Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Queria não desistir
Desistir de sonhar
Desistir de amar
Desistir de ser feliz
Mais como não desistir?
Como não parar?
Se sou tão fraco?
Sou arrogante!
Por não me
amar demais,
Sou frio, por não
Ter esperança.
Mais como não desistir
De tudo, pois o que é mais
Belo no mundo o próprio
Homem esta a destruir,
Como não desistir
Se as pessoas estão deixando Deus
De lado e estão buscando forças em outros deuses?
Como não desistir, se as pessoas não estão
Mais a ligar para a letra da música?
Como não desistir se as pessoas não lêem mais
As poesias.
Como não desistir se as pessoas se conformam
Com esse século, cheio de homens amantes de si
Mesmo, homens que só busca bens matérias,
Mais não busca o bem espiritual que é o Deus vivo.
Como não desistir, se eu próprio quero desistir?
Como?
Tento fazer tudo, mais muitas das vezes acabo não fazendo nada
E acabo a desistir!
Você não imagina como fiquei feliz ao receber a sua mensagem.
Saiba que você é uma pessoa que admiro muito, alguém realmente especial, e receber esta surpresa fez o meu dia muito mais feliz.
Tomara que a gente continue assim, sempre trocando gestos de amizade e consideração.
Acho que a gente deveria viver assim, distribuindo palavras amigas e fazendo com que o amor se alastre pelo mundo.
As palavras são impregnadas de vibrações, por isso não devemos perder nenhuma oportunidade de manifestar bons sentimentos.
Seja muito Feliz...
...e Obrigado(a)!
Dê um voto de confiança para si mesmo e acredite na sua capacidade. Não tem como os outros acreditarem em você se não fizer isto primeiro.
— Quero beijá-lo mais uma vez antes de morrer.
Os olhos dele se arregalaram. Azuis como o mar e o céu no sonho de Tessa, quando ele caiu longe dela, azuis como as flores que Sophie colocou em seu cabelo.
— Não...
— Diga nada que não seja sincero — concluiu para ele. — Eu sei. Não estou dizendo. É verdade, Will. E sei que pedir isso ultrapassa todos os limites plausíveis. Sei que devo parecer um pouco louca. — Tessa olhou para baixo, depois para cima outra vez, reunindo coragem. — E se você puder me dizer que pode morrer amanhã sem que nossos lábios voltem a se tocar, e que não lamentará nada, então me diga, e desisto, pois não tenho direito...
As palavras de Tessa foram cortadas, pois ele a pegou e a puxou contra si, tocando a boca na dela. Por uma fração de segundo, foi quase doloroso, afiado de desespero e uma fome quase descontrolada, e ela sentiu gosto de sal e calor na boca, e o engasgo da respiração de Will. E então suavizou, com um controle forçado que ela pôde sentir por todo o próprio corpo, e o roçar de lábios contra lábios, a ação recíproca de línguas e dentes, intercalando dor e prazer em um espaço de instantes.
Na varanda dos Lightwood, ele foi tão cuidadoso, mas agora não estava sendo. Deslizou as mãos pelas costas de Tessa, passando os dedos por seus cabelos, agarrando o tecido solto nas costas do vestido. Ele quase a levantou, de modo que os corpos se tocassem; ele estava contra ela, o comprimento longo do corpo de Will ao mesmo tempo rígido e frágil.(...) Ela segurou firme nas costas e nos ombros de Will enquanto ele a carregava para a cama e a colocava ali. Tessa já estava descalça; ele tirou as botas e deitou ao lado dela. Parte do treinamento de Tessa foi sobre a remoção do uniforme, e as mãos dela foram leves e velozes sobre a roupa dele, soltando os fechos e a puxando de lado, como uma concha. Ele a descartou impacientemente e se ajoelhou para soltar o cinto de armas.
Tessa o observou, engolindo em seco. Se fosse mandá-lo parar, a hora era agora. As mãos cicatrizadas de Will eram ágeis, abrindo as presilhas, e quando ele virou para deixar o cinto cair ao lado da cama, a camisa – molhada de suor e grudando nele – deslizou para cima, exibindo a curva oca da barriga, o osso arqueado do quadril. Ela sempre achou Will lindo, os olhos, lábios e rosto, mas nunca tinha pensado em seu corpo assim. Mas a forma dele era bela, como os planos e ângulos de David, de Michelangelo. Tessa se esticou para tocá-lo, passar a mão, suave como seda, na pele dura e lisa da barriga de Will.
A resposta dele foi imediata e surpreendente. Will respirou fundo e fechou os olhos, e o corpo ficou totalmente imóvel. Ela passou os dedos pelo cós da calça, com o coração acelerado, sem saber o que estava fazendo – havia instinto ali, guiando, algo que não conseguia identificar nem explicar. A mão de Tessa se curvou na cintura de Will, o polegar tocou o osso do quadril e puxou-o para baixo.
Ele deslizou para cima dela lentamente, apoiando os cotovelos em ambos os lados de seus ombros. Seus olhos se encontraram, se sustentaram; tocavam-se por toda a extensão dos corpos, mas nenhum dos dois falou. A garganta de Tessa doía: adoração, melancolia, na mesma intensidade.
— Beije-me — falou.
Ele se abaixou lentamente até os lábios apenas se tocarem. Ela se curvou para cima, querendo encontrar a boca dele com a sua, mas ele recuou, acariciando sua bochecha com o nariz e passando os lábios no canto da boca de Tessa – em seguida, pela mandíbula até a garganta, provocando pequenos choques de prazer pelo corpo da jovem.
Ela sempre pensou nos próprios braços, mãos, pescoço, rosto como coisas separadas – que a pele não fosse a mesma que encobria tudo, nem que um beijo na garganta pudesse produzir efeitos até as solas dos pés.
