Nosso Amor como o Canto dos Passaros

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⁠Não levante tão rápido como se fosse perder o próximo ônibus, acorde antes do horário para não se atrasar, desfrute do seu bom ou mau humor, você está vivo meu bem, tem coisa mais gratificante?

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Quando você chegar no fundo do poço, não se preocupe, você vai entender que não tem como mais afundar. E vai repensar o que te fez chegar até ali, e assim que sair, nunca mais vai querer voltar.
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⁠Ver pessoas perfeitas diante de suas imperfeições é tão normal, ver pessoas como Gisele, Shakira e Angelina, se separando e por motivos tão reais... é o mesmo que ter a certeza de que não vem da gente. Vem do homem. O animal mais irracional do mundo.

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⁠Eu poderia passar a eternidade esperando por você...

Mas como eu citei no "passado",

Não, muito obrigado!

Next!!!!!!!!!!!

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⁠Antonio, seu nome é tão antigo como bonito, já percebeu como o dia está lindo hoje? - Sim, você faz parte dele!

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Tome muito cuidado ao sair desistindo das pessoas como se elas não fossem nada, desistir do outro fala mais sobre você do que do outro, pessoas incríveis quando são machucadas não voltam, já pessoas volúveis, sim!

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"Cativai ao próximo como o próximo não cativas a ti"

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Aceito teu desprezo como forma de educação, aceito tua ira, pois não posso alterar tua visão, mas não aceito a sua falta de amor, quando entreguei a ti, o meu coração.

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Ela é como o vento, não sobrevive se não mudar de direção.
Ela não é menina e nem mulher, Talvez seja um anjo transportado do céu.

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Eu não quero ser conhecida como aquela que apenas chora, como aquela que é mais uma no topo das depressivas... Mas como dói as suas atitudes, vejo o seu castelo de mármore, lindo, frio. Chega a dar medo do seu não temer em me machucar. Vejo suas postagens, todas perfeitas, todas lindas e cheias de ilusão. E eu? O que sobrou do meu pobre coração? Estou sofrendo. Como nunca imaginei que viesse a sofrer, não por você.

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Tem dias como exatamente esse, eu mordo meus lábios e respiro profundo pela angustia da decepção, por acreditar que o único ser que não seria capaz de me machucar... Foi o mais doloroso de todos para com o meu sentimento. Sinto como se o meu coração estivesse em cacos, sinto como se algo lindo meu, tenha sido apagado.

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A pergunta correta é: - Como superar?
E não, como esquecer?

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Aceito a vida não como ela é, pois existe muito para ser mudado, mas aceito as maravilhas de viver. E tonar-me dia a dia... Um ser melhor.

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Desejo que qualquer país valha mais a pena do que eu, como eu sei que para você sim, então... Calo-me.

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Acabo de descobrir que estou do lado certo, "estou do avesso", como em um de seus ditos maravilhosos, citou o: Caio Fernando Abreu.
"Mesmo estando ao avesso, descobri que estou do lado certo"

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Ansiosa, nervosa, e sem saber o que fazer, esta próximo o seu retorno. Como poderei esbarrar com você? - Como? - Sem perder o ar, e demonstrar que ainda não consegui arrancar-te da minha cabeça. E muito menos do meu coração.

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"Hoje eu sei, que me entreguei demais, quase como uma cega, vendei os meus olhos com a intensidade do sentimento amor"

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Entendia como a vida funcionava, mas inevitavelmente permitiu-se a viver.

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A INFÂNCIA COMO ESTADO TRANSITÓRIO DA CONSCIÊNCIA ESPIRITUAL.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Na análise doutrinária da infância, conforme exposta em O Livro dos Espíritos, a questão 379º estabelece um princípio fundamental da antropologia espiritual: o Espírito que anima o corpo de uma criança pode ser tão desenvolvido quanto o de um adulto. A diferença não reside na essência do ser, mas na limitação imposta pelo instrumento corpóreo. A organização física infantil, ainda em formação, não oferece meios suficientes para que o Espírito manifeste plenamente suas faculdades. Assim, o grau de expressão do pensamento e da consciência encontra-se condicionado ao estado do corpo, e não à grandeza intrínseca do Espírito que o habita.
A questão 380º aprofunda esse entendimento ao esclarecer que, embora o Espírito possua em si a potencialidade intelectual adquirida ao longo de suas existências anteriores, os órgãos da inteligência, ainda imaturos, não lhe permitem exteriorizar tal patrimônio interior. A infância, portanto, não representa um empobrecimento espiritual, mas uma suspensão funcional da razão plena. O Espírito pensa segundo os limites do organismo que o abriga, permanecendo em estado de latência até que o desenvolvimento fisiológico lhe permita maior expansão intelectual e moral.
Essa condição explica a natureza dos sonhos infantis, geralmente simples e desprovidos de complexidade simbólica. Eles refletem o grau de atividade mental possível naquele estágio da vida orgânica. Não se trata de inferioridade espiritual, mas de adequação entre o princípio inteligente e o veículo material que o contém. A mente, ainda em formação, expressa-se por imagens singelas, coerentes com o nível de amadurecimento cerebral.
A questão 381º esclarece, por fim, que, ocorrendo a morte na infância, o Espírito readquire o seu vigor anterior. A libertação do envoltório carnal devolve-lhe gradualmente a plenitude de suas faculdades. Contudo, essa restituição não se dá de modo instantâneo. Persistem, por algum tempo, os vínculos fluídicos que o ligavam ao corpo, e somente com a completa dissolução desses laços é que o Espírito reencontra sua lucidez integral.
Dessa forma, a infância revela-se, à luz do Espiritismo, como uma fase transitória e pedagógica da existência espiritual. Não é um estado de ignorância essencial, mas um período de recolhimento e preparação. A alma, antiga e experiente, curva-se às leis da matéria para, mais uma vez, aprender, reajustar-se e prosseguir na ascensão moral que lhe está destinada.

