Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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Não são as aparências que enganam, é você que valoriza pela aparência.

Às vezes, as próprias razões da defesa do adversário são as mesmas razões para a sua vitória sobre ele mesmo

"O amor busca caminhos. A renúncia apenas aceita que não há mais caminho. São coisas diferentes."

O LUXO DE FACHADA: Tiram fotos com carros que nem são deles apenas para alimentar um ego frágil, ostentando uma vida de mentira enquanto ignoram completamente o sofrimento e o esforço de quem tenta vencer na base da honestidade.

A FOME DE APROVAÇÃO: Querem que todos olhem e pensem que elas são perfeitas, mas nunca moveram um dedo para ajudar o próximo, mostrando que a única coisa que realmente importa é a própria vaidade.

As árvores são poemas vivos que a natureza escreveu, o homem, por sua vez, os silencia apenas para ter onde registrar os seus.

Iphone foi feito para ricos, não precisa de capa de proteção anti-queda porque são usados em carros de luxo e bolsos de paletó, reflita.

Os iluminados são os que olham pra cima buscando a DEUS, pq a luz vem do alto

Me reeduquei da maneira errada.
Confiar no amor das pessoas é um erro. As pessoas são decisões ambulantes e transitórias; carregam em si o princípio da incerteza.
Quem ontem estava perto, hoje pode estar longe.
Quem está longe, às vezes deseja estar por perto.


Tudo é ilusão. A qualquer momento, você estará sozinho.
Ninguém realmente ama — apenas decide se fica ou se vai.


Aprendi a viver. Isso já não me afeta.
Posso amar, mas também sei desistir.
Não sei insistir, porque ninguém é ouro.


Carne podre sempre será carne podre.

Três são os tipos de homem que caminham sob o sol.
Há aquele que nada compreende;
há aquele que não compreende, mas deseja compreender;
e há aquele que se entrega ao mau caminho e dele faz morada.


O primeiro, ainda que aja, não discerne o fim de seus atos.
Faz por fazer, sem visão nem propósito.
Abomina o crescimento, pois crescer lhe exige esforço;
é lento no espírito, pesado no ânimo
e murmura contra tudo que o cerca.


O segundo é inquieto de alma.
Não entende, mas pergunta.
Não sabe, mas procura.
Refaz o que quebrou, quebra o que construiu
e torna a levantar, ainda sem aplauso nem reconhecimento.
Busca sentido no que faz
e sofre por não ser visto, ainda que siga adiante.


O terceiro é homem de ruína.
Difama com a língua,
calunia com o olhar,
usurpa com as mãos
e envergonha até os próprios dias que vive.


Mas bendito é o homem que não compreende e, ainda assim, busca entender.
Pois ele não se chama sábio,
mas não se considera vazio.
Sabe que lhe falta muito,
ainda que para outros não baste.
Ele tenta se ajustar,
mesmo quando o mundo não lhe concede lugar.
E nessa busca, ainda que imperfeita,
há mais beleza do que em toda falsa sabedoria.

Parabéns a todas as mães que foram ou são também pais de seus filhos, ante a falta dos mesmos.

LIVRE ARBÍTRIO

A pessoa humana vive através de escolhas.
Na infância, geralmente as escolhas são feitas pelos pais, contudo, quando começa a adquirir liberdade para seus atos, a própria pessoa começa a escolher.
A pessoa pode escolher alimentos que podem ser bons ou ruins para seu organismo, ingerir bebidas alcóolicas em demasia, fumar, usar drogas ilícitas, sabendo que podem ser prejudiciais.
É a própria pessoa quem escolhe se irá viver sozinha ou com alguém, se constituirá família, o namorado ou a namorada, o companheiro ou a companheira, o esposo ou a esposa, se terá filhos, a forma de criação destes.
O trabalho é escolhido pela pessoa, assim como o local de moradia, tendo liberdade de mudar quando quiser e se tiver oportunidade.
Se a pessoa tiver força de vontade e se esforçar, estudará o curso que desejar.
A religião pode ter sido escolhida pelos pais na infância, mas a pessoa pode fazer nova escolha posteriormente, até não seguir nenhuma religião.
Os estabelecimentos, bares e locais de lazer, para comprar ou frequentar, são escolhidos pela própria pessoa.
Cabe à pessoa decidir se irá ter e/ou dirigir veículo, habilitada para tal ou não.
Quando se deparar com alguma dificuldade, inclusive doença, a pessoa poderá desistir ou procurar resolvê-la, ainda que não consiga.
A pessoa pode escolher amar ou odiar, praticar o bem ou o mal, ser alegre, ainda que esteja sofrendo, ou chorar.
Cabe à própria pessoa buscar a felicidade, se é infeliz, mediante escolhas.
Até a morte e enquanto tiver discernimento, cabe à própria pessoa fazer suas escolhas, por mais simples que sejam, e sempre poderá dizer sim ou não, aceitar ou recusar.
Portanto, a pessoa humana tem o livre arbítrio, assim, deve pensar bem ao fazer suas escolhas, pois será através delas que colherá frutos bons ou ruins, imediatamente ou no futuro.

