Nosso Amor como o Canto dos Passaros
O nosso amor pela Matemática deve ser tão profundo quanto o amor que une pais e filhos. A Matemática acompanha-nos desde o primeiro instante da existência humana, antes mesmo do nascimento. Após a fecundação, recorremos ao cálculo para estimar o tempo de gestação, acompanhar o atraso do período e contar, semana após semana, o desenvolvimento do bebé até à chegada da 40.ª semana, o momento esperado do nascimento.
Quando a vida começa fora do ventre materno, a Matemática continua presente. Medimos o peso, a estatura e acompanhamos o crescimento através de controlos semanais, mensais, bimestrais, semestrais e anuais. Cada medida representa uma informação que permite compreender o desenvolvimento e garantir melhores condições para a evolução do ser humano.
Ao longo da vida, a Matemática permanece como uma companheira silenciosa. Observamos o crescimento através de números, avaliamos as transformações do corpo por meio de medidas e compreendemos diferentes fases da existência através de dados que nos ajudam a interpretar a realidade.
Aos 18 anos, um simples número marca uma nova etapa da vida: a maioridade, simbolizando autonomia, responsabilidade e a capacidade de conduzir a própria existência. Esta fase exige racionalidade, lógica e pensamento crítico, elementos fundamentais da Matemática, cuja essência está na resolução de problemas do contexto real, na tomada de decisões conscientes e na procura de soluções para os desafios da vida.
Mesmo no fim da vida, a Matemática ainda se faz presente. A estatura, uma das medidas que acompanhou o nosso crescimento, torna-se uma referência para determinar o tamanho da última morada do nosso corpo.
Assim, a Matemática é como os nossos pais: recebe-nos desde o início da nossa jornada, acompanha o nosso desenvolvimento, ajuda-nos a crescer, compreender o mundo, resolver problemas e enfrentar os desafios da existência. Ela não é apenas uma ciência dos números; é uma linguagem universal que revela, organiza e interpreta a história da nossa própria vida. (FURUCUTO, P. D., 2026)
Talvez não haja Dor que supere a de beijar a Testa Gelada do nosso Grande Amor num caixão.
Há despedidas que não encontram palavras suficientes.
O silêncio pesa muito mais do que qualquer discurso, e o coração tenta aceitar aquilo que a alma insiste em negar.
Nesse instante, compreendemos que o verdadeiro amor não se mede apenas pelos dias felizes, mas pela imensidão da saudade que fica quando a presença vira memória.
Quem ama de verdade, nunca está preparado para dizer adeus.
Restam as lembranças dos sorrisos compartilhados, das mãos entrelaçadas, dos sonhos construídos e da gratidão por cada momento (com)partilhado.
A morte pode até interromper uma história nesta terra, mas jamais poderá apagar um amor que marcou uma vida inteira.
Hoje, entre lágrimas, medos e saudade, só consigo dizer:
Vá em paz, amor da minha vida, Célia Maria!
E, mesmo com o coração dilacerado, elevo meus olhos aos céus e agradeço:
Gratidão, Pai Eterno, Pai Amado, por ter me emprestado a mulher da minha vida por mais de três décadas.
Que eu tenha forças e hombridade para honrar tudo o que vivemos, e para carregar comigo o legado de amor que ela deixou.
Talvez uma das maiores provas de que o amor existe seja exatamente a tamanha intensidade da dor da despedida.
E, talvez, não haja dor que supere a de beijar a testa gelada da pessoa mais amada da sua vida num caixão.
Vá em Paz, amor da minha vida!
