Nosso Amor como o Canto dos Passaros
O nosso desenvolvimento pessoal não depende do mundo exterior, depende dos objectivos que traçamos para a nossa vida e das escolhas que fazemos.
Olhamos para o alto e pedimos ajuda para o nosso coração, infelizmente, ninguém nos dá ouvidos por pensarem que somos seres saciados infinitamente pela alegria.
O que o nosso coração expressa não se compadece com a nossa vivência, mesmo que o tempo clame por atenção não há gente que nos escute no mundo capaz de confortar a nossa alma.
O perigo de andar entre os anjos está no facto de não sabermos, quando e quem será o nosso tormento.
As mulheres são o bálsamo que aquecem o nosso coração, são alegria que nos exaltam e a fala que nos consola nas horas mais intrigantes da nossa vida.
Tememos pela bondade que ocupa o nosso coração, livres de mágoas, somos objectos de pura misericórdia.
Somos seres ocasionalmente divinos, que acreditam que o nosso tempo no mundo é limitado sem que nunca alguém tenha confirmado.
Devemos aprender a fazer do nosso pensamento prata e das nossas palavras ouro e somente assim, mundo viverá em paz.
A pior de todas as batalhas de nossas vidas, travamos com o nosso próprio ser, pois, quando pensamos que nos conhecemos o suficiente, descobrimos que pouco ou nada sabemos de nós mesmos.
A tranquilidade para nossa alma e para nossa mente, encontra-se na ignorância do nosso agir, mesmo quando conhecemos a solução concreta para uma situação de pressão psico-emocional.
A dor que se instala em nosso coração, motivada pela decepção de um dia termos amado alguém para quem não tínhamos nenhum projecto futuro para vida é pior que viver solitário pelo deserto da nossa vivência.
Sobre a dependência do tempo, temos o nosso coração, que intensificado pela dúvida de vivermos amando, acabamos por nos transformar em seres quase inutilizados pela amargura da ingratidão.
Para estabilizarmos a economia do nosso País, neste tempo de pressão pandêmica, devemos, antes de mais nada e sobretudo, nos assumir como sendo, patriotas e cidadãos comprometidos com a Pátria e com as famílias mais vulneráveis.
Sobre o nosso sucesso, está escondido o medo do que não queremos perder, mas, na ânsia de buscarmos a prosperidade deixamos o tempo levar a brisa que um amenizou a intensidade do calor que aqueceu o nosso coração.
A lógica alcançada pelo nosso pensamento acerca do mundo, nunca será suficiente para entendermos os fenômenos que abalam a natureza humana.
A única certeza que temos sobre o nosso alento, é o sentimento voltado ao facto, de que todos os seres vivos são mortais.
A independência nos libertou do jugo Colonial e, torno-nos, donos e senhores do nosso próprio destino, por isso, protejamos a nossa liberdade como se da nossa vida se tratasse, respeitando a data mais importante para esta Nação, não banalizando com manifestações, que acabam por desonrar a memória dos muitos dos que tombaram em nome desta terra.
Podemos alertar o nosso Governo dos males que ainda fazem morada na vida de muitos angolanos, mas, devemos viver e celebrar a nossa independência sem muitos alaridos, de modo a buscarmos forças que nos possam levar a alcançar a estabilidade sócio-econômica aí onde parece já não haver esperança.
A independência de Angola deve fazer vibrar o nosso coração, fazer emergir em cada um de nós o sentimento de bem-estar, a honra de ser livres e a vontade de querer tornar esta Pátria num lugar extraordinário para se viver.
