Se Satanás ousou utilizar as Escrituras para tentar nosso Senhor, não terá escrúpulos em usá-las para enganar os homens.
Arminianismo Brasil
Quando o nosso futebol passou a atrair técnicos e jogadores estrangeiros de nível medíocre, o desempenho caiu de forma assustadora. Não se trata de xenofobia, mas de uma constatação.
Frase de Benê Morais
Muitas vezes temos que guardar nossa dor para pegar a dor do nosso próximo e isso é um pouco de sabedoria, amor e discernimento isso é virtude de Deus. Lembre o que sua mão direita faz a esquerda não precisa saber. Bom dia na paz do Senhor.
Que a cada dia nossa sede venha a aumentar para que rios de água viva corra de nosso ventre. Bom dia na paz do Senhor.
É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
O Sentimento Sem Nome
É curioso como o nosso vocabulário é vasto para a dor e para a falta. Temos nomes precisos para a inveja, para o ciúme e até para a Schadenfreude — aquele prazer secreto que alguns sentem diante do tropeço alheio. Mas, por algum motivo, o dicionário parece ter ficado mudo diante da alegria pura de ver o outro vencer.
Talvez não tenham conseguido dar um nome a esse sentimento porque ele não cabe em letras. É uma experiência que desafia a lógica do ego. Em um mundo que nos ensina a competir, a olhar para o lado para medir o nosso próprio sucesso, sentir o coração vibrar pelo troféu que está nas mãos de outra pessoa é um ato de rebeldia silenciosa.
É quando a pele arrepia ao ver um amigo realizar um sonho que não é o seu. É quando o sucesso de alguém que amamos não nos faz sentir "atrás", mas sim impulsionados. É a consciência de que a luz do próximo não apaga a nossa; pelo contrário, ela ilumina o ambiente onde todos estamos.
Pode chamar de Mudita, de Confelicidade ou de Compersão. Mas, na falta de uma palavra que todos conheçam, a gente chama de amor em estado de gratuidade.
Porque, no fim das contas, quem consegue se alegrar com a vitória do outro já venceu a maior de todas as batalhas: a contra o próprio ego. É um sentimento que não precisa de batismo, pois quem o sente já conhece a sua tradução mais fiel: paz.
A ÉPOCA DA RAZÃO PROVOCADA
A FÉ RACIOCINADA DIANTE DO NOSSO TEMPO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
“Fé raciocinada somente é aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da humanidade.” Esta afirmação, situada no coração da filosofia kardequiana, exige que perguntemos a nós mesmos: em que época estamos? Que espécie de tempo histórico interpela o pensamento e convoca a fé a este exame rigoroso?
Estamos em uma época marcada pela abundância de informações e pela escassez de reflexão profunda. Jamais houve tantos textos, tantos documentos, tantas vozes, tantas análises. No entanto, raras vezes a humanidade se mostrou tão dispersa, tão imediatista e tão inclinada a formar julgamentos sem o devido estudo. Por isso, a frase de Kardec não é apenas uma advertência, mas um critério de maturidade espiritual.
Em que época estamos?
Estamos na época em que o pensamento crítico tornou se uma necessidade vital. A razão é diariamente pressionada por conclusões rápidas, interpretações impulsivas e opiniões que substituem investigações. A fé raciocinada, para existir neste cenário, precisa demonstrar coragem intelectual e serenidade moral. Ela deve erguer se acima da agitação mental, examinando cada ideia com calma e lucidez.
Em que época estamos?
Estamos na época em que muitos confundem tradição com estagnação. Mas Kardec, ao afirmar que a fé deve encarar a razão em todas as épocas, reconhece que cada período histórico traz novas questões, novos desafios e novas exigências. O século vinte e um não é exceção. Pelo contrário, é talvez o século em que esta frase ressoa com mais força, porque a razão foi convertida em arena de pressões constantes.
Em que época estamos?
Estamos na época em que a responsabilidade intelectual se tornou prova de caráter. Avaliar, estudar, fundamentar, compreender antes de opinar tornou se ato de resistência moral. A fé raciocinada não floresce na pressa, mas na ponderação. Não vive do eco das massas, mas da coerência íntima entre razão e sentimento.
