Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Ao deixarmos a Lua em Taurus-Littrow, partimos como viemos, e, se Deus quiser, retornaremos com paz e esperança para toda a humanidade.
A falta de firmeza, antes de mais nada, atrapalha o homem: ele não progride, fica como quem está entre dois imãs: não é atraído nem por um, nem pelo outro; isso quer dizer que ele não faz o bem agora, porque se preocupa com o futuro, nem se prepara concretamente para o futuro, porque perde tempo agora e não acredita no futuro.
Sigo como um simples aprendiz da vida,achando que preciso alcançar a perfeição,mas o tempo me da um esporro e me ensina uma lição.
E tem mais: a falta de firmeza deixa o homem instável como as fases da lua. E não acabou não! O homem indeciso está sempre inquieto, nunca se sente satisfeito; mesmo quando está muito alegre, fica triste facilmente, fica irritado e procura facilmente suas compensações.
A experimentação voltada para a apreensão polifônica do mundo histórico apresenta-se como uma das muitas tarefas da historiografia do novo milênio. Não basta ao historiador reconhecer no mundo histórico os seus diversos personagens, portadores de singularidades e de posições ideológicas independentes, se, ao final da construção narrativa do historiador, estes personagens terminam por produzir, no seu conjunto de interações contraditórias, apenas uma única ideologia dominante. É preciso explorar alternativas para além deste padrão narrativo mais habitual no qual os historiadores, ainda que acostumados a administrar nos seus textos as diversas vozes sociais, nem sempre se empenham em transcender um modelo de escrita monódica no qual, no fim das contas, apenas uma única voz faz-se ouvir. Para que possa se realizar, a escrita polifônica precisa ser por um lado desejada (já que nem todos estão dispostos a abrir mão de um pensamento único). Por outro lado, o escrever polifônico também precisa ser aprendido. Podemos nos perguntar, mais uma vez, se a formação básica do historiador tem lhe proporcionado este aprendizado,
[extraído de 'Seis Desafios para a Historiografia no Novo Milênio'. Petrópolis: Editora Vozes, 2019].
Essa tempestade vai passar como tantas outras. E quando tudo se organizar, com certeza você não será mais a mesma.
A vida convida a mudarmos a cada tempestade... 🦋
Quem não tem tempo para aprender, perde tempo em ensinar; pois a maior lição que se pode dá como educador, é o exemplo de ser sempre um aprendiz.
O espaço é parte da natureza. A natureza como ela é. E ela não é a sua amiga. Ela é uma inimiga, que vai te matar se você baixar a guarda.
O Universo é muito criativo e interessante. Sendo uma parte dele, como de verdade somos, nada mais natural do que sermos imensamente cheios de criatividade e relevância.
o cheiro de terra molhada, a água, o céu esbranquiçado, a sensação inexplicável, a chuva... é como a calmaria pra um barco em alto mar, a cada gota a paz parece reinar, chuva.
Minha mão esquerda
Às vezes a vejo como galhos tortos de uma árvore
Dedos trincaram e cicatrizaram de um jeito engraçado
Ela monta acordes, desliza em meu cabelo molhado, e segura meu celular
Ela falta te tocar… toque leve, a seu rosto endereçado
Ela quase fala, mas se tivesse boca não diria nada
Eu te tocaria e ela te beijaria apaixonada.
Apesar de sermos únicos. Temos que aprender a sempre olhar para o outro como olhamos para nós mesmos.
A vida é como um jogo de xadrez, ou você vence ou alguém vai te da um cheque-mate. Crie suas próprias estratégias, mas nunca revele seu próximo passo.
A vida é como a dança.
É preciso ensaiar muito, pois ela não permitirá erros, nem que pise no pé do seu parceiro.
