Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
Se existo a virtude é pensando.
Nada mais tenho certeza que as ideias sao livres,
Nada neste mundo se cria se copia se compartilha,
Mesmo o fogo renasce cada instante das nossas vidas mais fogo é mesmo que começou a evolução humana.
Pense e critique pois existência uma só errar humano aprender com erros te faz transcender os problemas te faz evoluir.
Homem vive com sede
Mas, observa o rio de ideias fluir
As agua são poluídas e sujas pela corrupção do próprio homem.
Poço que tinha água agora so tem a contaminação dos dejetos do homem...
A sede como beber água desperdício se da chuva pois está ácida pela poluição que homem criou, então bebe suas lágrimas para não morrer de sede...
O conhecimento é parte da água que corre num rio perigoso e sinuosa curvas a atenção para beber do conhecimento...
Ferver agua e colocar cloro te da segurança mais profundo cuidando do meio ambiente terá agua para beber.
O homem vive com sede,
Mas observa o rio de ideias fluir.
As águas, porém, são poluídas e sujas
Pela corrupção do próprio homem.
O poço que antes tinha água,
Agora só guarda a contaminação.
Onde havia vida e fartura,
Resta o dejeto da própria mão.
A chuva que cai é desperdício,
Vem ácida pela poluição que ele criou.
Para não morrer de sede,
Bebe as lágrimas que o sofrimento gerou.
O conhecimento é a água que corre
Num rio perigoso, de curvas sinuosas;
É preciso atenção e cuidado absoluto
Para beber de suas águas preciosas.
Ferver a água e usar o cloro
Traz uma segurança imediata, é verdade.
Mas só cuidando profundamente da Terra
Teremos água viva de verdade.
O abismo ouve...
O abismo responde...
O vazio está no máximo silêncio...
A palavras são sussurros aos ventos
Lágrimas veladas sao catigas de amor
As mesmas lágrimas escorrem num rio de solidão. ..
Entre linhas dos céus lágrimas são gotas dos ceus...
Luz calida sob ador da alma fria sem vida, mais vida é resiliência. . .
Canta todavia a música da paixão...
Que embriagado sonho seja maravilhoso...
Os primeiros raiar do sol sua alma canta no linear do despertar sonhos parecem ser o desejo de viver cada instante eterno....
Seus maus dizeres sobre minha pessoa são flores no meu jardim.
Se me xinga eu ignoro pois que xinga nao tem argumentos!
São proibido sonhadores muito menos pensadores...
O mar torna se poluído o mundo se degrada...
O humanismo morre em suas próprias palavras.
O inenar na humanismo se transforma em bots humanos...
Deepfakes são o abstrato de ser composto por cordas e apelações...
No refúgio do desmatamento garimpeiros ficam ricos a custo da natureza sera seus filhos e netos terão um planeta.
SÃO JORGE E O DRAGÃO. ESTUDO TEOLÓGICO.
A abordagem histórico crítica teológica exige separar com método aquilo que pertence ao fato documentável, ao desenvolvimento da tradição e ao conteúdo doutrinário que a narrativa pretende transmitir.
Comecemos pelo núcleo histórico.
São Jorge aparece nas tradições mais antigas como mártir cristão, possivelmente um oficial do exército romano executado por volta de 303 sob o governo de Diocleciano. Esse período é bem conhecido pela intensificação das perseguições contra cristãos. Contudo, os registros contemporâneos são escassos e não apresentam detalhes biográficos extensos. O que se tem é uma memória devocional primitiva, centrada no martírio, não em feitos fantásticos.
Agora, o desenvolvimento da tradição.
A narrativa do dragão não pertence ao século III, mas emerge muitos séculos depois. Sua forma clássica se consolida na Idade Média, especialmente na Legenda Áurea. Essa obra não é um documento histórico no sentido moderno, mas uma compilação de vidas de santos com finalidade edificante. É essencial compreender que, no medievo, a hagiografia utilizava elementos simbólicos, maravilhosos e até míticos para expressar verdades espirituais. A distância temporal entre o suposto fato e sua redação já indica tratar-se de construção literária e teológica.
