Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
A religião e a política são as versões diferentes da mesma moeda, ambas estão em busca de dinheiro, poder e fama!
Não é o lugar, não é a roupa, não são as pessoas, não são as dúvidas, não são os erros... mas a sua falta de coragem, em enfrentar tudo isso que ti prende e ti impede de seguir, você e mais ninguém é responsável pelo o seu mundo, sua realidade, diga a si mesmo, basta, aprenda a ser feliz consigo mesmo ou , sempre será um escravo da opinião alheia, se ame, se valorize se respeite ............
"Os impérios mais resistentes não são construídos sobre muros ou exércitos, mas sobre ideias capazes de fazer homens livres aceitarem suas correntes sem perceber que as carregam."
Enquanto setores da Justiça brasileira, especialmente o STF, são acusados por parte da sociedade de interpretar e aplicar a lei de maneira excessivamente autoritária, surge uma questão fundamental: quais são os limites do Poder Judiciário diante da autonomia dos Estados, dos municípios, do Poder Legislativo e, sobretudo, da participação das famílias na educação?
Quando decisões judiciais parecem se sobrepor às deliberações de deputados, vereadores, prefeitos e governadores legitimamente eleitos, muitos cidadãos passam a questionar se a vontade popular está realmente sendo respeitada.
O problema não está em defender este ou aquele lado político, mas em preservar o princípio democrático: nenhum poder deveria se considerar acima dos demais. Em uma democracia, Executivo, Legislativo e Judiciário possuem funções distintas e limites que precisam ser respeitados.
Quando uma parcela da sociedade entende que determinadas pautas educacionais estão sendo impostas sem amplo debate público e sem considerar suficientemente a participação das famílias, o mínimo que se espera é diálogo, transparência e respeito ao pluralismo de ideias.
A democracia não deveria ser o governo de poucos sobre muitos, mas o equilíbrio entre poderes, instituições e sociedade.
Afinal, quando o poder deixa de ouvir a sociedade, a pergunta deixa de ser apenas jurídica e passa a ser filosófica: quem realmente governa em uma democracia — as instituições ou o povo que lhes conferiu legitimidade?
Aqueles que usam o nome de Deus e a biblia para enriquecerem, não são dignos do paraíso que falam, pois tornam miseráveis os que aqui vivem, tornando suas falas vazias e inuteis!
“As portas que o meu ecossistema abre não são para poucos; são avenidas gigantescas criadas para quem tem a coragem de caminhar lado a lado com a história em tempo real.”
"O futuro pertence aos que criam as regras. Os trilhões que construo são apenas o eco da clareza com que decidi mudar a direção do mundo."
Ei, já parou pra pensar que a vida e a morte não são inimigas, mas parceiras de dança? A gente vive correndo atrás de eternidade – academia, dieta, apps de meditação –, como se pudéssemos enganar o relógio. Mas olha só: sem a sombra da morte, a vida perde o brilho. É ela que dá urgência aos nossos amores, faz a gente rir alto num pôr do sol no Arpoador, ou escrever aquela poesia que queima no peito. A morte não é o fim cruel; é o que torna cada respiração preciosa. Argumento assim: se fôssemos imortais, procrastinaríamos pra sempre, desperdiçando o agora. Epicuro já dizia que a morte não nos diz respeito, porque enquanto existimos, ela não está aqui. Então, por que temer? Viva intensamente, abrace o efêmero. A vida ganha sentido justamente porque acaba.
Honestidade, autenticidade, lealdade, caráter e respeito à diversidade são como raízes invisíveis que sustentam tudo o que há de mais bonito nas relações humanas. Em tempos em que tanta gente se esconde atrás de versões ensaiadas de si mesma, ser verdadeiro se torna um gesto raro e profundamente corajoso. A honestidade não mora apenas nas palavras certas, mas também nas atitudes limpas, na consciência tranquila e na delicadeza de não ferir o outro por interesse.
