Nosso Amor como o Canto dos Passaros
"Ah o amor...!
- Amar é a gente perdoar o imperdoável e seguir amando como se nada tivesse acontecido..."
Haredita Angel
20.02.24
“Talvez eu não saiba mais expressar o amor como antes, mas isso não significa que eu sinta menos.
Às vezes, só estou cansada de guardar sentimentos que não sabem onde pousar.”
T.Lauren
Amor invisível
Eu amo alguém sem rosto, sem corpo e sem nome. Amo como se o próprio amor me abraçasse. É um sentimento que não sei explicar, mas sinto, com certeza, que ele existe. Está em algum lugar deste mundo ou talvez além dele. É como se nossas almas se reconhecessem nessa travessia silenciosa, ainda sem encontro, mas já entrelaçadas no invisível.
Não é como o amor carnal. É encontro de essência, de espírito, onde não há distância nem tempo. Ali, nos reconhecemos, nos entregamos, e nos alimentamos desse laço sutil.
Assim como o corpo precisa do alimento físico, a alma também busca o seu sustento. E é nesse amor invisível que ela se fortalece, se nutre e continua a existir.
O encontro com o verdadeiro amor,
É como raspar o tacho que foi preparado um doce,
Já sabendo o quão sera gostoso.
Assim como o amor a Deus começa com o ouvir da Sua Palavra, o início do amor pelos irmãos é aprender a ouvi-los.
O meu Amor será como à brisa, que você sentirá, mais não tocará.
A vida trouxe muitas tristezas e dores, que afetou à alma, e acabei por me tornar um espírito vagante nas noites frias e sombrias.
O Amor parecia ter se perdido.
O brilho se transformou em uma plena escuridão.
Os dias, os meses, os anos se passaram, e a única coisa que restou, foi seu espírito indo e voltando todos os dias em sua casa.
(Só que quando lá chegava, nada encontrava.)
Talvez sua razão juntamente comseu coração, acreditava que ainda poderia encontrar seu Amor pela última vez!
Eu sou todo amor. Não como uma gota no oceano, mas como um oceano numa gota. Embora excessos sejam ruins, é mais válido a sobra do que a falta quando o assunto são sentimentos.
O amor incondicional é a única linguagem que o universo reconhece como prova de autenticidade, ele se manifesta na súplica desarmada de quem prefere a dor da ausência à vista da destruição do ser amado. É um instinto primitivo e divino que transcende a lógica da posse e a vaidade do direito, ensinando que a conexão verdadeira não se rompe, mesmo quando o objeto do afeto está em outras mãos. Essa é a essência doadora que sustenta o mundo e que devemos buscar replicar em nossas relações. Olhe para sua vida: quem ou o que você ama o suficiente para abrir mão?
