Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Em outras vidas...




Em outras vidas nos encontramos e nos amamos como nunca antes,


Já fui teu servo no Egito antigo e tu era uma princesa, ali começamos a nossa história de amor com infinitos e gloriosos encontros e desencontros,


Em uma de nossas despedidas construí o Taj Mahal para que o mundo pudesse saber o quanto amei e amarei você por todas as nossas vidas,

Lembra-se, quando você chegou em vida como a grandiosa Marie Curie e entre tantos cálculos e descobertas ainda encontrava tempo para tocar suavemente o seu piano para mim,


Hoje renasci e sinto profundamente que você também, estou a sua espera e a sua procura meu amor para darmos continuidade ao que imagino nunca ter um fim.

Fica comigo!

Os perdidos mundo afora se acharão no tempo devido,

Assim como as estrelas olham para a lua, ela olhou para os meus olhos e sem pedir licença, sem deixar rastros foi embora abalando as minhas defesas e deixando uma faísca inapagável no meu coração,

Na busca em meio as multidões procurei, no frenesi de viver aquilo que nem comecei eu senti falta e me emocionei,

Ao longe, o brilho raro de um vaga-lumes foi visto, um sorriso carente foi oferecido, no olhar um pedido, um único pedido,

Fica comigo!

Te olhei e pensei,
Te olhei e vive,
Te olhei e te olhei,
Te olhei e te amei e como te amei.

O preço


Para pagar por minha desatenção te ofereço o planeta Júpiter como presente e a reverência de todas as estrelas para te aplaudir infinitamente por todas as noites do teu existir, e para deixar vivo e vibrante a todos os olhos desta galáxia que entre nós o que pulsa é o amor.

Efêmero foi a tua passagem,
Atemporal foi o que deixastes como recordação.

Floresta amazônica




Árvores que se comunicam como sociedade protetora,


Carregamentos aéreos com nutrientes vindos do deserto do Saara,


Fauna dos comuns, dos exóticos e dos desconhecidos,


Tribos e cachoeiras escondidas,




Mistérios profundos, ponte de elos, de mitos e lendas, o Curupira e o Boto que o digam,


Desprotegida, desrespeitada, pulmão ferido,


Amada pelo sol, aplaudida pela lua,


Símbolo de sabedoria, de riqueza e do que é sagrado.

"Amar é como estar no miolo de um furacão, uma enorme segurança dentro e uma destruição sem limites fora..."

Se descubra... você nem imagina como é bela em sua essência.

Às vezes, as mais belas rosas se escondem entre espinhos e exalam perfumes suaves.

Às vezes, o maltrapilho esquecido oferece compaixão, mais do que um engravatado social.

Às vezes, amar é mais importante do que admirar.

Às vezes, querer demais estraga, e esperar amadurece.

Às vezes, precisamos apenas de elogios, e outras vezes de abraços demorados.

Às vezes, sou eu e outras vezes é você em meus sonhos.

Às vezes...

By Ubirajara Almeida

Doce Prisão


Me sinto como uma peneira com blocos de gelo,
tentando não deixar escapar o que sinto
para que você não perceba, porém,
isto é mais fervoroso que o sol de meio-dia.


Tento não alimentar o sentimento que me aprisiona
e, ainda assim,
não resisto ao feitiço que me envolve.


Vivo nesta doce prisão
de esperar que aconteça
aquilo cujas chances são ínfimas.
Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo de virar a maçaneta
e, nessa nova vida,
você não fazer parte dela como eu gostaria.
Assusta-me que meus olhos não brilhem
como brilharam por você naquele dia.


Tenho medo que a felicidade da espera não passe
e você nunca venha.


Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo que esse sentimento nunca suma
e eu me aprisione às lembranças
do que nunca aconteceu.


Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo de partilhar minha vida
Com esse sentimento constante de fuga
correndo desse bicho-papão que me persegue.


Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo das gérberas, pois só queria
te dar três destas flores,
no sentido mais puro de cada uma:
eu amo você.


Tenho medo que você saiba desse sentimento
e nos apartemos de vez.
Tenho medo de você virar apenas uma lembrança
daquilo que aconteceu
e do que poderia ter acontecido.


Tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Tenho medo de nunca retornar
a ter a liberdade da qual gozava
a liberdade de não sentir isso,
de não imaginar nós,
de não desejar que fique,
de não ser você,
o meu primeiro e
o meu último pensamento do dia


Tenho medo, tenho medo, tenho medo


Tenho medo de conseguir
a liberdade que anseio,
e não saber com o que ela fazer,
de remover o pedaço de mim
que é você
e não ser mais completo


tenho medo, tenho medo, tenho medo.


Você me desarma,
você faz me sentir indefeso
você, você, apenas você


Mas...
mesmo com todo esse medo,
ainda há você em cada canto do meu peito,
e, de algum modo,
não consigo — e talvez não queira — deixar de te querer.

Como acreditar em Deus sendo que ele me concebeu com calvície e pouca barba?

