Nosso Amor como o Canto dos Passaros
O que eu fiz foi demonstrar que é possível determinar pelas leis da ciência o modo como o Universo começou. Neste caso, não é necessário apelar a Deus para explicar como começou o Universo. Se isto não prova que Deus não existe, pelo menos prova que Deus não é preciso para nada.
Eu não conheço metade de vocês como gostaria; e gosto de menos da metade de vocês a metade do que vocês merecem.
Aqueles que dançavam foram tidos como loucos por aqueles que não conseguiam ouvir a música.
Desde que os consiga fazer rir, não importa como, eu ficarei bem. Se tiver sucesso nisso, os seres humanos provavelmente não se importarão muito que eu continue fora das suas vidas. A única coisa que eu preciso de evitar é tornar-me ofensivo aos seus olhos: não serei nada, o vento, o céu.
Quando você é novo, trabalhe como se fosse o dono da empresa. Dois anos depois ninguém vai ligar quando chegar ou sair. Tudo o que vai importar para eles é quem você terá se tornado.
Os sonhos são como estrelas, você não pode tocá-las, mas se você as seguir... Elas vão guiar seu destino.
É que eu adoro o que eu digo. É impressionante como eu me encanto com o que o eu mesmo falo, é impressionante o quanto eu entendo quando eu mesmo explico. Porque tem gente que condena, as pessoas consideram isso arrogância. Mas pare para pensar: Se você vai ter que conviver com você mesmo até o fim, se você vai ter que se aguentar até o fim, se você vai ser espectador de você mesmo até o fim, é melhor que se encante com o que faz.
O meu olhar é nítido como um girassol
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando pra direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança, se ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Nota: Trecho de "O Guardador de Rebanhos", do livro "Poemas de Alberto Caeiro", de Fernando Pessoa (heterônimo Alberto Caeiro).
...Mais"E" e "Se" duas palavras simples e inofensivas como qualquer palavra.
Mas quando juntas "e se.." podem causar estragos inimagináveis.
Ninguém vai bater mais forte do que a vida. Não importa como você bate e sim o quanto aguenta apanhar e continuar lutando; o quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha.
Às vezes, tem que se cometer o maior erro pra descobrir como acertar as coisas. Erros são dolorosos, mas são a única maneira pra você descobrir quem é.
Sinto um vazio dentro de mim já faz alguns dias, uma coisa que não sei como explicar, é tipo um vazio que "preenche" toda minha alma, uma coisa que parece que vai explodir a qualquer hora… uma sensação terrível, uma vontade de fazer não sei o que, uma sensação de que vou vomitar tudo que tenho dentro de mim a qualquer momento, um nojo imenso de algumas pessoas. Vontade de fazer alguém feliz ou fazer alguém sofrer, vontade de rir ou de chorar, ou os dois ao mesmo tempo, meu olho se enche de lágrimas do nada, assim como começo a rir sozinha sem saber o motivo. Pode ser sentimento acumulado, ou coisas que ainda não senti, mas preciso sentir.
Um sentimento de culpa sem saber o motivo, vontade de nunca mais dormir, ou ir dormir e nunca mais acordar, vontade de mudar de vida, sei lá, fazer algo que nunca fiz, sair sem dizer para onde vou e nunca mais voltar, deixar pra trás tudo e todos que eu conheço e conhecer novas pessoas, pessoas que não saibam de como eu sou assim poderei ser quem eu quiser.
Não sei o que está acontecendo comigo, só sei que é ruim e tenho vontade de acabar de vez com isso, e um fato muito estranho e que me deixa com mais ódio de mim mesma é o fato de eu ter expressado meu sentimento nesse texto e não ter demonstrado nada disso em meu rosto, nada disso fisicamente.
Às vezes penso que só estou vivendo um sonho e que na verdade tudo isso aqui é uma mentira que pode acabar a qualquer momento…
O capitalismo é um sistema parasitário. Como todos os parasitas, pode prosperar durante certo período, desde que encontre um organismo ainda não explorado que lhe forneça alimento.
SONETO DE CONTRIÇÃO
Eu te amo, Maria, eu te amo tanto
Que o meu peito me dói como em doença
E quanto mais me seja a dor intensa
Mais cresce na minha alma teu encanto.
Como a criança que vagueia o canto
Ante o mistério da amplidão suspensa
Meu coração é um vago de acalanto
Berçando versos de saudade imensa.
Não é maior o coração que a alma
Nem melhor a presença que a saudade
Só te amar é divino, e sentir calma...
E é uma calma tão feita de humildade
Que tão mais te soubesse pertencida
Menos seria eterno em tua vida.
Adoro o jeito que ela faz eu me sentir, como se tudo fosse possível, como... sei lá! Como se a vida valesse a pena.
