Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Não há adeus sem dor, mas espero que meu adeus possa ser um alívio para a dor que venho carregando sozinho por tanto tempo.
Não me consideres de ser maluco dos malucos, loco dos locos e buro dos buros no ponto de chegar de não a atirar a pedra.
Mas sim me consideres de ser maluco dos malucos, loco dos locos e buro dos buros no ponto de chegar a atirar a pedra.
Sou o ídolo da minha pessoa.
Sou tolerante, admiro a tolerância, o auto controle, dominar o alter ego da arrogância, e mesmo apoderado da verdade, na marga e infeliz verdade, peco como Estrela Dalva, subestimando todos carnalmente presentes, enfim, tolerância, ser tolo e fugir da arrogância a sina dos humildes, minimamente racionais que bloqueiam diariamente a metamorfose maldosa do "adultecer".
Sabe o que eu vejo quando tento dormir?
Eu vejo um barco solitário em uma mar negro e sujo.
Por que isso me tira o sono?
Eu não sei nadar.
Ele deita em sua cama e encara a porta do quarto. Um minuto, uma hora e até uma madrugada.
Suas ações demonstram medo, como se o diabo frequentasse a casa do vizinho.
Alguns vão dizer que ele enlouqueceu. Outros sabem tudo o que o garoto doente viveu.
