Nossa Amizade foi Boa Emquanto Durou
Sinto a sua falta...
Quando ouço alguma musica que fez parte da nossa historia...
Qndo olho pro tel e sei que você não vai ligar...
Qndo vejo um casal se bjando e penso que vc pode estar fazendo o mesmo com outra...
Sinto sua falta sempre que ando por lugares aonde a gente ia...
Sinto sua falta antes de dormir...
Sinto sua falta nos fins de semana, qndo a gente ficava juntinho, sem fazer nada...
Sinto sua falta qnd alguém passa na rua com o seu perfume, me aperta a garganta...
Sinto falta do jeito que me olhava e me queira...
da forma como me beijava...
e das coisas que sussurrava ao meu ouvido...
de como me tocava, me amava... e fazia com que o meu mundo fosse perfeito apenas por tê-lo ao meu lado...
Sinto a sua falta qnd lembro que não está mais ao meu lado... e principalmente qnd lembro que não posso mais fazê-lo feliz!
O tempo.
A melhor maneira de se aproveitar o tempo, caminha juntamente com a nossa função de pensar, logo este passa a ser a essência da vida, porque ele é a vida propriamente dita.
Somente o tempo pode nos levar a forma mais próxima da perfeição, e esta se desenvolve a partir do aprendizado com seus próprios erros.
Para o tempo, não existem leis, ninguém tem o poder de controla-lo, apenas podendo ser administrado. Podemos perder tempo de várias maneiras, porém, o homem não possui nenhuma para recuperá-lo. A cada segundo que se passa, se passa também nossa vida, como se fosse uma contagem regressiva, nos levando ao fim.
Saber dar valor ao tempo, é valorizar a sua vida, aproveitando ao máximo o presente, o passado e o futuro.
Aproveitar o tempo é amar a vida.
vivemos no limite de nossa
capacidade, mas se acreditar-mos que é possivel
ultrapassaremos qualquer obstaculo ou limite...
...tudo é superavél!
tem momentos em nossa vida, que precisamos muito ficar só para refletir-mos qual será o melhor caminho a seguir em frente de cabeçan erguida...
A NOSSA TRILHA
Produzido por zacarelli
As pessoas se entusiasmam, outras duvidam...
Não cruzemos os braços agora
Estamos no circulo do nosso limite
No ápice do acreditamos.
Há um pouco de nossas pegadas naquela trilha
Há um pouco de nossa alma naquela ilha.
As portas ainda estão abertas
Muitas pessoas passam Por ela
Devemos continuar com a nossa missão
Com a nossa força e auto crítica.
Tudo que temos é o que carregamos conosco
Seria talvez a hora de aceitar a ajuda de um estranho
Dê um gole nesta bebida
Sinta o amargo que é duvidar
Só não perca a sensibilidade dos teus passos
Não deixe jamais os rastros dessa trilha se apagar.
Há um pouco de nossas pegadas naquela trilha
Há um pouco de nossa alma naquela ilha.
Escrito por Marcelo Henrique Zacarelli
Mauá fevereiro de 2006 no dia 26
O MISTÉRIO DA MENTE
A nossa mente às vezes é a melhor companheira. Tem dias que parece ser uma das mais traiçoeiras. Fica lembrando-nos coisas ruins, atiçando o que temos saudade, fazendo lembrar-se de coisas, esfregando os problemas na nossa frente. Nossa mente tem um sorriso para os outros e uma lagrima para ela mesma. Quer sempre ser a moçinha racional, com um coração super abalado pelo emocional. Tenta cativar e ao mesmo tempo procura o ciúme para se proteger. Nossa mente é cheia de enigmas, quando se encontra um, é hora de resolver um novo. Por que nunca seremos totalmente livres dos problemas? É aí que guardamos a majestade de nossas mentes em resolvê-los. É pensar que a mente serve para nos fazer pensar e repensar, em agir e retroagir. E, principalmente, ir em frente e acreditar. Tudo é poder da mente.
" Algum dia morreremos...nossa família será espalhada...nossos bens acumuados terão um fim...o nosso passado não mais lembrado...enfim tudo se acaba e tudo muda.Só Deus não morre e não muda!
