Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Cuidado não é silêncio forçado, é escolha consciente de como falar.
— Emanuel Bernardo

Esse sorriso que anseia pela vida,
que se aglomera entre objetos, sonhos e planos…

Como poderia se conter
tanta energia que pede para transbordar
através do seu rosto?

Não tente se espreitar,
nem se resumir a rascunhos —
como uma molécula solitária,
sem perceber o próprio potencial.

Você é transformação.
É a prova de que a energia, quando bem direcionada,
se torna força, movimento
e um átomo inteiro de felicidade.

Eu não sei quando tudo começou
Só não queria que terminasse assim
Mas como tudo tem seu fim
O meu agora chegou pra mim

O Banquete de Argila

À noite, as xícaras são sentinelas brancas sobre a mesa,
Rígidas como o gesso do meu parto, aquele erro, Aquele nó indesejado que o sangue não soube desfazer.
Você parou no umbral,
O hall transformado em abismo,
Partindo antes mesmo de habitar o próprio rastro.

Agora você retorna,
espectro de louça e mágoa,
Bebe o chá amargo nas minhas xícaras de ossos.
Enquanto o ódio flutua na superfície, como nata.
E papai aquele gigante de botas e fúria ruidosa
Me expulsa do mundo com um gesto de ferro,
Me tranco do lado de fora de mim mesmo.

Cômodo do silêncio

A noite entorta tudo como a minha vida.
A casa respira em desordem, revirada por dentro, como a mente que não encontra repouso.
Os móveis se inclinam, cansados, guardam o peso de pensamentos que ninguém sentiu para escutar.
As xícaras, sujas de um chá frio, ainda guardam bocas que passaram e não se despediram.

Há restos de calor no fundo da louça, um abandono doméstico, como se o dia tivesse desistido de se organizar em mim.
Caminho entre os cacos com cuidado demais qualquer passo em falso pode acordar para dormir.
E a noite observa, imóvel,
Sabendo que a bagunça não é da casa, Sou eu espalhado pelos cômodos.

Ariel

Meus olhos brilham
não de luz, mas de naufrágio.
Ao te ver, tudo em mim afunda como os móveis pesados no fundo da minha memória.

As lembranças afogam-me com mãos familiares,
Elas sabem exatamente
onde apertam.
Ainda te amo depois de tudo,
Depois do seu silêncio,
Depois do corte seco do tempo entre nós.

Ariel,
Seu nome é um relâmpago preso
na minha língua.
Eu o digo e sangro.
Eu o calo e morro um pouco.
O amor não me salvou ele me deixou mais vivo
do que eu suportava.

Amar-te foi um excesso,
Uma febre que recusou cura, um corpo pedindo fim não por ódio à vida, mas por ter sentido demais.
Sinto tua falta
como quem sente falta de um órgão vital.
Respiro,
mas é um ensaio malfeito.
Se morrer fosse apenas dormir dentro de ti, eu já teria fechado os olhos
Há muito tempo.

Augusto

Foi há alguns anos,
numa noite ao pé do lago.
Como sabeis todos, foi lá que encontrei
aquele que sempre soube amar;
vive ainda em meus pensamentos,
e amar-lhe era mais que amar a mim mesmo.

Eu era um jovem moço,
ele, um belo jovem,
nesta cidade ao pé do lago;
mas o nosso amor era mais que amor —
o meu e o dele era carnal,
um amor sagrado e profano.

E foi esta a razão por que, há muitos meses,
nesta cidade ao pé do lago,
à luz do luar eu ainda soube amá-lo;
mas a vida o tirou de mim
para encerrá-lo em meu sepulcro,
nesta cidade ao pé do lago.

E o rosto triste, no reflexo da água,
ainda murmura:
eu te amo…
Sim, foi essa a razão — como sabem todos —
que eu te perdi, Augusto.
Numa quinta-feira gelada,
o vento saiu da nuvem
e matou o amor que um dia soube amar.

