Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Se rejeitarmos Cristo como autoridade máxima da igreja, nossas comunidades serão como um corpo mutilado — sem cabeça.
PARADOXO da PROGRIÇÃO
Define-se como o movimento evolutivo em que a aceleração para o futuro é ditada pela profundidade do olhar sobre o passado, estabelecendo que a única forma segura de antecipar o incerto é através da utilização estratégica do "retrovisor da História".
Neste paradigma, o intervalo entre desastres deixa de ser uma espera passiva para se transformar numa construção ativa de maturidade, funcionando como um motor que transmuta a energia cinética e destrutiva dos eventos do Contínuo de Magnitude em energia potencial de prevenção. Neste contexto, o gestor de emergências assume o papel de "historiador do futuro", garantindo que a inovação não seja um voo cego, mas sim uma ascensão em espiral sustentada pela solidez da memória e pela resiliência da condição humana.
Existem duas saudades, aquela repleta de lembranças boas, de como foi maravilhoso viver e conviver com quem iremos carregar no coração eternamente e aquela cheia de remorsos por não ter dado o devido valor a quem sempre nos amou sozinho.
Tenha medo de quem fere os outros e não se incomoda com isso, pois são como feras argilosas que agem na calada da noite, sem que o remorso possa tocá-las.
Ás vezes penso como errei em ter ido contra tudo e todos pra ficar com você , mas depois conclui que foi a melhor coisa que me aconteceu, pois não foi apenas um erro, foi também uma lição.
não há barreiras quando você tem a palavra de Deus como base em todas as sua decisões . Assim como um filho almeja realizar os seus sonhos Deus tem o poder e a graça de nos motivar pra alcançar aquilo que nosso coração almejou não por mérito mas por graça e amor.
Engraçado, quando criança eu olhava para as pessoas mais velhas e dizia que nunca ia ser como eles, que nunca me apegaria ao passado, que sempre ia me atualizar.
O que eu não entendia, e que a cada geração se perde algo de bom, era por esse motivo que eles não se atualizavam.
O mais engraçado mesmo, é que hj aquele garotinho está se prendendo ao passado e procurando não se atualizar, justamente para não perder algo de bom de sua própria geração.
A cada geração se perde algo, até que isso acabe, sempre vão existir pessoas que se apegam ao passado, até que isso acabe, sempre vão existir os mais velhos.
Eu sabia que ia envelhecer, eu só não sabia que ser velho, é ótimo!
Eu queria apagar por um minuto, como se eu nem tivesse existido, não sentir o meu corpo, som, ou poder fazer algum ruído. Eu só queria um minuto de silêncio absoluto, onde eu nem consiga ouvir meus próprios pensamentos. Era só isso que eu precisava, de um minuto, daqueles que parecem muito tempo, mesmo sendo apenas um minuto.
*Como nasceram meus contos.* Eu morava no bairro da Liberdade, em São Paulo e trabalhava em Corinthians Itaquera,por anos.Todos os dias, no metrô, eu era bombardeada por histórias. Pessoas falavam ao celular, discutiam com amigos ou contavam segredos a estranhos. Eu tentava ouvir cada história até o final, mas a multidão era impiedosa. Conversas eram interrompidas, vozes se perdiam no barulho e histórias eram engolidas pelo tumulto e o barulho do abrir das portas . Mesmo assim, eu continuava a ouvir, as que não ouvia por inteiro eu as reenventava... fascinada pelos contos que fluíam ao meu redor. Leila Boás
*O Jardim das Memórias*
Num jardim secreto, as memórias cresciam como flores. Cada uma tinha uma cor e um perfume único, lembrando momentos felizes ou tristes.
Quem visitava o jardim encontrava lembranças esquecidas e reencontrava pedaços de seu passado. As memórias dançavam ao vento, sussurrando histórias e segredos.
No centro do jardim, uma fonte de água cristalina refletia a beleza das memórias. E quem bebia de sua água, encontrava paz e compreensão.
O Jardim das Memórias era um lugar sagrado, onde o passado e o presente se encontravam.
*A Noite dos Sonhos*
Numa noite silenciosa, as estrelas brilhavam como diamantes no céu. As pessoas dormiam, mas seus sonhos as levavam a lugares incríveis.
Nessa noite, os sonhos se tornaram realidade. As pessoas voaram, dançaram sob a chuva e encontraram tesouros escondidos.
Quando amanheceu, elas acordaram com sorrisos nos rostos. Embora os sonhos tivessem desaparecido, a magia da noite permaneceu em seus corações.
E assim, elas esperaram ansiosamente pela próxima noite, sabendo que os sonhos as levariam novamente a lugares mágicos.
(SEMANA SANTA.)
Jesus entrou em Jerusalém, com ramos e louvor
O povo o recebeu, como rei e salvador
Mas as autoridades, conspiravam contra Ele
Não sabiam que Ele era, o Messias que veio
Semana Santa, tempo de reflexão
Lembramos a paixão, de Jesus Cristo
Amor e sacrifício, por nós Ele deu
Na cruz, Ele morreu, para nos salvar.
No templo, Ele expulsou, os vendilhões
E curou os enfermos, com amor e compaixão.
Anunciou que sua missão, estava próxima de ser cumprida.
E que Ele daria a vida, por nós, E
Líderes religiosos, conspiravam contra Ele. Ele profetizou
Sobre o fim dos tempos, e o Seu retorno
E advertiu os discípulos, para estarem preparados.
A Última Ceia, Ele compartilhou
Com os discípulos, Seu corpo e sangue deu
E instituiu a Eucaristia, para nós lembrar
Do Seu amor e sacrifício.
( Leila Boás)
Assim como o antídoto contra o veneno da cobra está na própria cobra, a nossa cura está em nós mesmos.
PÁSCOA
Tempo de renovação de sentimentos, momento para refletirmos quem somos como pessoas, e o que em nós devemos melhorar? Tempo de agradecer por tudo que temos. De lembrar que CRISTO venceu a morte, ressuscitou. Nos dando assim a certeza que ELE consegue ressuscitar sonhos, projetos, e trazer-nos novidade de vida. Ame o melhor que puder, e jamais esqueça você nasceu para VENCER.
FELIZ PÁSCOA!
O Prazer como Essência
Meu prazer não me cega nem me mata; ele me liberta.
Sou o que desejo, e meu desejo é a minha essência.
Desejando com consciência, assino-me como obra completa.
Chegou como brisa suave, tempestade passageira a refrescar numa deliciosa tarde de verão.
Me sentia como aquela criança ao correr para o quintal, e debaixo da aguaceira pula nas poças a brincar,
Sentia como a criança que se delícia raspando a panela de brigadeiro, ainda quente, que a mãe acabou de preparar.
Mas partiu... esvaiu-se como areia do deserto árido, que não se guarda na palma das mãos, escorre sem parada pelo meio dos dedos.
Meu corpo chora tua despedida, e meu coração dilacerado como faltar um pedaço carrega com ele de forma singela a marca da tua digital.
De agora, por Fábia Alexandra.
