Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Quando as pessoas entenderem o real significado da palavra Amor e tudo o que nela contém, ninguém irá ferir ninguém.
Acabei de perceber que quando escrevo, meus pensamentos sempre se revelam na realidade vivida. Então, o que eu tenho para hoje é: eu quero viver, viver o extraordinário, viver o melhor. Viver tudo aquilo que sonhei, viver com você. Eu quero sim ir embora, mas não da vida, mas sim dessa vida! Me socorra dos braços que não quero, das pessoas que não desejo, dos braços que não me trazem afago, dos beijos que não me trazem amor, o amor propriamente dito.
Vai, vai embora! Muda de Estado, que seja de País. Só que não importa para onde vá você vai sempre me levar, na cabeça, no peito, na alma e no olhar.
Com vontade de dizer o que sinto mas não posso, não por falta de coragem mas pela anulação que as minhas palavras teriam e palavras assim não merecem valores assim.
Ninguém sai da vida de ninguém porque quer.
Simplesmente vai embora porque ali, ela não está mais fazendo a diferença.
Guerras que toparia
Marcas de estilhaços, dos seus abraços, dos seus amassos.
Riscos do seu compasso, daquele frio no espinhaço.
Cicatriz de arranhão, daquele chão, da sua mão.
Estrondo da pulsação ao meu ouvido, seu coração.
Chegadas e partidas, encontros que nos acalmam;
O intenso satisfaz uma vida, mas o amor é que nos cura a alma.
Contatos que não me esqueço, toque suave, sai do eixo.
Encontros que ainda desejo, suave doses dos doces beijos.
Resquício de um precipício, grandes encontros, latentes riscos.
Memórias do apogeu, corpo molhado, desejos teus.
Chegadas e partidas, encontros que nos acalmam;
O intenso satisfaz uma vida, mas o amor é que nos cura a alma.
Murmúrio no meu ouvido, língua molhada, secos sussurros.
Lascívia da flor caliente, seu fogo ardente na minha mente.
Ergo noites e dias, em pensamento, em melodias.
Guerras que eu toparia e iria viver sua euforia.
Chegadas e partidas, encontros que nos acalmam
O intenso satisfaz uma vida, mas o amor é que nos cura a alma.
Ouvir as bombas e as granadas, estampidos de explosão?
Vencer a melhor batalha para ganhar seu coração?
Belisca-me se ainda sentes um palpitar de emoção;
E acorda-me dum profundo sono para viver nova união.
Chegadas e partidas, encontros que nos acalmam;
O intenso satisfaz uma vida, mas o amor é que nos cura a alma.
amor_in_versus
Pegadas
Estar há pequenas milhas as pegadas e digitais da mais perfeita mentira
Que se encobriu pelo escombro sob a égide de simplória ira.
Fostes as cascas que encombrira o machucado das minhas encravadas feridas.
Fétidas como esgotos vomitados na minha tenebrosa ilha.
Se insistir em vitimizar pelo cantarolar de não ter sido suficientemente amada.
encobrindo a falta de dedicação para construir uma relação cultivada.
As curvas sombrias já não esconde o rastro.
Nem a angústia contida numa rede de arrasto.
E se carregas na pele nossas horas de amassos.
E embora tu negues me preparares um enlaço.
Quem parte deixa pegadas,
Quem fica esconde as marcas.
Quem ama sente saudades
Quem foge fica marcada.
Quem ama tem muita sorte
Quando no peito recebe uma flechada
E usufrui até o fim da sua morte
a dádiva de ser muito amada.
As más escolhas a o caminho do amor contrasta.
Quando a reciprocidade exigida é muito pouco doada.
E se o tempo e as milhas não amoleceram a face arredia.
Das gêmeas chamas unidas resta uma conexão vazia.
Se a permissão ao diálogo é uma estrada evitada.
Tu sufocas meu grito entubando as palavras.
No calvario da morte não será perdoada.
Tu negaste minha luz, era tudo, hoje nada.