A autenticidade floresce quando alguém decide existir sem máscaras, sem moldar a própria alma para caber nas expectativas do mundo. Já a lealdade é presença que não abandona, é abrigo em dias difíceis, é permanência sincera quando tudo ao redor vacila. O caráter, por sua vez, é aquilo que a alma revela no silêncio das escolhas, quando ninguém aplaude e ninguém vê.
E respeitar a diversidade é compreender que o mundo só é verdadeiramente humano porque é plural. Cada pessoa carrega um universo dentro de si. Quando aprendemos a olhar o outro com respeito, empatia e abertura, deixamos de apenas conviver e começamos, de fato, a nos humanizar.
O amor genuíno não habita a perfeição — reside exatamente na imperfeição partilhada. São nas horas vulgares, na irritação do dia a dia, nos bloqueios impulsivos e desbloqueios arrependidos, que ele revela sua verdadeira densidade. Brigamos porque importamos, silenciamos porque doemos, bloqueamos porque tememos perder — e desbloqueamos porque perder é insuportável. O amor fala mais alto não por ignorar o caos, mas por atravessá-lo. Ele é a escolha de permanecer quando a fuga seria mais fácil, é a mão que busca a outra mesmo após o punho cerrado. Estar junto, nem que por horas, mesmo em discórdia, já é felicidade disfarçada — porque significa que ainda há "nós" para desgastar. No fim, não são os momentos idílicos que constroem laços, mas a persistência no desconforto, a coragem de reconhecer que amar é, sobretudo, uma prática diária de perdão e reencontro.
Direitos humanos, dizem os cartazes bonitos, são para todos. Que engraçado, porque na prática parecem um clube fechado, com lista de convidados e segurança na porta.
Tem uma parábola antiga sobre um rei que criava leis para proteger o reino, mas esquecia sempre de mencionar os mendigos nos portões. Séculos depois, mudamos o cenário, trocamos a coroa por terno, mas o mendigo continua do lado de fora, agora pedindo apenas para ser visto, ouvido, notado como gente.
E que engraçado como certas piadas nunca saem de moda. Pessoas com nanismo ainda viram atração de circo em pleno século vinte e um, como se existência fosse motivo de riso.
Ah, e não podemos esquecer os outros "convidados especiais" dessa festa tão exclusiva: pessoas em situação de rua tratadas como sujeira urbana, o negro retinto ainda hoje seguido dentro de lojas como suspeito, idosos ignorados como se já tivessem validade vencida, pessoas com deficiência esquecidas em calçadas sem rampa.
Direitos humanos parecem menu de restaurante caro: bonito no papel, mas a maioria nem consegue sentar à mesa. Talvez a piada maior não seja o corpo do outro, seja a nossa capacidade infinita de fingir que não vemos quem mais precisa ser enxergado.
Foi assim:
Depois de algum tempo em São Paulo, meu irmão conseguiu comprar o primeiro carro da família. Como não podia deixar de ser, era um Fusca 67 azul, muito lindo. Aliás, o mais lindo do mundo.
No dia da compra, nem trabalhamos direito. A ansiedade para pegar o carrinho era enorme. Já era quase noite quando meu irmão finalmente chegou com o dito cujo.
Tudo certo. Arrumamos nossas malinhas no porta-malas. Naquela época, tínhamos mais felicidade do que coisas para carregar.
Pegamos três amigos e... estrada.
Assim que escureceu, surgiu o primeiro problema: cadê a luz dos faróis? Havia apenas uma claridade fraquinha. Nada, porém, que um eletricista de beira de estrada não resolvesse. Instalamos um par de faróis "Tremendão", moda da época, que consumiu boa parte das economias reservadas para a viagem.
Problema resolvido, seguimos viagem. Só alegria.
Depois de rodarmos mais uns 250 quilômetros, próximo a Avaré, apareceu outro pequeno contratempo: um pneu furado.
Coisa simples. Bastava trocar o pneu e seguir viagem.