— Will.
As mãos dela puxaram a camisa dele, que cedeu, com os botões arrancados, e a cabeça dele balançou para se livrar do tecido, todo cabelos selvagens, todo Heathcliff nos pântanos. As mãos dele foram menos certas no vestido dela, mas ele também o retirou, por cima da cabeça, e o descartou, deixando Tessa de camisa e espartilho. Ela ficou imóvel, chocada por estar tão despida na frente de alguém além de Sophie, e Will lançou um olhar selvagem para o espartilho que foi apenas em parte por desejo.
— Como... — perguntou ele. — Isso sai?
Tessa não conseguiu se conter; apesar de tudo, riu.
— Ele é amarrado — sussurrou ela. — Nas costas.
E conduziu as mãos dele até que os dedos encontrassem as fitas. Então ela tremeu, não de frio, mas pela intimidade do gesto. Will puxou-a contra si, agora com suavidade, e a beijou mais uma vez na linha da garganta, e em seu ombro, onde a camisa o deixava exposto, com o hálito suave e quente contra a pele dela, até que ela estivesse respirando com a mesma intensidade enquanto as mãos o acariciavam nos ombros, nos braços, nas laterais. Ela beijou as cicatrizes brancas das Marcas na pele de Will, envolvendo-o até se tornarem um emaranhado quente de membros e ela engolir as arfadas de Will.
— Tess — sussurrou ele. — Tess... se quiser parar...
Ela balançou a cabeça em silêncio. O fogo na lareira já estava quase extinto outra vez; Will era todo ângulos, sombras e pele dura contra ela. Não.
— Você quer isso? — A voz dele soou rouca.
— Quero — respondeu. — E você?
O dedo dele traçou o contorno de sua boca.
— Por isso, eu seria eternamente condenado. Por isso, eu abriria mão de tudo.
Ela sentiu o ardor por trás dos próprios olhos, a pressão das lágrimas, e piscou cílios molhados.
— Will...
— Dw i’n dy garu di am byth — disse ele. — Eu te amo. Sempre.
E se moveu para cobrir o corpo de Tessa com o seu.
As pessoas não seriam melhores se fossem como queremos, como também não seríamos melhores se fossemos como as pessoas querem. Deus nos aceita como somos, mesmo que tenhamos que melhorar sempre.
Traição
Você já sentiu uma dor
Maior que a dor da solidão?
Uma dor que dói tudo
Como a dor da desilusão
É a dor mais dolorida
É a dor da traição.
É uma dor tão doída
É uma dor tão cruel
É uma dor desmedida
Mais amarga do que o fel
Parece que estás sendo pisada
Por um imenso quartel.
É a dor mais doída
É uma dor tão intensa
Quanto mais você quer esquecer
Mais nela você pensa
Dói tudo, dói corpo e alma
Como pode ser assim tão imensa?
Essa dor eu já senti
Por isso quero falar
É uma dor tão terrível
O coração parece que vai parar
Chorei tanto e pedi a Deus
Para essa dor Ele curar.
Parece até mentira
Mas isso aconteceu
A dor aos poucos passou
O sofrimento adormeceu
A paz finalmente voltou
Ao pobre coração meu.
Hoje estou muito feliz
Com a graça de Deus
Encontrei um novo amor
Que realiza todos os sonhos meus
Agradeço todos os dias
Pelos carinhos seus.
Sábio foi o homem que escolheu o silêncio como forma discução. O silêncio é o argumento dos sábios. Certas coisas não valem as palavras, ou até mesmo os gritos. Certas coisas são tão insignificantes que não valem um espaço no pensamento, nem mesmo um pouco de raiva. Como uma crítica mal feita, mal elaborada. Certas coisas não valem o esforço de uma atitude drástica. Sábio é aquele que escolhe o silêncio como arma. Na madrugada gelada o silêncio é o cobertor dos mendigos. Na tarde chuvosa o silêncio é som da leitura. O silêncio é uma oração, um credo, um amém. O silêncio é desespero, é calmaria, é tempestade, é garoa; O silêncio é o livro dos sábios, é o prefossor da criança psicopata e o amigo do escritor romancista. O silêncio é a guerra interna que acontece dentro de mim.
No fundo eu sou de mentira, assim como você. E não é uma identidade que nos tornará real. Falta em você algum brilho, alguma individualidade, algo que te faça especial. Em mim esse brilho sobra e eu saio por aí espalhando, como se fosse bonito se perder em todo mundo só porque meu corpo não é suficiente pra me abrigar. E nós seguimos sendo nada, sendo só rosto marcante e nome fictício, enquanto você não descobre que eu leio sua insegurança e me disponho a curá-la e eu tenho preguiça de dizer.
Não possível amar tanto alguém que você nem conhece pessoalmente, como é possível se sentir tão bem ao conversar com alguém que está a quilômetros de distância. E é a pior sensação do mundo saber que não posso te abraçar, tocar em você, te sentir do meu lado. Eu adoro conversar com você, falar com você me deixa feliz...
Vai lá boba, manda mais uma mensagem, como se ele não tivesse recebido todas as ultimas. Enche a caixa de entrada do celular dele, como se isso fosse fazê-lo sentir algo por você além de enjoo. Enjoo do teu exagero, enjoo de quem insiste em dançar sem musica, sem ritmo, sem dança, sem pista, sem par, que tal se valorizar?
“Transição é movimento de um ponto da vida para outro diferente. E pode ser como um túnel sombrio e assustador. Mas é preciso atravessá-lo. Pois o que te espera lá… pode ser glorioso!”
Procure falar pouco, mas bem. Como é triste aqueles que tentam compensar a falta de profundidade com a extensão...
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