Vem amor, quero sentir teu calor
Te acariciar e reviver o nosso amor
Faça qualquer coisa näo mereço ir ao doctor
O pessoal, agora acha-me anormal
De tanto amar-te, minha vida corre mal
Veja que estou perdido precisando de assistência
Agora aqui cantando, pedindo em clemência
Que voltes para mim, eu ja ganhei coisnciência
Eu sei que para amar-te é preciso competência
Inteligência, digo e paciência
E quando um novo amor surge em boa hora? Sim, naquela hora em que tudo é dor e o nosso coração desiludido e em pedaços, sangra? Ah, são nessas horas que percebemos o quanto vale a pena manter viva a esperança e acreditar nos sonhos que guardamos na alma! A vida é mesmo uma caixinha de surpresas! E nessas idas e vindas entre amar, sonhar e se decepcionar, reencontramos o amor! Ou o amor nos reencontra? Não sei ao certo. O que sei é que amar e sentir-se amado ainda é a melhor coisa do mundo!
O vazio é preenchido pela curiosidade de quem olha.
Vamos preencher nosso final de semana de amor, alegria e felicidade.
Uma final de semana BEM FELIZ, meu CARINHO, TERNURA, AMOR!!!
Você concorda que todo nosso amor, nosso sentimento o vento carregue um pouco para as pessoas que não tem?
Quando a gente encontra nosso primeiro e único amor, o nosso coração solta fogos por dentro, ele bate desesperadamente parece que vai sair pela boca, nossas pernas tremem, nossas mãos soam e o mais interessante elas se encaixam perfeitamente assim como a minha e a sua.
Deixa-me...construir... o nosso ninho de amor...permita-me... ser o seu amor...não fuja do que é seu...pois eu preciso que... me diga...quero...e vou lhe amar.
Vamos iniciar nosso final de semana vivendo O amor verdadeiro.
O amor verdadeiro é de dentro prá fora, toca o corpo, mas envolve a alma.
Eu sei tudo pode acontecer eu sei nosso amor não vai morrer
vou pedir aos céus você aqui comigo vou jogar no mar flores prá te encontrar...
Nos amamos mais a cada dia,nos descobrimos,nos conhecemos!O nosso amor vai de encontro ao desamor deste mundo, que cada vez se torna mais frio... Estamos como prova de que jovens casais podem assumir uma união e não se separar quando chegam as adversidades.
Ah, esse amor! Esse nosso amor que me tira o fôlego, me vira o avesso, me sussurra frases insensatas ao pé do ouvido...
O amor busca uma essência que está além da compreensão de nosso campo de visão ou da capacidade de nosso intelecto lógico.
O nosso amor não é feito faz de conta,que tudo sempre termina bem
Mas também não é feito de puro Realismo afagado em finais mortíferos
Somos feitos de tristeza e dor
De alegria e amor.
Às vezes somos meio assim, embaralhados
Esbarramos em nossos próprios pés
Tropeçamos em nossas próprias armadilhas
E a sorte é que sempre caímos juntos aos pés de Deus.
E se juntos estivermos
Juntos seremos fortes.
A metade de você serei eu
E a minha metade,
Sem nada,
Sem corte,
Será você por minha sorte.
Passamos anos da nossa vida em busca de um verdadeiro amor, ai um dia sem saber esbaramos no nosso sonho mas as vezes estamos tao perdidos em expectativas que a oportunidade passa.
Muitas vezes ficamos cegos com as coisas que queremos e não vemos o que esta na nossa cara e talvez amanha seja tarde de mais pra voltar atras então não deixe o medo de arrisca fazer com que você perca aquilo que tanto sonhou.
O nosso silêncio enquanto ficamos nos olhando, diz tudo. Nosso amor fica tão presente no ar. Acabamos fazendo um escudo, uma barreira protetora. Você abriu a porta do seu coração pra mim, e eu fiz o mesmo. E nossas almas se invadiram. Seus olhos refletem os meus. Meus lábios sussurram o nome do meu amor. Você é o que de melhor a vida poderia ter me dado. Não diga nada, só me beija. Não se preocupe com o tempo, com a distancia e nem com as pessoas ao nosso redor… só me beija. Pra que você tenha a certeza de que esses lábios só querem os seus. E de que esse coração, só precisa do seu para bater.
