Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
Todo saber, toda a verdade é opinável, tão mal quanto o vício, ódio, amor e fanatismo, são produtos capaz de torna-los os homens imorais.
O bem e o mal são os medos quando encontra os nomes demoníacos em estampas bíblicas e no fervor do homem em relação com o Diabo...
O céu e o inferno são campos apocalípticos a velarem eternos Deuses e demônios com ladainhas fúnebres intermináveis em domingos santos.
1% são críticos capazes de transformar o pensamento domesticado em uma evolução que destrói as raízes ilusórias do criacionismo. Uma visão Darwinista e Nietzschiana em que a compreensão não é o martelo dos rituais.
As festas juninas são religiosamente comemoradas, herança cultural do povo cristão. Criada pelo catolicismo não é nenhum exagero. Satisfaz tanto quanto um retiro espiritual e ou baladas noturnas. Todo o pecado compensa. Aquele que for indigente transgressor será compensado em dias santos por apenas instantes de ladainha fervorosa e por uma confissão nada muito comprometedora ao sacerdote “Viva as festas Juninas”.
1% é milionário 99 % são vagabundos.
99% são anjos 1% é vagabundo.
1% é clero 99% são fieis.
99% são religiões, 1% é Einstein, Freud, Nietzsche, Russel, D. Varella, Kant, J. Arthur, L. Karnal, C. de Barros, Schopenhauer...
Por não saber quantas palavras são necessárias para mover uma montanha acabei por não ver nenhuma montanha se movendo para a outra margem do rio.
Anjos são comissários de Deus e acumulam funções de mensageiros e testemunhas, soldados galácticos a defender e executar as ordens de Deus. A proteção angelical não é tão confiável e não passam de ministros postos sobre altares a cantarem louvores.
Se nos disserem que os métodos contraceptivos são um pecado, precisamos aceitar essa imposição, por mais óbvio que pareça que, sem o controle de natalidade, o desastre é certeiro. (Bertrand Russel)
Os seres homens têm a opinião de que são livres, mas criaram um Deus quase perfeito e um diabo para umas experiências liberdosas.
Amor e ódio andam nas paralelas, são as bandas de uma mesma moeda, assim agradam o grande Manitu e o senhor Belzebu. Demonstra-se que necessitamos dos dois.
Salvação e Eternidade
Em Deus, o que temos como verdade: a salvação e a eternidade? São falsas. As práticas desses dois valores são justificadas pela força teológica. Salvação e eternidade são produtos de alto valor religioso, porém perverso no homem.
Nietzsche denomina {...} o cristianismo como uma grande maldição, {...} em que também a igreja pratica o parasitismo, contra a saúde beleza e bem estar. Ocorre a decadência dos planos divinos quando se submetem as mentiras e verdades e consequentemente a decadência humana. Pronuncia-se a condenação ao cristianismo na perspectiva de Nietzsche.
O homem que pensa muito em poder deve de pensar como Deus para ser dado aqui também como homem religioso. Lutero nas suas rebeldias e condenações ao papado e nas suas teses nas quais se pretende a moral religiosa é ao mesmo tempo um moralista para si mesmo, tido como homem religioso que alimenta seu próprio espetáculo.
Vejamos também a possibilidade de encantamento com as verdades: salvação e eternidade, associando-as a Nietzsche, são percebidas no desejo do homem cristão, porém são mentiras teológicas na pretensão do domínio supremo do ser aliciado pelos conceitos dogmáticos. O homem que se comporta religiosamente correto é um homem que pensa muito em si e às vezes alimenta seu próprio egoísmo.
A nobreza é o cúmulo do egocentrismo percebido no poder do rei e da rainha, no cidadão de sangue religioso, na concepção da existência de Deus todo onipotente. O homem inventou Deus e consequentemente Deus inventou o homem com as consequências da salvação e eternidade. O cristianismo é uma maravilha da cultura ao mesmo tempo em que Nietzsche conceitua como praga da humanidade, tem-se aqui também como uma luxuosidade dos deuses gregos. Deuses gregos são os vícios da Nobreza e o pecado da avareza.
A nobreza dada ao homem perverso é o fruto do atraso da humanidade, o conceito de nobreza eleva o poder egocêntrico, esse poder do nobre homem, Deus, rei e rainha massificam, oprimem e julgam a si e a plebe, porém ambos apoiados em Deus não necessariamente existente, por fim a nobreza inventou a salvação e a eternidade e para esses processos se utilizam de Deus.
A fé não move montanhas, mas os ventos movem moinhos. Montanhas não são vistas mudando de lado das margens dos rios.
O céu e o inferno são as outras grandes obras, invenções do complexo sistema de vida religiosa, que por fim segue instintivamente inventando coisas.
A realidade é para poucos. A tolice é para muitos, e o bruto é a realidade. Os iludidos são sonhadores, mas terminam onde o ceticismo começou.
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