Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Ela vive a vida como se fosse uma festa, e ela está na lista. Ela olha para mim como se eu fosse uma tendência que ela já superou.(…)Mas sofisticação não é o que você veste, ou quem você conhece ou puxar as pessoas para baixo para chegar onde você quer ir. Eles não te ensinaram isso na escola, portanto, cabe a mim. Mas nenhum vestido vintage te dará dignidade.
Talvez o tempo não corra linear como água saindo de uma torneira... talvez se pareça mais com catchup saindo aos trancos das antigas embalagens de vidro. Talvez o tempo esteja se lixando pro que eu penso dele. Talvez? Certamente.
Não somos corretos como os outros
casais. Para ter noção, nem data de
aniversário de namoro nós temos.
Mas a gente não liga pra isso.
Estamos tão ocupados fazendo cada
segundo juntos valer a pena, que vai
chegar um dia, pode ser daqui a
1 ou 2 anos, quem sabe, que vamos
nos dar conta do quão corretos
um para o outro nós somos.
Se eu fosse tu,
e tu fosse eu,
eu seria tu,
e tu seria eu,
como eu não sou tu,
e tu não é eu,
eu amo tu,
e tu ama eu.
É...
Como a distância nos faz sofrer as vezes.
Principalmente quando houve uma distância entre duas pessoas amadas.
Mas distância na verdade não significa lá muita coisa,
porque quando duas pessoas se amam de verdade,
não há distância que os separe.
Como é que algumas pessoas simplesmente caminham pela vida arrastando suas mentiras com elas e destruindo tudo o que tocam?
Quando tiveres de realizar qualquer ação, considera como Deus a fez, ou como a faria; imita o Seu exemplo.
Fingir que seu coração não está partido é como juntar cacos de vidro com as mãos, em algum momento você acaba se ferindo.
Eu pensei que por algum motivo, eu pudesse ser diferente na vida deles. E me trataram como qualquer um.
Acho que fiquei tempo demais lendo o “Caras como eu”, acabou me dando inspiração demais, ou talvez seja só a minha T.P.M. ultra carente que queira se manifestar.
Mas inspirada no título... Meninas como eu, são assim, complicadas de se decifrar, mas não somos impossíveis, talvez quando a gente chore, ou quando xingamos até a 18ª geração dos nossos namorados, na verdade nós estamos simplesmente querendo um carinho.
Meninas como eu, dormem com dois travesseiros (ou mais), um pra apoiar a cabeça (em alguns casos, esse é o mais alto, pra dar a sensação de “peito de namorado”), e um do lado, pra que quando acordarmos, a cama não seja tão vazia quando ele não estiver por perto. Meninas como eu, gostam de quando eles ficam bravos e nos censuram de todas as formas, mas não conseguimos dormir se essa raiva durar até a hora do “boa noite”.
Meninas como eu, sussurram o nome dele bem baixinho ao acordar, enquanto abraça bem forte a primeira coisa macia e aconchegante que surge pela frente (aí a funcionalidade do segundo travesseiro ou daquele ursinho de pelúcia).
Sonhamos com o gosto do beijo dele, com o toque suave de suas mãos, com aquele cafuné que faz qualquer mulher dormir feito um anjo em questão de minutos. Pedimos em segredo para que o som da nossa voz seja eternamente uma melodia soando suavemente nos ouvidos deles, pedimos que o brilho dos nossos olhos seja sempre o motivo que os faz sorrir, que o silêncio seja sempre sinônimo de paz e de aconchego, que a ternura e a harmonia nunca nos abandonem.
Meninas como eu, têm a sorte de encontrar tudo aquilo que sempre sonhou, onde menos esperava e quando menos esperava, porque o choque é arrebatador, é absurdamente envolvente e arranca qualquer possibilidade de voltar atrás.
Meninas como eu, têm o seu coração tomado por um ser especial que chega como quem não quer nada, e vem roubando a atenção, vai dominando os pensamentos e todos os desejos. Meninas como eu, dizem para si mesmas “eu odeio ele”, mas quando ele liga, o coração tenta sair pela boca, a doçura da sua voz envolve a alma e você se dá conta de que ele é tudo o que você quer para todos os dias de sua vida, e é ele quem vai ocupar o espaço ao lado do seu, na sua cama, por todas as manhãs que estarão por vir.
Ele é chucro e fala manso como roceiro. Ele é rústico e machista. Ele é sem educação quando quer e um doce (quando quer também). Ele pisa, joga na parede, não liga, é ignorante e se estressa fácil. Ele pega todas, é micareteiro, e festeiro. Curte uma cerveja como um bom brasileiro e um whisky como um inglês. Ele gosta de mato, de estrada e de asfalto. Gosta de loira, morena, ruiva. Gosta de rave, moda de viola e um axé, mas não dispensa uma boa cama e um ar condicionado ligado. Gosta de sol, praia, badalação, mas não dispensa uma pescaria. Carro é sua paixão, mas um boa moto lhe deixa louco. É responsável, esforçado e estudioso. Carinhoso com quem quer. Não mede palavras. Ama a família mais que a ele mesmo. Pensa no futuro. Vive o presente. Mas ele é burro. Burro e besta. Porque todo mundo vê o quanto sou apaixonadinha. Menos ele.
E de repente me sentia protegido, você sabe como: a vida toda, esses pedacinhos desconexos, se armavam de outro jeito, fazendo sentido.
Hoje choveu.
No silêncio do quarto choveu. Choveu como nunca havia chovido antes.
Apenas choveu.
As nuvens já estavam carregadas há um tempo.
Temporal.
Torrentes de água.
Levou-me.
Lavou-me.
Vendaval em meu quarto.
Enquanto o sol brilhava lá fora.
“Escrevendo, como faço nesse instante, realizo a vontade dos deuses que me deram a oportunidade de viver. E assim sendo, também me realizo pessoalmente pois relato em frases a insanidade que é esse mundo, a vida!”
"Eram os braços dela que estavam em mim como um cobertor, me aquecendo, e me confortando. Era a voz dela que eu ouvia dizer coisas no meu ouvido. Sussurros de conversas, sentimentos; uma possibilidade de felicidade. E além de tudo, era por ela, que meu coração vinha batendo agitado, como nunca havia batido com tanta intensidade por nenhuma outra pessoa. Quase explodindo em mil fragmentos, só de imaginar que a qualquer momento eu poderia perder tudo aquilo, o abraço, a voz, o beijo... Então eu fiquei em silêncio por um bom tempo, pra não despertar todos aqueles sentimentos bons, daquele suposto sonho, que eu desejaria ter pro resto da minha vida."
A vida é como uma Redacao. A introdução se faz estudando,o desenvolvimento se faz vivendo e a conclusao se faz ensinando.