Abre o capô, tira as malinhas. E eram tantas que cobriam o estepe.
Quando finalmente pegamos o estepe, veio a surpresa:
— Vixe! Está vazio!
Na pressa da viagem, ninguém tinha verificado as condições do referido pneu.
Era madrugada. Frio. Mês de junho. E lá fomos eu e um amigo pedir carona para encontrar um borracheiro sabe-se lá onde.
Depois de alguns minutos, parou um caminhão-cegonha. Sem muitas explicações, o motorista mandou que subíssemos na carroceria.
Se parado já estava frio, com o caminhão em movimento a situação piorou muito.
Rodamos uns dois quilômetros até que ele parou e nos chamou para a cabine aquecida.
Logo encontramos um posto com borracharia e restaurante. Enquanto o pneu era consertado, aproveitamos para tomar um café.
O motorista, como todo caminhoneiro, conhecia praticamente todos os outros caminhoneiros da estrada. Não demorou para encontrar um colega que seguia no sentido contrário ao dele.
Ficou fácil.
O outro motorista nos deixou perto do Fusca e ainda manteve os faróis do caminhão acesos para facilitar a troca do pneu.
Quando terminou, enchemos o homem de agradecimentos e... estrada novamente.
Como todos morávamos em Santa Mariana, a distribuição dos três amigos foi rápida.
Sempre que voltávamos para casa saindo de São Paulo, avisávamos nossa mãe.
Que castigo!
Ela passava a noite inteira nos esperando.
Mas fazer o quê?
Mãe é mãe.
Dormimos algumas horas, tomamos café de bule e partimos para a missão mais importante: mostrar o Fusca para a cidade.
Afinal, ele era objeto de desejo de muita gente. Naqueles tempos, ter um carro era privilégio para poucos.
O coitado do Fusca ainda estalava por todos os lados, consequência da longa viagem.
Azar o dele.
Tínhamos compromissos mais importantes.
Meu irmão ao volante e eu de carona, fomos direto para a cidade.
Paramos em frente ao Cine Plaza e ficamos ali, do lado de fora, exibindo nosso troféu com o mesmo sorriso de uma criança que acaba de ganhar um presente.
Não demorou muito e apareceu um conhecido (nome omitido por ordem judicial).
Para os nossos padrões da época, ele era milionário.
Nem nos cumprimentou.
Ficou olhando para o Fusca e disparou:
— Ué... a firma onde você trabalha deixa você viajar com o carro dela?
Tudo bem que o carro ainda não era exatamente da família Mattos. Era da financeira, e ainda faltavam vinte e quatro prestações — justamente as vinte e quatro do financiamento.
Mas ele não precisava ser tão maldoso.
A frase caiu como um balde de água fria.
Tirou um pouco da nossa alegria.
O dia perdeu o brilho.
Perdemos a vontade de passear pela cidade e voltamos para casa.
Para perto da mãe.
E, pensando bem, talvez ali fosse mesmo o melhor lugar para estar.
“Aqueles para quem Deus não é suficiente são gananciosos.
A recompensa por todas as suas obras deve ser que elas sejam conhecidas por Deus e que você busque Deus nelas.
Que isso sempre lhe seja suficiente.”
TRUMP, com o apoio do clã traidor, tenta isolar o Brasil! Paraguai, Argentina e Equador são seus aliados numa possível ação!
O agro, as bets e instituições financeiras são acionistas majoritários do congresso e vendem suas ações pelo melhor preço!
As únicas guerras que os EUA vencem são as guerras de narrativas e demagogias! Coréia, Vietnã e Irã humilharam o Tio Sam!
Os grandes heróis americanos são personagens: Rambo, Superman e Capitão América! Um monumento à fantasia é a estátua do "Rocky"!
Entre um dia e outro, ciclos da vida se iniciam, outros terminam, alguns são aprimorados e outros, procrastinados. E isso não é sobre os dias!
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