Passemos ao crivo histórico crítico.
Não há evidência arqueológica, documental ou testemunhal que sustente a existência de um “dragão” real enfrentado por Jorge. A crítica histórica identifica nessa narrativa uma assimilação de motivos mais antigos, inclusive pré cristãos, como mitos de heróis que derrotam monstros. Esse processo de incorporação era comum na expansão do cristianismo, que reinterpretava símbolos culturais existentes sob nova ótica religiosa.
Agora, o plano teológico propriamente dito.
O dragão é uma categoria simbólica profundamente enraizada na tradição bíblica. No Apocalipse, ele representa o mal, a oposição a Deus, a corrupção espiritual. Assim, quando a tradição medieval apresenta Jorge vencendo o dragão, não está descrevendo zoologia, mas teologia narrativa. Trata-se de uma dramatização da vitória da fé sobre o pecado, da verdade sobre o erro, da ordem divina sobre o caos moral.
Há ainda um elemento pastoral importante.
A figura de Jorge salvando uma cidade e libertando uma princesa não deve ser lida como crônica factual, mas como pedagogia espiritual. A cidade simboliza a coletividade humana. A princesa representa a alma ameaçada. O dragão encarna as forças que escravizam. E o santo surge como modelo de virtude ativa, coragem moral e fidelidade religiosa.
Conclusão dentro do rigor.
Historicamente, Jorge é um mártir plausível, embora pouco documentado. Criticamente, a lenda do dragão é uma elaboração tardia sem base factual. Teologicamente, porém, ela possui coerência interna e função formativa, expressando em linguagem simbólica aquilo que a tradição cristã sempre ensinou em termos doutrinários.
O QUE ENSINA O ESPIRITISMO.
Há criaturas que perguntam quais são as conquistas novas que devemos ao Espiritismo. Pelo fato de ele não ter dotado o mundo com uma nova indústria produtiva, como o vapor, concluem que ele nada produziu. A maior parte dos que fazem tal pergunta, não se tendo dado ao trabalho de estudá-lo, só conhecem o Espiritismo de fantasia, criado para as necessidades da crítica, e que nada tem de comum com o Espiritismo sério. Não é, pois, de admirar que perguntem qual pode ser o seu lado útil e prático. Teriam tido que buscá-lo em sua fonte, e não nas caricaturas que dele fizeram os que só têm interesse em denegri-lo. Assim, desde o início, impõe-se uma distinção essencial entre o Espiritismo autêntico e as representações deformadas que dele fazem os espíritos apressados ou os críticos de ocasião.
Numa outra ordem de ideias, alguns acham, ao contrário, a marcha do Espiritismo muito lenta para o seu gosto. Admiram-se que ele não tenha ainda sondado todos os mistérios da Natureza, nem abordado todas as questões que parecem ser de sua alçada. Gostariam de vê-lo diariamente ensinar coisas novas, ou enriquecer-se com alguma descoberta espetacular. Como ele ainda não resolveu a questão da origem dos seres, do princípio e do fim de todas as coisas, da essência divina e de algumas outras do mesmo porte, concluem que não saiu do alfabeto, que ainda não entrou na verdadeira via filosófica e que se arrasta nos lugares comuns, porque prega incessantemente a humildade e a caridade. Dizem eles que nada de novo foi ensinado, pois a reencarnação, a negação das penas eternas, a sobrevivência da alma, a gradação do princípio inteligente e o perispírito não seriam descobertas propriamente espíritas. Contudo, tal objeção revela mais a incompreensão do método do que qualquer deficiência real do corpo doutrinário.
A tal respeito julgamos que devemos apresentar algumas observações, que também não serão novidades, mas há verdades que, pela sua importância, exigem repetição sob múltiplas formas, a fim de que penetrem mais profundamente no entendimento humano. A repetição, neste caso, não é redundância estéril, mas pedagogia da verdade.