Na Consequência de um futuro melhor,faça com que
pessoas especiais entre na nossa vida e faça dela
uma felicidade sem erros e sem medo, ao ar de um mundo que ainda pode ser resgatado, basta apenas Lutar.
Talvez as coisas que eu escrevo seja ilusão de alguém que te amou, que transforma toda nossa história em glamour.
Talvez tu tenhas só me usado mesmo, talvez eu fosse aquela menina que tu sabias que terias em mãos.
Mas a minha incerteza fica naquilo que fazias, algumas ações tuas eram mais que palavras.
Manipulador? talvez.
Talvez, talvez, talvez.
as vezez queremos mudar o mundo da nossa maneira paramos e pessamos;e chegamos na conclusão que o que fezemos não ha mais corserto só ha menos desculpas
as veses não valorizamos, as pessoas que estão a nossa volta, mas derrepente nos deparamos com a morte, e somos privados da presença de quem amavamos em segredo, e nunca tivemos coragem de assumir, ai vem a dor do remosso, que mata aos poucos, tira o brilho e a vontade de viver, neste momento o melhor consolo é a CRUZ de CRISTO, pois ele passou e passa a todo momento, pelo maior sofrimento que uma pessoa pode passar, o despreso de quem ele tantou AMOU, VOCÊ...
Longe o bastante? Não existe tal lugar quando nossa mente nos leva para onde mais gostaríamos de ir - o pior lugar em que poderíamos estar.
o ceu e maravilhoso a brisa do mar incantadora area da praia macia como a nossa pele as estrelas brilhantes noceu
por isso que fortaleza é encatador
Apenas nos mesmo conseguimos nos definir;
E pelo qual apenas nos sabemos da nossa capacidade
E limites de ir adiante .
Suavemente sinto tuas mãos nas minhas. Naquela noite com estrelas nos olhando, trouxemos nossa atenção a nós, nossos corações ficaram sorrindo. Teu abraço em um segundo me acalmou, a chuva parou, ficamos assistindo os pingos caírem. Desejamos até à morte que nossas vidas não acabassem ali, a respiração por um instante preferiu não sair, esperávamos ser invisíveis, não queríamos palavras, ouvir nada, não precisavámos de nossos corpos. Sonhávamos parados, lemos nossos rostos, tão amarelos, verdes, azuis, vermelhos. Era muito mais que pudéssemos suportar, aprendemos em momentos a felicidade, nossos inimigos continuavam se movimentando, mas para nós estavam intactos. Éramos apenas seres frágeis, findados, tão fáceis. Nosso respirar se misturava com a luz, a invasão de nosso mundo era o que nos amendontrava. Ele estava morto. Enfrentamos o frio, mas não deixavámos que ele nos gelasse por dentro. Vimos arco-íris, o sol nos queimou, o céu era mais azul que de costume, os bancos vazios, as vidas se esvaziavam bem na nossa frente. Éramos pequenos ao mundo, tinhámos nossa folga, indagávamos, pensando tanto, se aquilo acabaria, se era um sonho claro, olhos nos olhos estávamos unidos, o relógio parara, o tempo já nos isolava. Cheios de remorso, hesitamos andar um pouco, mudar e desistir de parar. Você fumou dois a três cigarros, me ofereceu, mas meu vício já me tinha parado, mas eu aproveitava aquelas pausas como chances de eu te observar se mover, em frente à fumaça, olhando o nada, com aquele gosto, o seu braço em mim. Foram dias que ficamos sentados, enquanto aquele meu sonho se realizava (eu nem ao menos acreditava), não nos deslocávamos, não estávamos prontos, preparados pra cada murmúrio, ao mundo que nos feriria e nos mostraria o caminho árduo e somente de continuar. Preferimos sentar, nos abrir pra cada um. Uma vez ou