Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Notívaga
Sou notívaga, perambulo nas madrugadas
como as corujas, empertigadas, em cima dos muros.
Ouço os sons da madrugada, os que estão fora e
os que tenho dentro de mim.
Silêncios quebrados por sons de pássaros noturnos,
pessoas que passam, chave na fechadura, criança que chora.
Cortam a madrugada o choro dos amores mal resolvidos,
Os sonhos ainda não vividos, o som de risos perdidos na memória.
A madrugada está cheia de sons, música transcendental, natural
que não precisa de cordas ou teclas, vem no assobio do vento
ou nos acordes dos pingos de chuva na velha calha.
Não sei que hora o relógio marca, sei que estou acordada,
que o poema não deixa de ser uma oração silenciosa,
será que Deus ouve melhor nessa hora?
Resta depois esta vontade de chorar diante da beleza,
Resta esta súbita saudade de tudo e de nada,
até que os sons se esmaeçam enternecidos no sono
que finalmente chega...
Minhas limitações como homem, são bem maiores que essas limitações fajutas - que me fizeram acreditar. E infinitamente maiores do que as outras - que eu mesmo criei e me impôs.
Talvez uma faísca
relâmpago no olhar,
depressa como um susto
me desmascare o rosto,
e de repente deixe exposto...
Em mim germina uma força
perigosa que contamina,
uma paixão vulgar
que corta o ar, e que
nenhum poder domina...
Explode em mim uma
liberdade que te fascina,
sopro de vida,
brilho que se descortina,
luz que cintila, lantejoula,
purpurina,
fugaz como um desejo...
Talvez te mate
Talvez te salve
O veneno do meu beijo...
Como eu pude ser tão egoísta
E não ver o que realmente era real.
O que de mim para existir não dependia,
Mas eu para existir era dela dependente natural.
Como puder calar na hora do grito,
Se o silêncio foi pior que a negação.
Não tive coragem de dizer o que deveria ter dito,
E agora tudo que eu falo é em vão.
Como eu pude perder os meus dias,
Em busca de uma vida que não vivi,
E quanto mais eu buscava saída,
Deveras, as vezes eu só me perdi.
Doravante não negocio mais meus sonhos,
Por prazer tão pueril e mitigado,
Pois na efemeridade de uns lábios risonhos,
Habita um veneno disfarçado.
E quando nada encontrei em minha volta,
Me fechei num casulo para me transformou a tristeza,
Aquilo que era amargura, desgosto e revolta,
De repente rompeu e brotou a frieza.
Na minha solidão eu vivo com aquilo,
Que macula minha alma e meu coração,
De não ter sequer permitido,
Viver uma grande paixão.
Viver de sonhos impossíveis é injusto e patético.
De fato não há como escapar.
A não ser que você escolha o mais importante,
que sem sombra de dúvida é viver.
Lembre-se que viver é o mais importante e não o mais fácil.
Viver com dor é melhor que não viver.
Pois de qualquer forma a cura sempre chega.
Os conceitos surgem tão naturalmente nos pensamentos dos filósofos, como a fofoca que vem na boca do vulgo.
De 10 horas 9 eu penso nela. Antes de dormir fico imaginando como seria eu me declarando ou junto a ela, quando acordo faço a mesma coisa, quando a vejo meu coração bate forte e fico procurando uma maneira de falar com ela. Acordar a imaginar que teria uma chance, mas que pelo pensamento nada otimista acabo ficando mau, com uma dor forte inesplicável, uma coisa que arde e dá vontade de chorar. A pele tão cheirosa que se pudesse ficaria apenas sentindo a essencia desse perfume que me deixa mais apaixonado, e o pior é de não saber o que ela sente por mim e não ir em frente falar o quanto adimiro a beleza dela. Coloco a foto dela como papel de parede no computador só para quando minimizar as paginas podela ver, e me reimaginar junto a ela.
Como diz a musica: preciso dizer que amo, te ganhar ou perder sem engano.
Meus dias já não são como em outros tempos.
Olhar profundo, longe, em você,
Mil pensamentos.
Espero um dia, com palavras me expressar
E para que você entenda, talvez eu tente lhe explicar
As mil sensações que me passam, ao cruzar com seu olhar.
Vê,
percebes que é tudo diferente para mim.
Nota-se que antes de ti, eu não era assim.
Viver teus modos e jeitos, eu me acostumo.
Só preciso de você, seguindo sempre o mesmo rumo.
Junto a mim, sem um fim, nossa história não tem ponto.
Começo, se assim tiveres um tropeço,
Teremos também um recomeço,
Assim será o nosso conto.
Regaremos o jardim
E que floresça a mais bela das flores
E que floresça o mais belo dos amores.
E que o mundo inteiro reconheça
Que uma história de amor, não precisa de um fim.
"Sempre admirei escritores como KAhlil Gibran, Rubem Alves, Leonardo Boff entre outros, embora nunca os tenha vistos, apenas apreciado suas obras, escrever poesias contos, é como querer interpretar a alma, é dar vida ao que os olhos não ver, e o que as mãos não alcançam, e como se quiséssemos entender a sintonia dos nossos corações . Neste sentido são poucos escritores que de fato entendem o sentido mais humano da vida, por isto quando escrevo, escrevo com alma, mas com o espírito critico de tudo que estar ao meu redor, principalmente hoje, onde a informação tornou-se mais veloz do luz, sem ela jamais podemos expressar de fato o que a vida é "
realidade, aceitar que
te perdi. Porém...
Nunca amei alguém
como amo você
Sei que os anos vão se
passar, mas também sei
que toda noite é por você
que vou deitar a cabeça
no travesseiro e chorar
Sei que a cada música que
tocar, que a cada filme
romantico que passar
é em você que vou pensar
Sei que pra sempre vou lhe amar
Que nunca vou te esquecer
Porém hoje...
Hoje decidi viver sem você
Como aconteçe as vezes o momento estancou, exitou e permaneceu por mais de um momento e o som parou e o momento parou
por mais muito mais que um momento e então o momento se foi.
Como são assustadores os humanos são tantos indicadores, mostradores e registros, mas só conseguimos ler alguns, mesmo assim
talves não corretamente.
Torna-se imprescindível criar o hábito da leitura, uma vez que esta, hoje, pode ser vista como artigo de primeira necessidade, todavia, é mister que cada indivíduo desperte dentro de si o interesse em autoinstruir-se, para descobrir a força da palavra.
A vida não é tão cor de rosa como todos os gays gostariam que fesse e nem tão azul como parece, mas mesmo assim ainda podemos ser felizes
Fragil e sem querer como uma brisa leve, fria e seca.. ela se desprende do meio da arvore. Meio amarelada e sem direçao, ela vai parar em algum lugar, mas nao no chao. Vai demorar para ela alcansar algum lugar e cada vez vai ficando mais dificil de enxergar, ou faze-la voltar. Importante para a arvore ela sempre será. E igual a ela nunca exitira.Como uma folha;
“ Graças a Deus eu não vim a terra como um Gênio, pois se não estaria preso a uma lâmpada atendendo os desejos de Cético, Ignorantes e Preguiçosos. Isentando assim eles do trabalho de conseguir o que desejam através dos seus próprios esforços e méritos.”