Mas o nosso amor não era para sempre,
ridicularizado pelos deuses;
e nem os demônios sob o lago
poderão separar minha alma
da alma de Augusto.

Porque a luz triste do luar
só me traz sonhos
do dia lindo em que soube amá-lo;
e as estrelas na sexta sombria
só me devolvem os olhares
do meu amor que um dia soube amar.

E assim ‘stou deitado toda noite
ao lado do meu sepulcro,
sem Augusto,
no sepulcro ao pé do lago onde nos conhecemos,
ao pé do eterno murmúrio do lago.

⁠Não temos como voltar ao passado para consertar um erro mas podemos recomeçar e não cometê-lo novamente.

"Funções se preenchem, tarefas se delegam. Mas a forma como você toca a vida das pessoas é única e impossível de reproduzir."

A vida passa num sopro,
mas alguns instantes ficam gravados na alma,
como se o tempo tivesse parado
apenas para que eles existissem.

Na política é como o João Doria diz: não adianta reclamar reclamar e reclamar, tem horas que é melhor ficar caldo do que discutir.

A política é como o João Doria diz: se critica , critica e critica, não sairá resultado nenhum e além do mais:
você não terá mais apoio, então faça a coisa andar e não critique outras coisas de ruim que outros fizeram, faça só críticas ou elogios sobre você.

Como é bom amar alguém de verdade, sem medo de arriscar, sem medo de doar, sem medo da ilusão, sem medo de amar, sem medo de ser feliz...

Por quê? Por que? Mas como? É assim? Esquece os questionamentos e deixa a vida ir te mostrando as respostas!

“O problema não está naquilo que somos, mas naquilo que queremos ser e na forma como queremos sê-lo.” Furucuto, 2026.

Liderança é sobre como lidar com sonhos e aspirações.


Uma boa dose da liderança está alicerçada na premissa de que há um futuro a construir.


Por isso devemos distinguir liderança de gerenciamento.


O gestor tem sempre os pés no presente, enquanto o líder pode estar mirando o que ainda não existe.

" Um, continuaria a derivar-se só, órfão como a vaga que nasce e rebenta eremítica. O outro, fora um homem sem memórias, passado e futuro, a quem o Vento salvou. Ambos eram pertença do meu coração.


In livro ainda por terminar.

Esperanças em um sonho


Engraçado como a mente insiste
em não te esquecer.
Muralhas cheias de sonhos surgem
e me fazem esquecer que tudo acabou,
que não era apenas uma miragem,
uma ilusão que montei
para saciar a falta que você faz.


Confesso, nunca quis te esquecer,
nem fingir que nada disso foi real.


Mas não posso permitir
que essa esperança volte outra vez,
só para aliviar a tristeza.

"Sensualidade real é uma questão de arquitetura, nunca de mistério. É o modo como um corpo ocupa o espaço, sem pedir licença ou desculpas. Não é sobre o que se esconde, mas sobre a precisão de um gesto, o dedo que circula a borda de uma taça de cristal com a mesma atenção que daria a uma nuca, ou a pausa exata antes de uma resposta que muda o peso do ar. É uma inteligência silenciosa que entende que a pele é apenas o mapa, e o destino é a intenção por trás do toque."

⁠Eu já fui para o inferno de tudo como foi forma, então não duvide da minha capacidade de enfrentar qualquer tipo de demônio nessa vida, satanás não me intimida, o que me assusta mesmo é a capacidade humana de pessoas doentias com maldade no coração, alma podre cuja escuridão afeta até a luz do próximo, porém minha força divida não é fraca não!
A fé que eu tenho em Deus sempre me manteve firme e forte nas minhas lutas e batalhas, por isso digo e afirmo, não tenho medo de cair, e se eu cair eu tenho uma grade chance de levantar, e se eu levantar so digo uma coisa, tenha pernas ágil.