outra, alguém nos encontrou, nos chamou, mas não era nenhuma obrigação os seguir. Éramos constantes, contavámos nossas histórias de redenção, parecidas, e nossas aventuras até então eram como melodias. Até que por tempos ficamos calados, olhando, pupila a pupila, experimentando tudo aquilo, entrelaçando nossas mãos, passando os dedos em nossas bochechas, olhares fixados ao nosso relento, tão simples, fundo e secreto. Éramos criaturas em um filme, coadjuvantes, pedintes. Nosso riso era alimento pra alma, nossos corações como cordas. Houve um dia em que não havia ninguém na rua, numa noite calorenta, e nos abraçamos como duas crianças carentes, solitárias, e eu já não podia mais me soltar de você, aquilo significou mais do que um banal afeto. Eu senti seu palpitar mais rápido, esqueci todo e possível ser humano, eu te olhava com deslumbre, me aquietava, e, por fim, nos desprendemos num impulso tão leve. Não sabiámos se já tinhámos sentido tal abraço, você me aquecia, era o que necessitavámos. Eu passava a mão no seu cabelo, e, sem perceber, a sua boca já era minha, o cheiro da sua pele já tinha entrado na minha, eu te apertava cada vez mais forte, tudo a nossa volta era tão vago, custavámos a nos mover um passo, marchávamos lentamente, nos abraçavámos com um ritmo mais quente, nossos corpos se entendiam como um grupo perfeito, como a música mais bela, a primaveira mais limpa. Nosso beijo nos cegou por várias vezes, eu não tinha pressa, as sombras não mais nos refletia, seus traços eram apenas tocados pelas minhas mãos, olhavámos resignados, como na primeira vez, um ao outro, como num passo à liberdade. Às vezes paravámos, na pausa do estranhamento, dos sonhos que ainda não tínhamos criado pra nós mesmos, e conversávamos qualquer asneira, mas sempre não aguentavámos a pressão daquelas conversas. Nossos gestos já eram interpretados como vindos daquele mesmo momento, o tempo não era nada, as ligações já não mais eram atendidas. Estávamos tão sóbrios e saudáveis ao mesmo tempo! Começamos tarde, vimos na nossa apreciação a saudade. Estavámos altos, drogados com nossos próprios rostos e atos. Nos enxergamos ao máximo. Tínhamos toda aquela cor nova, viva, a beleza não cedia seu encantamento a nós, eu começava a te sentir como nunca. Como nunca senti alguém, como nunca acreditei.
E sempre lembro-me de um sábado distante; sentamos em um banco, conversamos. Aquela conversa me disse tanto, me encantou, despertou. Nada pareceu real, ainda não parece real. Embaixo de um céu escuro, fitavámos a nós, você sussurrava, pareciam palavras ensaiadas, disse que estava viciado em mim, não tinha mais jeito, e eu, no coração dizia o mesmo. Em um outro dia, sentimos um ar fresco, novo, diferente, doce e marginal ao mesmo tempo. A velocidade aumentou, nossos corpos se uniram como nunca, olhamos todas aquelas estrelas, você discordou da sua melancolia, falamos de livros, comunismo e outros ismos, história, amigos; rimos como nunca nos vimos rir. Eu já não mais acreditava no seu rosto nem na sua presença. Vivíamos com as palavras tarjadas, lúcidas porém tão linfáticas. Impugnavámos em nossa própria impureza, nossas incertezas eram nossa histeria momentânea, grandiosa e envolvente. Às vezes atreviámos a colocar nossos corações à prova, perplexos e com medo de nosso marejar, com um temor de amar, doídos, éramos um ultraje a esses medos. Lúgubres vimos tudo, sempre submissos àqueles instantes.