É verdade que o Espiritismo nada inventou de tudo isso, pois não há verdades autênticas senão aquelas que são eternas e que, por isso mesmo, devem ter germinado em todas as épocas. Mas não é alguma coisa havê-las tirado do esquecimento, de um germe fazer uma planta vivaz, de uma ideia dispersa fazer uma convicção coletiva. Não é mérito haver provado o que estava apenas em estado de hipótese, demonstrado a existência de leis onde se via o acaso, transformado teorias vagas em aplicações práticas e fecundas. Nada é mais verdadeiro que o antigo provérbio que afirma não haver nada de novo sob o sol. Ainda assim, cada época tem o seu dever de redescobrir, organizar e aplicar o que antes estava disperso.
Além disso, é incontestável que o Espiritismo ainda tem muito a nos ensinar. Nunca pretendeu haver dito a última palavra. Mas reconhecer que há um vasto campo ainda a explorar não implica afirmar que nada foi feito. Seu alfabeto foram as manifestações iniciais, e desde então o progresso foi sensível e, em muitos aspectos, notável. Comparado com outras ciências, que levaram séculos para atingir certo grau de maturidade, o avanço em poucos anos é digno de consideração. Nenhuma ciência atinge o seu ápice de imediato. Todas avançam conforme as circunstâncias permitem, pois há uma ordem providencial que regula o ritmo das descobertas.
Em falta de novas descobertas espetaculares, cessaria o trabalho dos estudiosos. A Química deixaria de existir por não descobrir novos elementos diariamente. A Astronomia se tornaria inútil por não encontrar novos astros a cada observação. Em todas as áreas do saber, há um tempo de assimilação, aplicação e consolidação. A Providência, em sua sabedoria, estabelece intervalos para que o conhecimento seja assimilado e frutifique. Não há estagnação, mas maturação silenciosa.
O Espírito humano não pode absorver incessantemente ideias novas sem se desorganizar. Assim como a terra necessita de repouso para produzir, o entendimento necessita de tempo para integrar o que aprende. Ideias novas devem apoiar-se nas já adquiridas. Sem base consolidada, toda tentativa de avanço resulta em esterilidade intelectual.
Dá-se o mesmo com o Espiritismo. Seus adeptos já assimilaram plenamente suas lições. Já se tornaram inteiramente caridosos, humildes, desinteressados, benevolentes. Já dominaram o orgulho, a inveja, o ódio e o egoísmo. Se a resposta for negativa, então ainda há muito a fazer. As lições consideradas simples são, na verdade, as mais difíceis de viver. É por meio delas que o ser se eleva e se torna apto a compreender ensinamentos superiores.
O objetivo essencial do Espiritismo é a regeneração da Humanidade pelo aperfeiçoamento moral. Os conhecimentos metafísicos são acessórios diante da necessidade de transformação íntima. Não se trata apenas de saber, mas de ser. O valor do indivíduo não se mede pelo acúmulo de ideias, mas pelo bem que realiza e pelas inclinações que vence.
Vejamos, entretanto, os resultados práticos que ultrapassam o campo puramente moral.
1.º Inicialmente ele fornece a prova da existência e da sobrevivência da alma. Ao transformar hipótese em certeza, combate o materialismo e suas consequências desagregadoras, promovendo uma revolução silenciosa nas ideias humanas.
2.º Pela convicção que estabelece, exerce profunda influência moral. Consola nas dores, fortalece nas provas e desvia o pensamento do desespero.
3.º Corrige concepções errôneas acerca do destino da alma, eliminando concepções incompatíveis com a justiça divina e apresentando uma visão racional do futuro.
4.º Esclarece o fenômeno da morte, retirando-lhe o caráter de mistério absoluto e oferecendo compreensão sobre essa transição inevitável.
5.º Pela lei da pluralidade das existências, fornece chave interpretativa para as desigualdades humanas e estabelece bases racionais para a fraternidade e a justiça.
6.º Pela teoria dos fluidos perispirituais, explica fenômenos psíquicos antes incompreendidos, ampliando o campo de estudo da fisiologia e da psicologia.
7.º Demonstra a interação entre o mundo material e o espiritual, revelando uma dimensão ativa da natureza antes ignorada.
