Nossa Amizade Nao Acabou
A pior prisão não é aquela que nos impede de sair, mas a que nos convence de que não existe fora. KW
O desejo pelo que ainda não é devora a alma, pois fixa os olhos num horizonte que jamais se alcança enquanto se ignora o chão que se pisa. Aprende a habitar o instante que te é dado, e alimenta a esperança na quietude do agora; pois é a fé na promessa do tempo que te manterá inteiro, e não a ânsia de possuir o que ainda não te pertence. - KW
A diferença entre o sábio erudito e o homem comum não reside na essência do seu espírito, mas apenas na vestimenta dos conhecimentos que acumulam. O doutor não possui a destreza das mãos do artesão, assim como este não alcança a sutileza das ideias daquele. Reconhece, pois, que cada mente é uma fagulha da razão divina; subestimar o outro é ignorar que o verbo do conhecimento pode se manifestar tanto na poeira dos livros quanto na arte do fazer. A verdadeira virtude não está no acúmulo, mas na humildade de aprender com toda criatura. KW
A desilusão não é o fim da jornada, mas o despertar da prudência. Pois é ao ver a fragilidade do que antes se julgava pleno, que a alma aprende a medir o peso de cada passo. A cautela não nasce da fraqueza do coração, mas da sabedoria que a própria amargura tece como escudo contra as ilusões futuras. - KW
E se não der tempo?
"Tudo quanto vier à mão para fazer, faze-l conforme as tuas forças..." Ec 3.11
A base de muitos ideais sempre foi transformar o possível em impossível — e, depois, desafiar o impossível até torná-lo realidade.
Mas e se não der tempo?
A verdade é que a meta e o alvo sempre foram propostos para serem alcançados. Ainda assim, insistimos em perguntar: “E se não der tempo?”
Talvez porque tenhamos aprendido a medir a vida pelo tempo que nos resta, quando deveríamos medi-la pela intensidade com que escolhemos viver.
O tempo nunca foi uma garantia. É apenas o espaço entre o começo e o fim.
Por isso, talvez a pergunta não seja “E se não der tempo?”, mas: “O que farei com o tempo que tenho?”
Porque alguns sonhos não exigem uma vida inteira para serem realizados. Exigem apenas coragem suficiente para começar — e persistência para não desistir quando o relógio parecer estar contra nós.
No fim, não é o tempo que determina o tamanho de um ideal. É a grandeza daquilo que estamos dispostos a fazer enquanto o tempo ainda existe.
Conheça o Tempo! Romanos 13.11
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O hábito da leitura precisa
ser conquistado como um
estilo de vida,não empurrado
como uma obrigação na rotina.
Largou a vida vegana,
pois não aguentou comer
salada toda semana,mas
a desculpa foi a saúde fraca,
que prefere doces,gordura a banana.
Deus fará o impossível quando nossas intervenções naturais não atenderem mais às nossas necessidades, frustrando as nossas expectativas.
Quem não tem caracter , nunca se sente mal pelos seus atos , mesmo depois da outra pessoa te estender os braços.
.entre nós.
Eu não sei o que a gente é agora.
E essa talvez seja a única coisa que ainda me incomoda.
Porque eu sei o que fomos. Sei o que senti. Sei das coisas que você provavelmente já esqueceu e das coisas que eu finjo que esqueci também. Sei exatamente em que momento algumas coisas começaram a mudar, mesmo que nenhum de nós tenha tido coragem de apontar para aquilo e dizer: é aqui.
Mas agora?
Agora eu não sei.
E eu odeio não saber.
Às vezes penso em te mandar alguma coisa completamente idiota. Uma música. Uma piada. Alguma coisa que só faria sentido para nós dois. Aí eu paro.
Porque já não sei se ainda posso.
É engraçado como uma pessoa pode sair da sua rotina sem sair completamente da sua cabeça.
Eu continuo encontrando você em coisas que nem deveriam ter relação com você.
Uma música tocando no aleatório.
Uma rua.
Um horário.
Uma frase que alguém diz e que, por algum motivo absurdo, me faz pensar em você.
E eu fico alguns segundos naquele lugar entre mandar mensagem e respeitar o silêncio.
Quase sempre escolho o silêncio.
Não porque eu não queira falar.
Talvez justamente porque eu queira demais.
Eu acho que parte de mim ainda gostaria de saber como você está. Não por obrigação, nem porque eu esteja procurando uma desculpa para voltar.
Só quero saber.
Você ainda ri daquele jeito?
Ainda faz aquela coisa quando fica nervosa?
Ainda pensa em mim às vezes?
E se pensa...
é com carinho ou com aquela sensação de “ainda bem que acabou”?
Eu não tenho coragem de perguntar.
Então invento respostas.
É mais fácil.
Às vezes imagino que você sente falta.
Às vezes imagino que não sente absolutamente nada.
E, dependendo do dia, acredito nas duas.
Talvez seja isso que reste quando alguma coisa termina sem realmente desaparecer.