Quem parte deixa pegadas,
Quem fica esconde as marcas.
Quem ama sente saudades
Quem foge fica marcada.
Quem ama tem muita sorte
Quando no peito recebe uma flechada
E usufrui até o fim da sua morte
a dádiva de ser muito amada.
amor_in_versus
Reticências...
Todo história de amor tem um conto, tem um ponto.
Exclamação, interrogação e reticências.
Eu continuo a pontuar, sei que isso parece inocência.
Pois enquanto tem episódios uso vírgula, ponho aspas, uso dois o pontos.
Mais quando chegar ao final eu te conto.
amor_in_versus
Oh Mar!
Será que eu poderia evitar, fazer boca boca sem lhe tocar, sentir o seu hálito e não beijar?
Oh Mar!
Será que valeu a pena sonhar;
Eu era a lua, você o mar.
Olhar as estrelas e nos amar?
Oh Mar!
Onde foi que eu errei? Se fui muito lento ou procrastinei? Eu certo ou errado, eu juro lhe amei.
Oh Mar!
Sentir que eras vasto e de cabeça me joguei, mas seu amor foi fluido, líquido, raso.
E de tão raso o teu perigo
não atinei e enquanto lhe amava me afoguei.
Oh Mar! Vê se transborda sem me afogar.
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Toc"ar-te"
Am"ar-te"
Beij'ar-te"
Amar é arte
E se é arte é inspiração
Inspirar e ação
É sentir com intensidade, agir e se fazer chegar a um coração.
Seja pois minha vida, minha arte minha inspiração.
A musa que inspira minha ação.
Prometo-lhe com devoção todos os dias dedicar-lhe uma canção.
Cuidar, proteger e AM"AR-TE"
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Você não é o que os outros veem.
Você é o que você precisa ser.
Você é suficiente.
Você é necessário para si mesmo.
SOB A SOMBRA DA BELEZA NO AMOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O amor nasce já ferido.
Não como promessa, mas como necessidade.
Uma carência inscrita na própria estrutura do querer.
Ama-se não por plenitude, mas por falta.
A beleza surge como engano sublime.
Ela se oferece ao olhar como redenção,
quando na verdade é apenas o véu mais refinado da dor.
Toda forma bela carrega em si a sentença do perecimento,
e é justamente por isso que fascina.
O espírito, ao reconhecer o belo, não encontra repouso.
Antes, inquieta-se.
Pois compreende que aquilo que o atrai
jamais poderá ser possuído sem perda.
Amar é desejar o que inevitavelmente escapa.
A consciência, ao amadurecer, percebe
que o amor não promete felicidade,
apenas instantes de intensidade.
E intensidade é sempre sofrimento condensado.
Quanto mais profundo o vínculo,
mais aguda a percepção do fim.
A mística do amor revela-se então trágica.
O sujeito não ama o outro,
ama a imagem que nele desperta sua própria carência.
E quando essa imagem vacila,
a dor emerge não como surpresa,
mas como confirmação da natureza do querer.
Há uma tristeza inerente à beleza
porque ela nos obriga a desejar o que não se fixa.
Tudo o que é digno de amor
é, por essência, transitório.
E a consciência disso não liberta: aprofunda.
Assim, amar é consentir com o sofrimento lúcido.
É aceitar a vigília permanente do espírito
diante de um mundo que não promete consolo.
A grandeza não está na felicidade,
mas na coragem de contemplar o abismo
sem desviar o olhar.
Bom dia.
Quando resgatamos momentos do passado que nos proporcionaram muita alegria, prazer e emoção! Sentimos todo esse potencial Divino no presente e descobrimos ainda: que o amor de Deus nunca se separou de nós e que sempre permaneceu e estará dentro dos nossos corações! Basta nos religarmos com esse Espírito de abundância que envolve, abriga e alimenta todo o universo: todos os nossos pensamentos e sentimentos, para podermos sempre estar felizes, em paz e unidos com essa graça e essa luz, que Cristo nos presenteou.
Amém.
