Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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Como não haveria de ser eu um Lobo da Estepe e um mísero eremita em meio a um mundo cujos objetivos não compartilho, cuja alegria não me diz respeito! (...) E, de fato, se o mundo tem razão, se essa música dos cafés, essas diversões em massa e esses tipos americanizados que se satisfazem com tão pouco têm razão, então estou louco. Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes – aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem alegria nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível.

Boa Noite......

A vida é cheia de surpresas, as vezes me pego refletindo, como deixei passar isso, como não enxerguei aquela pessoa a mais tempo, ai lá na frente você junta tudo, para, conversa com Deus e vê que lá no fundo bem escondido ainda trata certas situações com dois pesos e duas medidas. Triste conclusão.

Josué ao contrário de Moisés, nasceu como escravo, no Egito, não cursou nenhuma universidade, nunca havia entrado num palácio e nem falado com o rei, PORÉM, tinha uma virtude: era temente e fiel a Deus.

Para encerrar a conversa, a entrevistadora fez a última pergunta: “Como é que você se definiria?”
Êta pergunta impossível de ser respondida! Porque definir, como o próprio nome está dizendo, vem do latim finis, fim. Definir é determinar os limites. Mas sei eu lá quais são os meus limites!
Para respondê-la, eu teria de encontrar uma frase que não fosse definição, que apontasse para o sem limites. Aí eu me lembrei da frase que Robert Frost escolheu para sua lápide e disse que aquela era a definição de mim mesmo: “Ele teve um caso de amor com a vida”.
Quero que estas sejam as palavras na minha lápide.

(de “Ostra feliz não faz pérola”)

A liberdade não se perde de uma vez, mas em fatias, como se corta um salame.

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída ao economista Friedrich Hayek, mas não há indícios que confirmem essa autoria. Acredita-se que o pensamento seja a adaptação de uma frase de David Hume.

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"Aumenta o peso do carma,sua alma perde o brilho como o cristo derruba lágrimas a cada puxão de gatilho o filho do criador vê que assim não tá certo e como nosso redentor se mantem de braços abertos"

Portanto, para vivermos entre os homens, temos de deixar cada um existir como é, aceitando-o na sua individualidade ofertada pela natureza, não importando qual seja. Precisamos apenas de estar atentos para a utilizar de acordo com o permitido pelo seu gênero e pela sua condição, sem esperar que mude e sem condená-la pura e simplesmente pelo que ela é. Eis o verdadeiro sentido do provérbio: “Viver e deixar viver”.

NOSSOS SONHOS

Como balões colridos
que pelo alto se vão
são nossos sonhos de vida
que saem do coração
vão subindo
às vezes sumindo...
Temos que segurá-los
com teimosia agarrá-los
presos ao nosso barbante
Evitar que fiquem distantes...

mel - 1107/11

Lembre-se de que seu sucesso depende de você. A escolha é sua, você pode agir como vítima, como fracassado ou assumir uma atitude perseverante, vitoriosa.

“ Ele se manifesta tanto nas grandezas cósmicas como no mais simples atos da vida. No cantar dos pássaros, numa brisa leve, no sorriso puro de uma criança... Por isso não queira compreendê-lo (limitá-lo). Apenas sinta Deus, valorize a cada instante a sua vida em comunhão com o Pai.”

Com jeito se leva o mundo, de tudo o jeito é capaz; o caso é ajeitar-se o jeito, como muita gente faz.

Ela andava reclamando da forma como ele fechava as portas, "Não bate! Vira a maçaneta e puxa!", ele vinha implicando com o tempo que ela mantinha aberta a geladeira, "Pensa antes no que você quer, depois abre!". Quando ela dirigia, ele ia cantando as marchas, feito um técnico no banco de reservas: "Quarta!", "Terceira!", "Quinta! Oitenta! Bota a quinta!". Quando ele dirigia, ela desdenhava dos caminhos como um Waze contrariado: "Por que cê tá subindo a Augusta?! Pega a Nove de Julho!". "Não, Rebouças não! Rebouças nunca! Vai pela Gabriel!". No dia em que discutiram feio a respeito do lado certo para começar a descascar uma mexerica -"Por cima! Todo mundo sabe! Aquele engruvinhadinho tá ali pra isso!" versus "Por baixo! É uma dedada só, puft!"- decidiram que era preciso diminuir a convivência.