8.º Elucida a origem de diversas perturbações atribuídas exclusivamente a causas orgânicas, oferecendo novos caminhos de tratamento.
9.º Explica a natureza da prece e a interação entre encarnados e desencarnados, mostrando o poder moral como instrumento de auxílio e regeneração.
10.º Introduz o conceito de magnetização espiritual, ampliando o horizonte das práticas terapêuticas.
O mérito não está em criar princípios inéditos, mas em dar-lhes aplicação viva. Ideias como a reencarnação e o corpo espiritual existiam, mas permaneciam como conceitos inertes. O Espiritismo as transformou em elementos dinâmicos, integrando-as em um sistema coerente e operativo.
Esses princípios, outrora dispersos, tornaram-se base de uma nova filosofia que abrange a moral, a ciência e a religião em uma síntese harmônica. Longe de serem estéreis, produziram uma fecundidade intelectual e prática que continua a expandir-se.
Em resumo, um conjunto de verdades fundamentais, antes fragmentadas, foi organizado, demonstrado e aplicado, abrindo novos horizontes ao pensamento humano. Mesmo que se limitasse a isso, já representaria um avanço significativo. Contudo, trata-se apenas do início de uma obra muito mais vasta.
Esses pontos são centros irradiadores de novas compreensões que se desenvolvem progressivamente. Cabe aos adeptos aplicá-los antes de exigir novas revelações. O progresso não consiste apenas em adquirir conhecimento, mas em vivê-lo.
Dizem que os espíritas conhecem apenas o alfabeto. Se assim for, é preciso antes aprender a soletrar com exatidão. Há ainda muito a ensinar, a consolar, a esclarecer e a transformar. A tarefa está longe de concluída.
Saibamos, pois, estudar, assimilar e aplicar, antes de desejar avançar precipitadamente. O grande livro da Natureza se abre gradualmente àqueles que demonstram maturidade para compreendê-lo. O tempo não pode ser violentado sem prejuízo.
A árvore do conhecimento não se conquista por impaciência, mas por crescimento legítimo. Quem tenta elevar-se sem preparo arrisca-se à queda. Quem persevera no aperfeiçoamento moral, esse sim, gradualmente se torna digno de compreender as verdades mais elevadas.
E assim, entre a disciplina do espírito e a fidelidade ao bem, o Espiritismo não apenas ensina, mas forma consciências capazes de transformar o mundo a partir de si mesmas.
“As máscaras são muitas até que o vazio as reclame. Quando nenhuma resta, não é a verdade que surge, mas o rosto viciado que já não pode fugir de si.”
" As lágrimas são a linguagem mais antiga da verdade humana. Não pertencem à fraqueza, mas à lucidez. São o transbordamento de um conteúdo que não cabe mais na razão. "
"As lágrimas são como a chuva sobre a terra cansada: depois delas, algo invisível começa a florescer."
" Não lamente o que a noite levou. Algumas perdas são apenas espaços que a vida abre para novos significados. "
"Todos que encontramos em nossas vidas são mais importantes para nossa redenção que a deles próprias."
Veneno do ar
O frio que faz em São Paulo não é um frio úmido e macio; é um frio matinal, quase rarefeito, que dá a sensação de ser ainda mais gelado. A poluição aumenta a tensão desse inverno cortante. Diferente do frio do sul do país — que, embora mais acentuado, tem um ar menos pesado e menos agressivo —, aqui o gelo dói nos ossos.
Às vezes sinto que a Era do Gelo está mais perto, mas provocada por esse choque extremo entre a temperatura, a poluição e o calor. O frio só faz exaltar o tempo que nos fascina.
O desejo humano tenta transformar o deserto em floresta artificial, mas os nossos sonhos ainda são gelados. No sentido mais profundo, vemos aglomerados urbanos que viraram neblina. O Sol aparece, às vezes parecendo mais opaco e distante, pois as nuvens de fumaça sufocam a alma.
Entre a dúvidas as almas são rebatadas ou são parte do sistema que observam seus atos ate não conseguimos contemplar o proprio caos.
O maior problema da segurança no Brasil são as organizações criminosas dentro do Congresso Nacional.
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