Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Tantas pessoas estão fechadas e trancadas dentro de si mesmas como caixas, todavia elas abririam, se revelando até maravilhosamente, se ao menos você estivesse interessado nelas.

Minha namorada é bela, ah, como eu gosto de ser o namorado dela
Minha namorada é o meu amanhecer, entardecer e anoitecer
Minha namorada é aquela a quem eu digo todos os dias que a amo
Minha namorada é aquela pela qual eu acordo todo dia e agradeço a Deus por tê-la
Minha namorada é a luz que me guia na escuridão
Minha namorada é o meu porto seguro, aquele que nenhum ataque irá destruir, pois ele tem uma muralha gigante que as pessoas chamam de amor.
Eu te amo, minha namorada.

A vida é como um jogo de futebol, cada lance pode definir sua trajetória.

Confiança é como caminha no escuro, sempre existe o medo e nunca se sabe quando vai tropeçar.

Sejamos como o Sol, que não espera recompensa, não espera lucros, nem espera elogios. Simplesmente brilha!

A pior coisa que tem na vida é você conviver com pessoas falsas e mentirosas, elas são como cobras traiçoeiras esperando o momento certo de te dar o bote.

Amar alguém que não te ama é como abraçar um cacto. Quanto mais você segurar, mais dói.

Me sinto sozinha… Como se não fizesse parte deste mundo, como se fosse um erro ambulante. Já se sentiu como se estivesse tudo sei lá? Tudo errado, mesmo estando certo? Estou inconformada comigo mesma. Parece que eu gosto de sofrer, mas não é bem assim. Quero apenas ter mais um sentido nessa porcaria de vida. Enfim, não sei ao certo o que sinto.

Trabalho como se não precisasse do dinheiro
Amo como se nunca fosse sentir saudades
Estudo como se não soubesse nada
Perdoo como se nunca tivesse sido ofendido
Vivo como se não houvesse o amanhã
Vejo as pessoas como eu gostaria de ser visto.

"Sinto que somos como dois carrosséis que giram em sentidos opostos. Eu não quero saber o que acontece quando estamos de costas um para o outro."

Como que escreve “saudade”?
- Com o coração."

Olhando você sem dizer nada, só olhando e pensando – Meu Deus, mas como você me dói de vez em quando.

Você decide como vai ser seu dia: alegre ou triste. Depende somente de você.

Eu prefiro me afastar ao ter que me decepcionar. Pessoas fingem, machucam, usam-nos como se nossos sentimentos fossem objetos descartáveis.

Esta é o que considero a verdadeira generosidade. Você dá tudo de si, e ainda sente como se não lhe tivesse custado nada.

Assim como deixamos abertas as portas e disponíveis os sentimentos para receber a chegada de um amor, devemos deixar livre a passagem para que serenamente se vá quando chegada a hora.

Marge: "Homer, como as crianças farão para voltarem pra casa com toda essa neve?"
Homer: "Eu sei lá, internet?"

Amar...Desamar...Amar...Como podemos gostar tando de alguém e sofrer tanto...Como podemos amar tanto uma pessoa, mesmo sabendo que nunca daria certo...Mas o sentimento chega sem pedir licença e quando percebemos, já está aí, dentro da gente.
Vai falar com o coração: não vai dar certo, somos diferentes, esqueça esse aí, vamos procurar outro menos complicado, que pense como a gente. Não adianta, ele não escuta! Nem está aí pro que a gente pensa. Só quer saber de amar e amar...Aí que gente sofre e sofre...Porque só amor, isso mesmo, somente amor, não é garantia que um relacionamento vá dar certo.Outras coisas estão em jogo, e fazem a diferença. E mesmo sabendo que não é essa a pessoa com quem sonhamos, não deixamos de amá-la...E é aí que a gente sofre...Tantos conflitos, desentendimentos, e passamos por cima de quase tudo pra não sofrer com a separação...E é aí que a gente sofre...Até o dia em que chega o limite, e o orgulho e a razão, que estavam lá no fundo, escondidinhos, se revelam. E é a hora do fim... A dor é tamanha, que é quase palpável, física. O chão se abre, e a gente se perde por esse poço vazio. E é aí que a gente sofre...

Talvez eu já nem lembre mais das coisas como eram, mas talvez agora eu saiba bem o que é bom pra mim.

A gente não tem como saber se vai dar certo. Talvez, lá adiante, haja uma mesa num restaurante, onde você mexerá o suco com o canudo, enquanto eu quebro uns palitos sobre o prato -- pequenas atividades às quais nos dedicaremos com inútil afinco, adiando o momento de dizer o que deve ser dito. Talvez, lá adiante: mas entre o silêncio que pode estar nos esperando então e o presente -- você acabou de sair da minha casa, seu cheiro ainda surge vez ou outra pelo quarto –, quem sabe não seremos felizes? Entre a concretude do beijo de cinco minutos atrás e a premonição do canudo girando no copo pode caber uma vida inteira. Ou duas.
Passos improvisados de tango e risadas, no corredor do meu apartamento. Uma festa cheia de amigos queridos, celebrando alguma coisa que não saberemos direito o que é, mas que deve ser celebrada. Abraços, borrachudos, a primeira visão de seu necessaire (para que tanto creme, meu Deus?!), respirações ofegantes, camarões, cafunés, banhos de mar – você me agarrando com as pernas e tapando o nariz, enquanto subimos e descemos com as ondas -- mãos dadas no cinema, uma poltrona verde e gorda comprada num antiquário, um tatu bola na grama de um sítio, algumas cidades domesticadas sob nossos pés, postais pregados com tachinhas no mural da cozinha e garrafas vazias num canto da área de serviço. Então, numa manhã, enquanto leio o jornal, te verei escovando os dentes e andando pela casa, dessa maneira aplicada e displicente que você tem de escovar os dentes e andar ao mesmo tempo e saberei, com a grandiosa certeza que surge das pequenas descobertas, que sou feliz.
Talvez, céus nublados e pancadas esparsas nos esperem mais adiante. Silêncios onde deveria haver palavras, palavras onde poderia haver carinho, batidas de frente, gritos até. Depois faremos as pazes. Ou não?
Tudo que sabemos agora é que eu te quero, você me quer e temos todo o tempo e o espaço diante de nossos narizes para fazer disso o melhor que pudermos. Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte -- quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não temos como saber se vai dar certo -- o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão --, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto.