Nossa Amizade foi Boa Emquanto Durou
Somos um espelho refletido de nós mesmos em nossa vida a qual vai nos dar exatamente aquilo que a gente vive ou que já tenha vivido.
A vida é uma caixinha de música, temos sempre que dar corda para que a nossa bailarina interna (alma) dance conforme os passos sincronizados dela.
- Desculpa ter que interromper a nossa conversa, mas... eu tenho que ir...
- "Ir para onde?"
( perguntou o Tempo)
- Para o Mar!
- "Para o Mar?!
Mas está frio e chuviscando! "
- Sim, o Mar !!!
Tenho que ir para o Mar
em todas as estações
da minha vida,
lá, eu volto para mim...
Me entende?
-" Sim que entendo.
Você pode até ficar distante do Mar...
mas Ele nunca vai sair do seu âmago. "
✍©️@MiriamDaCosta
(Em "Diálogos com o Tempo")
Vez ou outra é necessário fazer um detox dessa nefasta realidade da nossa sociedade.
É prioridade individual afastar-se desse caos cotidiano,
isolar-se dessa humanidade corriqueiramente hipócrita e cruel.
Só assim podemos reforçar nossa imunidade mental
contra a aceitação da banalização da crueldade e do mal
que, infelizmente, nos circundam,
para evitar que nos penetrem...
Há momentos em que é urgente um detox da podridão social.
Respirar longe do fedor moral,
desintoxicar-se dessa humanidade disfarçada de civilidade.
O caos cotidiano suga, corrói, contamina.
É preciso distância, silêncio, recolhimento.
Só o isolamento lúcido salva a mente
da infecção lenta e contínua
da banalização do mal,
da crueldade que se normaliza e se infiltra
em nossas frestas mais humanas...
De tempos em tempos, sinto a alma pedir silêncio.
Um detox da realidade, tão ruidosa, tão cruel.
Afasto-me do tumulto,
da pressa, da falsidade cotidiana,
e recolho-me em mim,
como quem busca abrigo em um templo interior...
Longe das máscaras do mundo,
renovo minha imunidade da alma,
para que a crueldade não me alcance,
nem o mal encontre abrigo em mim...
✍©️@MiriamDaCosta
Enquanto há tempo, façamos o bem. Nossa vida é um eterno semear, se plantarmos boas sementes colheremos bons frutos. O retorno certamente virá...
Todo esse tempo sozinho eu pude
aprender que, as decepções fazem parte da nossa vida trazendo amadurecimento e aprendizado. Aprendi também que a vida continua, e eu quero ser feliz a cada
oportunidade que ela me oferecer.
(livro-Escolhida para me Amar)
Quando nossa alma está em paz, pouco importa o tumulto externo , pois a verdadeira paz transcende as circunstâncias, mesmo quando outros ao nosso redor estão em crises existenciais . Ao permanecermos em sintonia com o criador, somos agraciados com uma paz que transcende qualquer descrição verbal; nenhuma palavra é capaz de expressar verdadeiramente essa serenidade profunda.
Que o Espírito Natalino que hoje nos une, permaneça em nós, em todos os outros dias da nossa Vida, para podermos e sabermos celebrá-la, sempre Espalhando Amor e Semeando Esperança.
Se não escolhermos as nossas guerras, elas quebram nossa bicicleta.
E, para piorar, ainda nos escolhem.
A vida é uma estrada cheia de subidas, descidas e buracos invisíveis.
Em meio a tudo isso, a gente tenta pedalar — equilibrando sonhos, afetos, responsabilidades e o próprio fôlego.
Mas há dias em que o vento sopra contra, e a tentação de lutar contra tudo e todos parece inevitável.
O problema é que nem toda briga vale o pneu furado.
Guerras demais cansam, desviam, enferrujam o que ainda move a gente.
Algumas causas apenas disfarçam o ego ferido; outras são armadilhas bem pintadas de razão.
E quando lutamos em todas as frentes, esquecemos que a bicicleta — metáfora da vida que ainda precisa seguir — não aguenta tanto tranco.
Escolher as guerras é, antes de tudo, reconhecer as nossas fragilidades e escolher seguir inteiro.
É saber parar, respirar e entender que a paz não é covardia, mas sabedoria.
Porque, no fim, quem insiste em guerrear por tudo e contra tudo, se arrisca a ficar a pé — com o guidão torto, os sonhos empenados e a alma exausta.
Nem toda batalha merece tanto o nosso pedal.
Sempre que as certezas se atreverem a flertar com a nossa Liberdade de Pensar, que a dúvida nos abrace! Amém!
Porque é no abraço da dúvida que o pensamento, livre, leve e solto, respira — livre do jugo das respostas prontas, longe do conforto das verdades fabricadas.
A dúvida não é inimiga da fé nem do saber; é o ventilador da consciência, o sopro que impede que o pensamento apodreça no mofo das convicções.
As certezas constroem muros, a dúvida, pontes.
A certeza se alimenta da repetição, a dúvida, da curiosidade.
A convicção grita, a dúvida escuta.
E se o mundo parece girar ao som das certezas, é apenas porque poucos ainda têm coragem de dançar ao ritmo incerto da dúvida.
Que nós nunca nos acostumemos com o conforto das respostas — e que a nossa liberdade de pensar por conta própria seja sempre maior do que a vontade de estar certo!
Amém — mas com o coração movimentado e aquecido pela dúvida.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Como são chatos os que confundem nossa solitude com solidão, e a interrompem sem a menor intenção de nos dar Inteira Companhia.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…
É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.
Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.
Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.
E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.
A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.
Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.
A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.
A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!
Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!
Se até o Barulho das nossas Lágrimas chega aos Céus, imagina o Barulho da nossa Oração!
Façamos Barulho!?!
Pois, se até o barulho ensurdecedor das nossas lágrimas atravessa a distância entre o chão que pisamos e os Céus que almejamos, é porque Deus não mede som — Ele reconhece verdade.
Lágrima não grita, mas confessa.
Escorre onde a alma já não consegue se explicar.
Agora, imagina a oração…
Não a decorada, a apressada, nem a que tenta impressionar.
Mas aquela que nasce do mesmo lugar das lágrimas: do cansaço, da esperança teimosa, da fé que manca, mas não desiste de caminhar.
A oração faz barulho ainda mais estrondoso porque movimenta o invisível.
Ela não precisa de voz alta, precisa de entrega.
Às vezes sussurra, às vezes geme, às vezes só respira — e mesmo assim estremece os Céus, porque carrega dentro dela o nome de quem confia.
Façamos barulho, sim.
Com joelhos dobrados, corações rasgados e com silêncios agridoces cheios de fé.
Façamos barulho não para sermos ouvidos pelos homens, mas para lembrarmos a nós mesmos que nunca fomos ignorados por Deus.
Se a lágrima já incomoda, a oração transforma.
E onde ela chega, nada permanece exatamente como antes.
Pois, os que choram serão consolados, os que oram — ouvidos.
Façamos Barulho!?!
Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.
Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.
O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.
Nesses dias, é preciso muita paciência.
Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.
Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.
Quando enfim se reencontram, não há alarde.
O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.
Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.
Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.
Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.
Bom dia!
Que nossa fé seja renovada nesta manhã, alimentando nossa esperança e nos impulsionando para frente. Lembre-se de que Deus está sempre ao nosso lado, guianos em cada passo e nos dá forças para superar qualquer obstáculo...
- Edna Andrade
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