Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Se o ofício de uns é escrever é porque o seu é cantar direito e, ou, entoar perfeito, no nosso ordenar com as sabedorias do estar, sem inventar, pra não machucar, os alegres caminhantes do comunhar.
Saímos do lugar pra acertar nosso próprio afazer é, que, sem isso, não sei o que farias com teu (tantro) de afazer.
Porquê não podes chorar é a trave que colocaram nas imposições do que se deve olhar e o nosso caminhar fica sem migalhas pra buscar.
Nas descobertas nunca estivemos separados e nosso reconhecimento é no sempre solidificado pra plainar em paz às alvoradas.
Nosso pacto era pra descobrir os concertos que deixamos por fazer, e, acontecemos juntos em reviver, nossas mãos sem nos ancorar pra prosseguir, é uma linda conclusão, pra novas e merecidas emoções aos que saberão por vir.
A consciência dos empinados, realmente foi uma grande preocupação e, que nosso tempo, não sejas apenas os dos relógios.
Se te sinto aqui no peito, tomara que nosso ar, também seja pelo tao, às curas dos rarefeitos.
Claudeth Camões
Têm dias que o presente é o nosso passado amplamente desejado, culundria aos necessitados, retirando dias vagos, pra te dá inteira nas roupas, que não precisas compreender, é simplesmente saúde pra ti ver.