Passaram a jantar em horários diferentes. A ler cada um numa poltrona, em vez de dividirem o sofá. Às terças, ela ia ao bar com as amigas. Às quintas, ele jogava futebol. Melhorou, mas não resolveu. Ele resmungava do cheiro de fritura com que ela se deitava na cama. Ela o reprimia pelas roupas suadas, espalhadas no banheiro. E, quanto às mexericas, bem, continuavam irredutíveis.

Decidiram, então, dormir em quartos separados. À noite, se despediam e iam cada um prum lado do corredor. Ele via a série dele, ela via a série dela. Em algumas noites, até, viam a mesma série, mas cada um dando pause quando quisesse, botando legenda na língua que bem entendesse -antes, ela sempre queria pôr em inglês, "pra praticar", ele sempre queria pôr em português, "pra entender": acabavam nem praticando nem entendendo, mas discutindo. Mesmo em quartos separados, as rusgas continuavam. Ele precisava parar o carro atrás do dela, à noite, atravancando sua saída, de manhã?! E custava muito a ela botar o iPad dele pra carregar, depois de ler o jornal, vendo a bateria no vermelho?!

A solução, acreditaram, era morar cada um numa casa. Voltariam a ser namorados, cada um com o seu mundinho, como na época da faculdade. Foi bom por um tempo, mas -de novo- não resolveu. Ele atrasava pro cinema. Ela discordava do restaurante. Na casa dele não tinha os cremes dela. Na casa dela não tinha as lentes dele.

Um belo dia, que de belo não teve nada, tiveram de admitir que a convivência era impossível. Sempre haveria algum incômodo, algum detalhe, alguma idiossincrasia de um a pinicar a paciência do outro. A saída era se separar. A distância acabou com os velhos problemas, mas criou um novo, imenso: eles se amavam, sofriam vivendo sozinhos. Não que quisessem voltar. Sabiam que de briguinha em briguinha, de discussão em discussão, o caldo entornaria, mais uma vez.

Então chegaram, enfim, à conclusão de qual seria a única forma da relação funcionar, sem picuinha nem saudade: nunca terem se conhecido. Se apenas imaginassem um ao outro, amantes ideais, pairando no éter, num mundo sem marchas, sem Rebouças, sem mexericas, sem legendas, sem geladeiras, sem cremes, sem lentes, sem carros atravancando a garagem e sem baterias de iPad avisando que resta apenas 10% da carga assim que o jornal acaba de ser baixado, seriam felizes para sempre.

Poesia

Me perguntam o por que de eu chorar todos os dias .
Mas não tem como mostrar minha alma cheio de feridas .
Eu espero elas virar cicatriz .
Mas a cada dia que passa é mais um dia que vou ficando infeliz.
Eu não To aguentando mais essa dor me torturando .
Queria ir no medico para ver se tem uma anestesia .
Mas oque me acalma é escrever essas poesias.

Foi tentando acertar, que eu errei, e hoje quem mas amo jamais esquecerei, mas te ele como amigo e a mesma coisa de dizer o que sinto nao tem valor, e nem importancia, nao sei se consigo

Entrevistar funcionário que esta saindo da empresa demitido é como entrevistar jogador saindo do campo derrotado, ele nunca tem culpa pela derrota ; influenciado pelo lado emocional as palavras saem pela emoção e não pela razão..

Seus soldados me bateram! Você me mantém aqui como uma prisioneira! Você me ameaça! Você ameaça me matar! Você não me dá nenhuma liberdade e ainda diz que se preocupa comigo?

" O sono é o ensaio diário para a morte, assim como o despertar é o exercício constante para eternidade."

Eu me voluntario, eu me voluntario como tributo!

Desvia o foco do teu olhar…
como vinho, posso te embriagar.
Como mar, posso te fazer flutuar.
Como a água, posso te afogar.
Como o fogo, posso te queimar.

Desvia o foco do teu olhar…
como uma lança, posso te ferir.
Como um alvo, posso te atingir.
Como um poeta, posso te seduzir.
Como um sonho, posso te iludir.
Como uma brecha, posso te invadir.
Como uma brasa,posso te consumir.

Desvia o foco do teu olhar…
como Deus, posso te conhecer.
Como anjo, posso te proteger.
Como a dor, posso te fazer sofrer.
Como o tempo, posso te envelhecer.
Como o tédio,posso te desfalecer.
...
Desvia o foco do teu olhar!!!

Mas como??
Como eu posso discutir olhando pra esses olhos??! Como posso te contrariar sem me perder nessa constelação, que um dia eu tive a audácia de me aprofundar?
Como reagir a essa boca tão próxima da minha? Estar perto de você se tornou risco de vida.