A Garota do Balcão
Passei dois anos tentando entender como é perder alguém.
Não perder por briga ou despedida, mas perder por dentro.
Perder a fé no sentimento, perder a crença no amor, perder a certeza de que algo assim pudesse acontecer de novo.
Durante esse tempo, eu realmente acreditei que não encontraria mais ninguém.
Que algumas pessoas atravessam a nossa vida levando consigo tudo o que havia para amar.
Que depois delas, o coração aprende a funcionar… mas não a sentir.
E então, sem qualquer aviso, eu entrei numa loja de acessórios de celular.
É curioso como a vida escolhe cenários simples para grandes recomeços.
Entre películas de vidro, suportes discretos e cabos organizados não por cor, mas por tipo —
como se até ali tudo precisasse fazer sentido —
havia uma garota atrás do balcão.
E o mais estranho de tudo é que a única coisa que realmente nos separa…
é o balcão.
Não foi só o sorriso que chamou atenção.
Foi o conjunto.
O jeito contido.
As tatuagens minimalistas, quase silenciosas, marcadas como pensamentos que não precisam ser explicados.
Detalhes pequenos, mas cheios de intenção — como quem diz muito sem dizer nada.
E então tem o olhar.
Um olhar tão misterioso que desconcerta.
Daqueles que, se sustentado por mais de três segundos,
faz a gente desviar não por timidez,
mas por sentir demais.
Ali eu entendi uma coisa importante:
o amor não avisa quando volta.
Ele reaparece… diferente.
Não veio com urgência, nem com exagero.
Veio como curiosidade.
Como vontade de permanecer um pouco mais.
Como aquela sensação estranha de querer voltar ao mesmo lugar sem precisar de motivo.
A Garota do Balcão não sabe,
mas ela desmentiu uma certeza que eu carreguei por dois anos.
Ela provou que a gente nunca perde a capacidade de se apaixonar —
a gente só esquece como é até alguém lembrar.
Hoje, confesso ao público:
já não tenho mais o que inventar para entrar naquela loja.
Já comprei o que precisava… e o que não precisava também.
Mas continuo voltando.
Talvez isso não seja uma história de amor.
Talvez seja só um capítulo breve.
Ou talvez seja o começo de algo que ainda não tem nome.
Mas uma coisa é certa:
depois de tanto tempo acreditando que o sentimento tinha ficado no passado,
eu me apaixonei de novo.
De um jeito novo.
Mais calmo.
Mais consciente.
Mais verdadeiro.
E tudo isso começou…
E tudo isso começou com um balcão no meio.
Não como obstáculo,
mas como prova de que às vezes o amor não está distante —
só separado por alguns centímetros
e pela coragem de atravessar.

ter borderline é como ter um demônio q te consome cada dia mais.

Amo aqueles que não sabem viver a não ser como quem declina, pois são os que passam.
Amo os grandes desprezadores, porque são os grandes reverenciadores, e flechas de anseio pela outra margem.
Amo aqueles que não buscam primeiramente atrás das estrelas uma razão para declinar e serem sacrificados: mas que se sacrificam à terra, para que um dia a terra venha a ser do super-homem.

Friedrich Nietzsche
Assim falou Zaratustra. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

Tenha fé nos seus sonhos.
Assim como Santos Dumont acreditou que o ser humano podia voar, mesmo quando muitos duvidavam, confie que Deus plantou em você capacidades únicas. Voar não é apenas sair do chão, é ter coragem, persistência e fé para ir além dos limites. Quando você acredita, se prepara e não desiste, seus objetivos ganham asas. Tenha fé: você pode voar rumo à realização dos seus sonhos e objetivos.

Muita gente se esconde atrás do “dar tempo”
como se fosse uma solução mágica.
Mas o tempo, sozinho, não resolve laços, não reconstrói afeto, não apaga mágoa.
Relação é feita de presença, de palavra dita, de atitude.
O “dar tempo” às vezes é só medo de encarar
o que precisa ser encarado,
e aí o que acontece? O sentimento esfria,
a pessoa se perde, o vínculo quebra.

Dizem “dar tempo” como se fosse remédio,
mas tempo vazio só deixa o tédio.
Não cura ferida, não cola pedaço,
só cria distância, só aumenta o espaço.


Amor não espera sentado na esquina,
precisa de gesto, de voz que ilumina.
Quem dá só o tempo,
sem se entregar,
vai ver que a vida levou sem voltar.

"As Desventuras do tempo"


Quem escolhe o tempo como aliado,
paga o preço alto, amargurado.
O tempo afasta, dilui a presença,
tira a intimidade, adia a essência.
Nada se cria, só se adia,
ficam só lembranças na agonia.
O que podia ser, se perde no ar,
quem espera demais, aprende a esperar… sem amar.

As pessoas vão,
como folhas levadas pelo vento,
algumas sem se despedir,
outras fingindo que nunca prometeram ficar.


Dói.
Dói fundo.


Mas eu aprendo que não é em todo peito
que cabe o tamanho da minha entrega.
Eu não sou quem abandona,
sou quem resiste,
quem carrega cicatrizes,
mas também flores na alma.
E se hoje me deixam, amanhã encontro quem fica, Quem entendi que presença é escolha e que amor é raiz, será por inteiro, não pela metade.

“La Vereda” soa como um convite a andar fora da estrada principal.
A vereda é o caminho íntimo, o desvio onde o vento cochicha e as árvores sabem teu nome.
É o espaço entre o destino e o acaso, entre o sol que queima e a sombra que alivia.

No peito, um quarto vazio,
paredes brancas esperando cor.
Não dói, mas lateja em silêncio,
como chão que pede passo.
Ontem vi que foste embora,
não em palavras, mas em ausência.
O vazio então se acendeu,
me pedindo dono, me pedindo vida.
Não vou preenchê-lo com sobras,
nem com migalhas de outros amores.
Vou preenchê-lo comigo:
minhas canções, minhas tintas,
meu riso fora de hora,
meu corpo que insiste em existir.
O vazio não será falta,
será território meu.
E onde era eco,
vai nascer voz.