Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Que bom levantar, orar e agradecer a Deus por mais um dia! Muito obrigado Senhor!

Ei amiga! Boa noite! Que os anjos do céu possam cuidar bem de você e de todos os seus durante essa noite! E viva São Francisco de Assis! Beijos.

Você anda muito pensativa! Pense menos e viva mais!

Só levamos desta vida a vida que aqui vivemos! Boa noite!

Olhar penetrante, lábios de mel, rostinho lindo descido do céu! Beijos.

Um fósforo com sua pequena faísca pode botar fogo no mundo! Cuidado!!!

Hoje eu acordei pensando em você! Bom dia e boa semana! Beijos.

Boa noite, amigos! Que Deus nos abençoe e proteja sempre! Abraços!

Que bom estarmos juntos outra vez!

O valor das coisas está no tempo que elas duram, porque a intensidade é um afago cruel quando se torna lembrança.

O Lamento das Coisas

Triste, a escutar, pancada por pancada,
A sucessividade dos segundos,
Ouço, em sons subterrâneos, do Orbe oriundos
O choro da Energia abandonada!

É a dor da Força desaproveitada
- O cantochão dos dínamos profundos,
Que, podendo mover milhões de mundos,
Jazem ainda na estática do Nada!

É o soluço da forma ainda imprecisa...
Da transcendência que se não realiza....
Da luz que não chegou a ser lampejo...

E é em suma, o subconsciente aí formidando
Da Natureza que parou, chorando,
No rudimentarismo do Desejo!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Vozes da morte

Agora, sim! Vamos morrer, reunidos,
Tamarindo de minha desventura,
Tu, com o envelhecimento da nervura,
Eu, com o envelhecimento dos tecidos!

Ah! Esta noite é a noite dos Vencidos!
E a podridão, meu velho! E essa futura
Ultrafatalidade de ossatura,
A que nos acharemos reduzidos!

Não morrerão, porém, tuas sementes!
E assim, para o Futuro, em diferentes
Florestas, vales, selvas, glebas, trilhos,

Na multiplicidade dos teus ramos,
Pelo muito que em vida nos amamos,
Depois da morte inda teremos filhos!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

Vencedor

Toma as espadas rútilas, guerreiro,
E à rutilância das espadas, toma
A adaga de aço, o gládio de aço, e doma
Meu coração — estranho carniceiro!

Não podes?! Chama então presto o primeiro
E o mais possante gladiador de Roma.
E qual mais pronto, e qual mais presto assoma,
Nenhum pôde domar o prisioneiro.

Meu coração triunfava nas arenas.
Veio depois de um domador de hienas
E outro mais, e, por fim, veio um atleta,

Vieram todos, por fim; ao todo, uns cem...
E não pôde domá-lo, enfim, ninguém,
Que ninguém doma um coração de poeta!

Augusto dos Anjos
ANJOS, A. Eu e Outras Poesias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1998.

⁠Ele te ama. Eu percebi como ele a beija com o olhar.

Como Água para Chocolate (série)
1ª temporada, episódio 1.

Oi, eu sou uma pessoa comum, como você. Se você que estiver lendo isso agora tiver se sentindo um lixo, um fracassado.. lembre que não está sozinho, eu estou com você. Eu passei por comflitos pela minha vida e enfrentei tudo sozinha, todos que dizeram ser meus ''amigos'' me abandonaram, sofri abandono da minha familia também. Eu não sabia oque fazer, eu não tinha pra onde ir, e nem um ombro amigo. Eu esteva desabando na frente de todo mundo mas ninguém percebia. Eu queria gritar, mas eu tava sufocada, eu não conseguia, eu pedia ajuda pelo silencio, pelos os olhos, eu estava quebrada. As pessoas que eu mais amava me machucaram. Mas ei, eu ainda estou aqui. E por mais que ainda seja dificil, eu tenho fé que vai melhorar. Eu estou morrendo por dentro, mas ainda estou de pé.

Inserida por dontcry

⁠Eu te amo mais do que já consegui expressar. Eu te amo mais do que ontem e vou te amar mais amanhã. Eu te amo mais que o universo e as estrelas.

Inserida por pensador

Te procurei por todo canto
Até te encontrar
Pra te dizer que eu não quero mais
Ficar com você.
Peço perdão, não é minha intenção
Em querer te magoar
Mas a verdade entre nós
Deve prevalecer

Acabou o amor, eu não vou insistir
Melhor assim, pra mim não dá mais
Já não tenho sentimento
Te juro e, lamento, eu tentei
Pra mim não dá mais.

Tentei ficar
Tentei te amar
Mas eu não consegui
Mas eu não consegui
Tentei viver
Feliz com você
Mas eu não consegui
Mas eu não consegui

Tentei ficar
Tentei te amar
Mas eu não consegui
mas eu não consegui
Tentei viver
Feliz com você
Mas eu não consegui
Por isso estou aqui
Esse é o nosso fim

Ser gentil com você mesmo é uma das maiores gentilezas.

O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
O menino, a toupeira, a raposa e o cavalo. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.

Pedir ajuda não é a mesma coisa que desistir. É se recusar a desistir.

O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
O menino, a toupeira, a raposa e o cavalo. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.

⁠a ironia da solidão
é que todo mundo sente
ao mesmo tempo