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PROBLEMA EPISTEMOLÓGICO: Deus como objeto não empírico.

A epistemologia clássica distingue dois campos de conhecimento:

a) O conhecimento empírico.

Aquele que depende dos sentidos, da observação e da experimentação.

b) O conhecimento racional ou metafísico.

Aquele que depende do pensamento, da inferência lógica, das categorias do espírito.

Deus, por definição, não se insere no domínio empírico não está no espaço, não ocupa matéria, não é capturável pelos sentidos.
Logo, não entra como objeto de experimentação nos moldes da ciência natural.

Kant já dizia:

Não podemos conhecer Deus como fenômeno, mas podemos reconhecê-Lo como necessidade da razão prática.

Na epistemologia contemporânea, diríamos:
Deus não é objeto de ciência experimental, mas de racionalidade transcendente e de coerência filosófica.

2. A epistemologia espírita: Deus como verdade necessária e verificável indiretamente.

Allan Kardec enfrentou precisamente essa questão.
E em O Livro dos Espíritos ele parte de um ponto decisivo:

Questão 4:

“P_ Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?”
Resposta:
“ R _ Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. (...) A grandeza da obra indica a grandeza do obreiro.”

Aqui temos o método epistemológico espírita:
• Não é uma “prova empírica direta”.
• É uma inferência racional apoiada na observação universal dos efeitos.

Ou seja, Kardec usa a mesma lógica da epistemologia científica:

se há ordem, lei e finalidade no universo, há Inteligência anterior a essa ordem.

Assim, o Espiritismo não “prova Deus” como se prova um elemento químico, mas como se demonstra a existência de uma Lei pela regularidade dos fenômenos.

3. A ausência de “cognição sensorial” não implica ausência de cognoscibilidade.

“Como provar sua existência quando estamos sem a cognição Dele?”

A resposta epistemológica é:

_ Não precisamos de cognição direta para afirmarmos uma causa necessária.

Você não vê a curva do espaço-tempo, mas deduz sua existência pelas equações da gravitação.
Você não “vê” a energia, mas constata seus efeitos.
Você não vê a consciência de outra pessoa, mas a reconhece pelas manifestações.

Assim também:

Não vemos Deus, mas vemos leis universais, harmonia matemática, consciência moral, teleonomia evolutiva.

Isso constitui uma cognição inferencial, tão válida epistemologicamente quanto qualquer outra que a ciência emprega.

4. A cognição de Deus segundo o Espiritismo: moral, não sensorial.

A Codificação explica que:

a percepção do Divino não é sensorial, mas moral e intelectual.

O Livro dos Espíritos, questão 10:

“ P — Deus é infinito nas suas perfeições.”
E, sendo assim, não pode ser percebido por sentidos finitos, mas apenas pela razão em ascensão.

A Doutrina afirma que “conhecemos Deus” na medida em que avançamos moralmente, pois:

A moral elevada amplia a consciência e refina as percepções do espírito.

Assim, a ausência de cognição sensorial não é limitação; é própria da natureza do Ser Supremo.

5. Conclusão epistemológica e espírita.

Provar Deus não é demonstrá-Lo como objeto físico,
mas necessitá-Lo como causa lógica, metafísica e moral do universo.

A ausência de cognição sensorial direta não invalida esse conhecimento, pois:

1. Deus não é objeto empírico.

2. Sua cognoscibilidade é inferencial e racional.

3. O universo funciona como “assinatura” de uma Inteligência anterior.

4. A moral e a consciência humana constituem vias internas de aproximação cognitiva.

5. Pelo Espiritismo, a evolução espiritual amplia progressivamente essa percepção.

Não é a ausência de cognição que impede o conhecimento de Deus, mas o nosso nível atual de percepção moral e intelectual.
E é exatamente por isso que o Espiritismo afirma que:

“A ideia de Deus é inata, porém se desenvolve conforme a inteligência se depura.”

Inserida por marcelo_monteiro_4