Nosso Amor como o Canto dos Passaros
A vida é um mar tenebroso, onde navegamos sem conhecer o nosso destino, mas, ainda assim, aceitamos viver a doce aventura de buscar felicidade sobre as ondas infinitas que nos são proporcionadas pelos marinheiros do tempo, a quem chamamos companheiros de percurso, vulgo AMIGOS.
Os amigos em alguns momentos, são o reflexo da nossa alma desencontrados pelo nosso espelho, são a ansiedade desregulada que refletem os nossos anseios a cada dia que vivemos.
O desejo de mudarmos o rumo do nosso País, deve ser a tônica da mente dos jovens, mas, temos de olhar para o progresso sócio-econômico como base e garantia de equilíbrio dos nossos actos, pois, quebrar para depois perder tempo a procurar reparar, é o que tem imperrado a nossa bela NAÇÃO.
A nossa mente é o nosso maior confidente, mas, não consegue guardar um segredo que seja, a capacidade absorvente do coração.
A dor não é uma censura para o nosso coração, é apenas a força sublime dada a nossa mente, que nos transforma em seres melhores e mais bem talhados para enfrentar as adversidades da vida.
O lar confortável da nossa alma é tão-somente a nossa mente, pois, é sobre o nosso pensamento, onde se conserva a essência do que somos e, do que pretendemos ser.
Lapidamos em nosso ser a versão da honestidade que habita em nós, mas, nem sempre conseguimos ser puros, quando as circunstâncias exijam.
A literatura é o cheiro que tonifica o nosso olfato em tempos de crise ... É a vida que vivemos em dias de solidão.
Os ventos que sopram sobre o nosso rosto envelhecido pelo tempo, não nos fazem voltar à adolescência, mas, nos faz lembrar que para frente é o caminho e, que a nossa marcha será apenas para o infinito.
Grudamos o nosso sonho em nossas mentes, mas, sofremos o desalento, por não conseguirmos realizar os nossos propósitos com reverência.
Em vão te entreguei o meu corpo, nas noites frias do inverno do nosso sentimento teus beijos me saciaram completamente, hoje não vivo sem te ter ao meu lado.
O tempo é um rascunho do nosso pensamento, que nos leva a programar o amanhã sob a crença de que existe um futuro, que nem sequer pode vir a se tornar presente.