Mas no último dia, encontramos as minhas fraquezas. Você foi embora. Não partiu; demorou um pouco a se despedir, soltou um "até mais". Acreditei que não tinhámos nos acabado. Você disse que ligaria, e por tantos dias, senti o seu desapego, o seu corpo já não era mais meu, seus olhos tinham ido embora de mim, a sua saudade a mim era tranqüila, e aquilo tornou-se minha fadiga. Sinto que parte foi culpa minha, não corri ao lado do que devia, fingia que tinha-me esquecido, eu não falava mais contigo, e você idem; e então você surgiu novamente e repentino na coragem com a novidade que fincou em mim. Ante à ligação, ao "...tá bom." que pareceu tão fácil, na superficialidade daqueles segundos, minha resposta, com desprezo, não sei se ficou contigo, ou apenas em mim, ou em nada significou. Sua falta de importância foi o resultado de eu soltar minhas lágrimas por no máximo dois ou 5 minutos. Me levantei, admiti entristecida que me feri e me doí mais uma vez, com mais uma chance, não tive a coragem de olhar no espelho, meus olhos estavam arrependidos e cansados. Meu fardo me deixou, ele se foi, por meu simples e sofrêgo pedido. Me recômpus, me venci, saí de casa, andei e a vida não parou. Penso ainda hoje, de cada dia, minuto, com esses meus sofismos agudos a este ode que lhe faço. Nas entrelinhas ainda nos entendemos, reconhececemos o que devemos um ao outro, desde o primeiro dia que vi seu rosto, infinito, me encarando. Ainda tento descobrir se te aproveitei por completo.
Nunca mais teriámos dias como aqueles. Pelas nossas escolhas, nunca nos tivemos mais. Apenas nossas esperanças nos devorara, nossa escuridão tinha sido criada, evidente no nosso necrológio. Depois daquela última ligação nos falamos raramente, apenas simpáticos, envergonhados ou não. Já nos éramos inúteis. Parei de te procurar, não te parabenizei por nada, entretanto sempre te achara (e eu te acharei). Em mim as lembranças continuaram correndo, só a mim elas restam, nessas nossas noites escurecendo. E achei que meus inimigos nunca mais nos encontraria. Me encontraram. Eu nunca pensei que eu seria tua. Meu engano do pensamento foi meu pagamento.
Estamos perto, longe, distantes, amantes. E que minha calma, desespero e alegria, seu tédio e nossa melancolia estejam presentes no nós irreconciliável. Até mais, até o dia que nos virmos outra vez; entre o mistério desses dias que nos passaram, atropelaram, nas ruas do tempo e do sentimento, da escassez da ternura que vivemos, as lembranças me têm, perdidas, sem censura, nosso momento único e feliz; você.
DEUS!!
Para cada palavra nossa,
DEUS TEM UMA RESPOSTA:
Você diz: "Isso é impossível"
DEUS te diz "Tudo é possível"
Você diz: "Eu já estou cansado"
DEUS te diz "Eu te darei o repouso"
Você diz: "Ninguém me ama de verdade"
DEUS te diz "Eu te amo"
Você diz: "Não tenho condições"
DEUS te diz "Minha graça é suficiente"
Você diz: "Não vejo saída"
DEUS te diz "Eu guiarei teus passos"
Você diz: "Eu não posso fazer"
DEUS te diz "Você pode fazer tudo"
Você diz: "Estou angustiado"
DEUS te diz "Eu te livrarei da angústia"
Você diz: "Não vale a pena"
DEUS te diz "Tudo vale a pena"!!
Beijos e confissões...
É a nossa maneira de ser...
Diferentemente iguais, sem nada apresentar alem da paixão
Hei escute minhas palavras antes de se julgar melhor
Buscamos a perfeição dos nossos erros...
Brincadeiras e piadinhas, nosso jeito tão criança de ser
Diferentemente idênticos
Sonhos e desilusões marcam a nossa estrada
Então apenas escute...
Eu estarei perdida por ai se você precisar se encontrar, me encontre...
Eu serei a fuga dos seus problemas, e é estranho olhar pra trás e perceber
Que todo esse tempo éramos um!
Beijos e segredos, somos típicos loucos de uma cidade desconhecida
Hei escute, perceba a razão de todas as coisas em nossa volta
É tão fútil, fácil e engraçada a maneira de levarmos nossas vidas
Mãe toda as marquinhas,
de dedo que tem na na parede
de nossa casa
é um sentimento que sinto
por você e o tempo nunca
levara pois o amor que sinto
por você nunca se apagara
Consigo ficar 3 dias,3 noites,3 meses,3anos
Mãe não consigo ficar se falar ne
se quer um dia 3 letra essenciais
para o meu dia Mâe
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