Amigos são como anjos, surgem quando mais precisamos.

Aprender coisas novas e mudar são garantias da vida, desfrutando-se no ato.

Os dias de domingo e a parte social do natal, são os mais parecidos possível com a vida real.

Descobrir e realizar as missões ainda são minoria, estando os mais conscientes, contentes, tranquilos e confiáveis.

Os escolhidos por Deus são excluídos sociais.

Foi ao colher os frutos amargos da minha autonomia que compreendi que os 'nãos' do Pai são, em verdade, os limites de uma graça que me protege de mim mesmo.

As jogadas de xadrez são complexas para nos mostrar que a vida é igual a elas: um mero erro pode ser mortal. Às vezes, conseguimos dar a volta por cima... mas nem todas as partidas nos permitem uma revanche. — PHghost=Paulo Henrique

A Proposital Queda do Império


São Paulo, 5h10 da manhã.


Aquela bolsa da Bolívia
foi o último presente.


Mas não foi a última prova
do homem que eu fui.


Eu levei nome à pele (literalmente).
Passei noites em claro,
delirando de paixão,
fumando madrugadas
como quem pudesse
queimar o medo de perder.


Eu amava assim:
sem medida,
sem contrato,
sem saída.


Amor, amores.
Bares, aeroportos,
trajetos que ainda guardam
algumas cenas em silêncio.


Velho engano:
procurar permanência
onde só existiu passagem.


Eu fui feito de excessos:
de querer ficar,
de fazer questão,
de transformar pequenos gestos
em grandes acontecimentos.


Talvez ninguém tenha pedido
tanto de mim.


Mas eu sempre fui assim:
quando amava,
erguia catedrais
onde os outros deixavam apenas portas.


Eu amava com o coração
em carne viva,
sem pele para proteger
o que quer que viesse depois.


E talvez seja por isso
que hoje eu pareça tão seco.


Não foi falta de sentimento.


Foi sentimento demais.


Até que veio a queda.


Majestosa.


Porque aquilo não era um castelo.


Era um império.


E impérios daquele tamanho
não caem por falta de amor.


Caem pelo excesso.


Eu amei demais.
Entreguei demais.
Acreditei demais.


E foi justamente pela grandeza
que tudo ruiu.


Agora eu corto.


Os sinais.
Os nomes.
As promessas.
A necessidade de entender.


São Paulo, 5h10.


A cidade ainda fuma.


Eu também.


Só que desta vez
não há incêndio.


Há cinzas.


E até as ruínas
carregam o nome
(que está literalmente tatuado no meu peito
e só poderá sair com laser)
de alguém que hoje está
com outro alguém.


A ironia é quase perfeita:


o nome continua no meu peito,
mas a pessoa já não está comigo.


Ontem, uma nova mulher estrangeira
beijava justamente aquela tatuagem
e perguntou o que significava.


Eu poderia ter contado tudo.


Mas respondi apenas:


“Foi só engano.”


Porque hoje já não é ela.


É só um nome.


E talvez essa seja
a forma mais cruel de permanência:


a pessoa foi embora,
o amor virou passado,
mas a tinta ficou.


Ela encontrou outro alguém.
Eu fiquei com o nome dela.


E essa talvez seja
a parte mais sádica do amor:


ela seguiu com outra história,
enquanto eu carrego na pele
o nome de uma história
que já não existe.


E quando perguntarem
o que aquele nome significa,
talvez eu nem precise explicar:


foi só engano.