Nosso Amor como o Canto dos Passaros
... mesmo
uma breve estória
ecoará como expressiva
fração de uma estória maior,
em que, sempre chegamos no meio
e, dela uma vez mais sairmos;
e outra vez retornarmos,
sem que jamais
termine!
... nos
assegura e enobrece
não somente o tempo por nós
sensatamente consumido - bem
como, por toda consistência e
sobriedade despertas
por ele!
... a maioria
esmagadora daqueles ou
daquilo considerado como
'classe política', é composta de seres açucarados, conversadores - que
muito polemizam, contestam,
tudo prometem - no entanto,
dificilmente, entregam
o produto!
... aquilo
que pressupomos como 'caos',
não nos assedia como um'agente
destruidor' - mas, sobretudo, como
um 'elemento renovador' - um caminhar
por vezes íngreme - entre o perecível
quenos desafia e aprimora; e o
imperecível que nos emancipa,
perpetua!
... ao deixar
o túmulo vazio, como
registram as sagradas escrituras,
na verdade, Jesus, o Cristo, não
venceu a morte - em vez disso,
nos revelou a confortante
e soberana imortalidade
do espírito!
... como
é fácil a vida, quando
mostra-se fácil - e quão difícil é,
quando nos dificulta, delimita...
Embora, a grande questão, consista
em diferenciar o que cada situação
possa oferecer como justa
melhoria aos nossos
espíritos!
... o espaço
reservado as nossas
mais secretas afeições e
interesses como espíritos, é
sempre restrito, limitado - visto que,
jamais abraçaremos o mundo - e
mesmo ele, o mundo, num gesto
improvável, somente a nós
privilegiará!
... de fato, muitos
ainda, aqueles quetratam a
eternidade do espírito como algo
improvável -embora, permitam-se a ver,
ouvir, tocar, provar, planejar - a intensamente
viver como se nadapudesse ter fim...
Seria essa uma contradiçãoou a feliz
constatação de um 'gene supremo' que
veladamente embutido em cada Ser
vivente, permite que a vida,tanto cá,
quanto lá, simplesmente aconteça:
aconteça o que
acontecer!
Como sempre digo: prefiro ser uma amiga chata e falar sempre a verdade, do que ser uma pessoa "boazinha" e ser totalmente falsa.
Como uma poeta sonhadora vivendo de sonhos e ilusões, querendo que tudo nessa vida fosse fácil! Que apenas as palavras soassem ao som do coração. Quem triste viverá de solidão se não ter sonhando com a paixão? Caberá a cada um escolher ou fugir da razão. Sinceramente como um louco abandonado jogado sem destino e quem poderia sorrir se não tivesse sorrindo. E nesse to de rima que acabo a minha frase tentando esquecer o passado sem comparar com a sinceridade.
Pessoas são como rosas, cheias de espinhos, frágeis e inseguras.
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Pessoas são doces, únicas e belas, capazes de tornar todos aqueles que a rodeiam igualmente belas.
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Pessoas são fracas porém fortes, pessoas são encantadoras, pessoas são persuasivas e carregam consigo uma fragrância única e avassaladora que as tornam dominantes.
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Pessoas são como água, cheias de esplendor, calorosas, preciosas como a vida. Pessoas são frias, sufocantes e horripilantes como a morte.
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Pessoas são responsáveis pela vida e constroem a harmonia.
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Pessoas são o símbolo de evolução e paz, pessoas escolhem viver em meio a guerra, trazem o caos e representam a morte.
Como ser eu mesmo se a sociedade é o oposto do meu ser? Sinto-me como uma estrela em meia a escuridão.
O choro é como uma música tocada numa frequência única, que é capaz de invadir o meu espírito... Não sei por qual motivo o pronto de alguém consegue me afetar tanto...
Não estou aqui para contar.
Como explicar ?
Você apenas existe,
Que garantia você quer ?
É apenas assim,
Nada que fizer pode mudar.
A criação não pode reescrever o tempo,
Nem mesmo o que passou,
O lugar.
Essa história não nos pertence,
Fazemos parte dela sem entender,
Tentamos ser eficientes.
Não é apenas sobre nós,
Ao mesmo tempo que se destrói,
Ele cresce, se constrói,
Alcança onde não pode se ver,
O criador e o universo,
Antes sozinho, hoje não está só.
A muito a se entender.
Pouco cabe em nossas mentes.
Mesmo com respostas, não irá compreender.
Começo a imaginar.
Como confiar sem se queimar.
Amar sem temer.
Ser feliz ao perder.
O som me motiva.
Sinto que posso continuar,
Que escolha temos?
Só existe o caminho que vamos trilhar.
No início da minha vida,
O que fiz foi sonhar.
Aprendi que nem tudo é possível alcançar.
Mas o que dói é ser sozinho ao lutar.
O mundo mudou,
Não ha amigos para histórias contar.
O assunto é vantagem de quem tirar.
Mentes perversas.
Vazias ao mesmo tempo, frias,
O fogo não pode queimar.
Nem mesmo ocupar.
A inspiração é a dor de quem sozinho está.
A poesia é até bonita,
com a música que estou a escutar.
M83 uma das obras que faz ecoar.
Às vezes, quero apenas estar em uma rocha.
Vendo o por do sol se encontrar com mar,
O silêncio em minha mente,
O barulho do mar,
O barulho e o silêncio juntos a corroborar,
É cômico, parece brincadeira.
Mas é o tipo de coisa que faz a paz nos encontrar.
Admirando a grandeza,
Ao mesmo tempo,
Contemplando o quão frágil é estar,
Estar neste lugar.
Saiba disso, viva com isso , e nunca se esqueça disso! Viva todo dia como se fosse o último, acorde todo dia preparado para morrer e lembre-se, morrer é a parte fácil desse acordo
A arte deve ser encarada como uma plataforma necessária de um espirito livre que vive atormentado pela falta de expressão. A arte não pode ser encarada como um meio de ganhar dinheiro pois o seu valor financeiro da obra de arte, está intimamente ligada a um mercado, que quantifica a originalidade e
qualifica a criação.
Ainda na cidade do Rio de Janeiro como em todas grandes cidades injustas culturais consumidoras e socialmente sufocadas pelo mundo, existe uma conexão cultural magica entre o que aparece na televisão, principalmente nas novelas e os novos hábitos de consumo espalhados nas favelas e periferias. A moda quando explode, pega, agrada e minimamente se transforma em semelhante de baixo custo mas conservando o impacto visual e a identidade, mesmo que por um período efêmero.
Como seria bom se a engenharia de alimentos conseguisse que os produtos mais baratos durassem mais enquanto que os produtos mais caros durassem menos. Com isto resolveria parte da logística contra a fome no mundo.
Os bastardos, miseráveis e sem moral, covardemente alinham se entre si, como uma forma de diminuírem seus erros sorrateiramente perante tudo que seja bom, justo e convencional.
