Nosso Amor como o Canto dos Passaros
Catalogar os cidadãos como de primeira, de segunda e de terceira, é imoral e ilegal.
Todos são cidadãos à luz das Constituições dos Estados modernos; gozam dos mesmos direitos e estão obrigados aos mesmos deveres.
Gestão e Responsabilização devem ter uma relação umbilical como aquela estabelecida entre mãe e filho.
Como pode um Estado com tantos recursos e muito para dar aos cidadãos, dê um pouco aos milhões de pobres e muito aos poucos privilegiados?
Ainda que o reinado da angústia e da tristeza dure muito tempo, como a noite dura seis meses e três dias no Círculo Polar Antártico, ele terá o seu fim.
Quando as forças do mal julgam ter nos vencido e desanimado; eis que ressurgimos das cinzas como a Fênix.
Erradamente a vida é tida como garantida.
Todavia, a vida é dinâmica e mutável.
Aprendemos todos os dias.
Amadurecemos todos os dias.
Mudamos a forma de pensar e encarar a vida todos os dias.
Estamos em constante evolução.
Embelezar a pobreza como se fosse uma virtude, é enganador, falso e instrumental para limitar as capacidades do indivíduo.
A pobreza é uma doença que deve e pode ser curada.
Libertemo-nos das prisões mentais!
Os 500 anos de colonização do continente africano não foram tão perniciosos como têm sido os 174 anos (Libéria) de autodeterminação.
Paradoxalmente, os africanos têm sido a causa da sua própria desgraça.
Nascemos pobres.
Mas, não devemos morrer tal como viemos ao mundo.
É legítimo libertar-se das amarras da pobreza.
E tudo começa com uma mentalidade rica, ou seja, que empodera, inspira e impulsiona.
Nos países subdesenvolvidos ocorre uma proliferação de igrejas e seitas como autênticas ervas daninhas e, infelizmente, têm aderência dos incautos.
Outras vidas
Cabelo ao vento
Tão linda minha gata na beira do mar
Como o verão (verão)
Bem vinda
Seus olhos loucos pra chorar
Marcas de batom pelo corpo
Sorriso da mina mais linda ao meu lado
Era tão perfeito
Antes de você eu vivia um sufoco
Eu era tão louco, é cê nem imagina
Que eu te desejo assim como a areia da praia se sente amada e deseja o mar
Ao passar do tempo eu paro o momento e bem de mansinho eu faço ele voltar
Pra te encontrar
Pra te encontrar
Ler e escrever poemas em seu corpo
Você é poesia, me tira do poço
Penso direto nós dois em uma ilha, você e a maresia me deixando louco
Vem me encontrar
Vem me encontrar
Vem me encontrar
Vem me encontrar
Corpo de mel
Boca de maçã
Olhos avelã
Sabor hortelã
Fã de Djavan
Me tirou de baixo
Mudou minha vida
Me fez dar um salto
E eu pulo tão alto
Que eu toco o céu
Embaixo dos lençóis
Fazia tão bom
Ouvindo o som
Do mar que nos faz
Querer sempre mais
Vai vem me dar um filho
Eu sou seu destino
Você é o meu carma
Vem de outras vidas
Se não viesse eu te buscava
Buscava, buscava
Então vem me encontrar
Ou vou te buscar
É, vem me encontrar
Ou vou te buscar
Vem me encontrar
Ou vou te buscar
Uma mente depressiva é como um rádio sem sinal tentando acessar sua estação preferida... Você até pode ouvir um trecho da sua música, mas as interferências são maiores.