Por isso, enfatizar a frase kardequiana neste contexto significa reconhecer que a fé raciocinada permanece como exigência permanente. Ela não é conceito do passado, mas compromisso do presente. Encarar a razão face a face significa encarar nosso próprio tempo, suas fragilidades, seus excessos e suas urgências.
O SILÊNCIO DO NOSSO ADEUS
Há despedidas que não se pronunciam. Elas não se fazem em voz alta, nem se escrevem com gestos dramáticos. Instalam-se na alma como um inverno interior, lento e definitivo.
O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo.
Há algo de antigo e solene em certas separações. Como nos ritos arcaicos em que o fogo se apaga sem espetáculo, apenas com a dignidade de quem cumpriu sua função. O amor, quando verdadeiro, não se degrada em escândalo. Ele recolhe-se.
O mais doloroso não é partir. É permanecer por instantes no limiar, sentindo que o que foi intenso agora se converte em memória. E a memória não abraça. Ela apenas ecoa.
Nosso adeus foi assim. Um entendimento tácito. Um acordo silencioso entre duas consciências que se respeitam. Não houve acusações, nem dramatizações, apenas a gravidade de quem reconhece o fim de um ciclo.
O silêncio, nesses casos, não é fraqueza. É maturidade. É a forma mais elevada de respeito. Porque quando se ama de modo honrado, até a despedida preserva a dignidade do que existiu.
E assim seguimos. Não como estranhos, mas como capítulos encerrados com sobriedade. Pois há histórias que não terminam em ruínas, terminam em silêncio. E esse silêncio, embora doa, é a prova de que um dia houve verdade.
Time...Tic..Tac.
O tempo passou e levou tudo aquilo que nosso foi.
As longas conversas madrugada a dentro, sorrisos, gargalhadas...
Passou levando os encontros marcados, os bons dias e as boas noites.
Passou e foi passando e com ele lavando tudo aquilo que um dia programamos e jamais aconteceu.
Passou e infelizmente passamos ao mesmo tempo que ele.
Às vezes somos fechados no nosso próprio mundo.
Mas Deus nos apresenta pessoas incríveis que nos fazem querer viver o mundo delas com elas.
Anjos de Deus!
"O que depende inteiramente de nós são nossos valores, nosso esforço e a maneira como reagimos aos acontecimentos — inclusive aos nossos próprios sentimentos. Por outro lado, não temos controle sobre as atitudes alheias, o acaso, a sorte ou as crises econômicas e leis naturais. Naquilo que o nosso controle é parcial — seja ele alto, médio ou pequeno — cabe a nós dar o melhor de si. Onde nos cabe agir, devemos fazer a nossa parte com excelência; é essa dedicação que nos permite manter a consciência tranquila e o espírito em paz."
Não existe um lugar chamado Céu ou Inferno, tudo está em nosso consciente, em nossos pensamentos, o inferno de nossa consciência e o céu de nossa consciência, tudo são vibrações internas, quantas pessoas passam diariamente o inferno, fome, doenças, depressões, ansiedades, violência dentre outras mazelas da sociedade, “Isso chama-se inferno” o posto é o Céu, mas as igrejas insistem em pregar que existe um lugar para onde os pecadores serão depositados, ou ímpios subirão, uma ideia para manipular as pessoas, fazendo com que elas carreguem culpa, tornado essas pessoas mais vulneráveis, uma forma mais fácil de arrancar dinheiro, até porque Deus não permitiria entregar sua criação nas mãos de um ser maligno, que ele próprio tem todo poder sobre ele, que Deus seria esse, isso é uma farsa, as escrituras estão cheias de falhas, principalmente o Antigo Testamento, foi modificado centenas de vezes por seres humanos, em Concílios, tirando os evangélios que lhe convinham na época, um livro que foi traduzido para o Grego, para o Hebraico e depois para o Inglês, quem garante a veracidade da origem da fonte desse livro?
Prof. Mendes