Não uma vontade desesperada de voltar.
Só uma curiosidade persistente.
A vontade de saber se aquilo que foi tão grande para mim ocupou algum espaço parecido dentro de você.
E talvez seja por isso que a pergunta continue aqui, mesmo depois de tudo.
Não se a gente vai voltar.
Não se deveria ter sido diferente.
Só se ainda existe alguma coisa entre nós que não precise de um nome tão complicado.
Se ainda dá para conversar sem parecer que estamos invadindo um território proibido.
Se ainda dá para rir de alguma coisa que só nós entenderíamos.
Se, depois de tudo, ainda existe espaço para eu ser alguém na sua vida — mesmo que de um jeito completamente diferente.
Porque talvez eu não esteja procurando a nossa história de volta.
Talvez eu só esteja tentando descobrir se ela realmente acabou em todos os sentidos.
Então eu fico com essa pergunta, meio ridícula, meio sincera, impossível de responder sozinho:
depois de tudo que fomos,
ainda existe um “nós” em algum lugar?
Ou pelo menos...
ainda somos amigos?
quando o acaso decidir
Talvez o mais estranho entre duas pessoas não seja aquilo que aconteceu.
É aquilo que continua acontecendo depois.
Uma foto qualquer pode carregar uma história inteira. Uma pessoa pode aparecer ao lado de outra, sorrindo, sem intenção nenhuma além daquele instante, e ainda assim atravessar uma tela e parar justamente onde não deveria. Em algum lugar, alguém vê. Reconhece. Sente alguma coisa que talvez nem queira admitir. E responde de um jeito pequeno, quase casual, como quem tenta esconder o tamanho daquilo numa frase.
Engraçado como algumas pessoas ainda conseguem fazer isso.
Mesmo longe.
Mesmo depois de tudo.
Mesmo quando já não existe mais motivo para prestar atenção.
Talvez porque certas histórias nunca tenham aprendido a terminar direito.
Elas só mudam de lugar.
Saem das conversas e vão parar nas músicas. Saem dos encontros e aparecem numa foto. Saem da rotina e, de vez em quando, voltam pela boca de alguém que nem fazia parte da história.
E talvez seja por isso que algumas pessoas parecem tão familiares mesmo quando estão vivendo uma vida completamente diferente da nossa.
Como se existisse uma versão do mundo em que as coisas tivessem acontecido um pouco diferente.
Um segundo a mais.
Uma escolha a menos.
Um medo que não tivesse vencido.
Uma mensagem enviada na hora certa.
Uma porta que alguém tivesse decidido não fechar.
Nesse mundo, talvez fosse simples.
Talvez vocês se encontrassem sem precisar fingir que não estavam procurando um ao outro.
Talvez não existisse esse cuidado exagerado com o que sentir, com quem vê, com quem sabe, com quem aparece numa foto ao lado de quem.
Mas aqui é diferente.
Aqui vocês aprenderam a conviver com a estranha habilidade de ainda significarem alguma coisa sem precisar dizer exatamente o quê.
E talvez você nunca descubra se aquela reação foi ciúme, saudade, curiosidade ou apenas aquele pequeno incômodo que aparece quando alguém percebe que a pessoa que um dia ocupou um lugar importante continua existindo muito bem sem pedir licença.
Talvez nem ela saiba.
E tudo bem.
Porque existem sentimentos que não precisam de nome para serem verdadeiros.
Às vezes basta uma foto.
Uma amiga em comum.
Uma mensagem atravessada.
Um “não” disfarçado de brincadeira.
E pronto.
O passado abre os olhos por alguns segundos.
Depois volta a dormir.
Eu gosto de pensar que, se realmente existe outra vida, talvez ela não seja uma segunda chance.
Talvez seja apenas um lugar onde certas pessoas conseguem se encontrar sem carregar tudo aquilo que carregaram nessa.
Sem orgulho.
Sem medo.
Sem a necessidade de parecer indiferente.
Sem precisar transformar sentimento em silêncio só porque ninguém sabe muito bem o que fazer com ele.
E talvez, nessa outra vida, quando alguém mandar uma foto dizendo “olha com quem eu estou”, a outra pessoa não precise fingir que não se importou.
Talvez ela apenas sorria.
Porque, no fundo, algumas pessoas não desaparecem.
Elas só deixam de ser presença e passam a ser possibilidade.
E existe uma diferença enorme entre esquecer alguém e aprender a viver sem essa pessoa.
Acho que é isso que ainda me intriga em nós.
Não saber se foi uma história que terminou…
ou apenas uma história que chegou cedo demais.
Talvez em outra vida a gente descubra.
Ou talvez não.
Mas, se algum dia você ler isso e sentir que tem alguma coisa familiar demais nessas palavras, talvez seja porque certas histórias têm esse problema:
mesmo quando ninguém fala o nome,
elas sabem exatamente de quem estão falando.
Bom dia! Que nosso dia seja protegido de tudo aquilo que não enxergamos, mas que sentimos como energias densas. Amém!
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