Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos

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Amigos são luzes que iluminam nosso caminho quando só vemos escuridão.
Luzes que nos fazem enxergar com clareza o que nos parece tão confuso.
Luzes que depositam em nossos olhos o brilho de um abraço-irmão.
Amigos são luzes de fogos de artifício celebrando nossas vitórias.
Luzes que nos revestem de brilho diante das coisas mais singelas.
A nos embalar o sono, luzes diáfanas, refletidas na janela.
Amigos são luzes coloridas que nos convidam a sonhar.
Luzes enfileiradas adornando nossa árdua trajetória.
Luzes que se convertem em lágrimas para ao nosso lado chorar.
Amigos são luzes vindas do mar em forma de pérolas,
jóias reluzentes premiando a mais bela amizade.
Luzes de um palco encantado, que representa a verdade.
Amigos são luzes de vaga-lumes que voam alegres no quintal.
Luzes que iluminam nossa alma com seu belo cintilar.
Luzes mágicas, que convertem o mais rude casebre em palácio real.
Quem tem um amigo-luz é um ser abençoado.
Eu tenho você!

Se meu olhar não te diz nada, minhas palavras são inúteis!

Pessoas choram, não porque são fracas. É porque elas vem sendo fortes por muito tempo.

As pessoas mais felizes não possuem necessariamento o melhor, elas são melhores em tudo.

Anjos do Céu

As ondas são anjos que dormem no mar,
Que tremem, palpitam, banhados de luz...
São anjos que dormem, a rir e sonhar
E em leito d'escuma revolvem-se nus!
E quando de noite vem pálida a lua
Seus raios incertos tremer, pratear,
E a trança luzente da nuvem flutua,
As ondas são anjos que dormem no mar!
Que dormem, que sonham- e o vento dos céus
Vem tépido à noite nos seios beijar!
São meigos anjinhos, são filhos de Deus,
Que ao fresco se embalam do seio do mar!
E quando nas águas os ventos suspiram,
São puros fervores de ventos e mar:
São beijos que queimam... e as noites deliram,
E os pobres anjinhos estão a chorar!
Ai! quando tu sentes dos mares na flor
Os ventos e vagas gemer, palpitar,
Por que não consentes, num beijo de amor
Que eu diga-te os sonhos dos anjos do mar?

As palavras são boas. As palavras são más. As palavras ofendem. As palavras pedem desculpa. As palavras queimam. As palavras acariciam. As palavras são dadas, trocadas, oferecidas, vendidas e inventadas. As palavras estão ausentes. Algumas palavras nos absorvem, não nos deixam: são como garras, vem nos livros, nos jornais, nos mensagens publicitárias, nos rótulos dos filmes, nas cartas e nos cartais. As palavras aconselham, sugerem, insinuam, intimidam, impõem, segregam , eliminam. São melífluas ou ácidas. O mundo gira sobre palavras lubrificadas com azeite de paciência. Os cérebros estão cheios de palavras que vivem em paz e em harmonia com suas contrárias e inimigos. Por isso a pessoas fazem o contrario do que pensa crendo pensar o que fazem.
Há muitas palavras. E estão os discursos, que são palavras apoiadas umas em outras, em equilíbrio instável graças a uma sintaxe precária finalizadas com chave de ouro: “Graças. Digo”. Com discursos se comemora, se inaugura, se abrem e cerram sessões, se lançam cortinas de fumo o se dispõem cortinas de veludo. São brindes, orações, conferências e colóquios. Por meio dos discursos se transmitem louvores, agradecimentos, programas e fantasias. E logo as palavras dos discursos aparecem postas em papéis, pintadas em tinta de imprensa “e por essa via entram na imortalidade do Verbo. Ao lado de Sócrates, o presidente da junta domina o discurso que abriu o torneira da fonte. E fluem as palavras, tão fluidas como o “precioso líquido” . Fluem interminavelmente, inundam o solo, chegam até as joelhos, à cintura, a os ombros, ao colo. É o dilúvio universal, um coro desarmado que brota de milhares de bocas. A terra segue seu caminho envolta em um clamor de loucos, a gritos, a berros, envolta também em um murmúrio manso represado e conciliador. De todo há no coro: tenores e contraltos, cantantes baixos, sopranos de dó de peito fácil, barítonos acolchoados, contraltos de voz-surpresa. Nos intervalos se ouve o ponto. E todo isso aturde as estrelas e perturbam as comunicações, como as tempestades solares.
Porque as palavras têm deixado de comunicar. Cada palavra é dita para que não se ouça outra. A palavra, até quando não afirma, se afirma: a palavra é a erva fresca e verde que cobre os dentes do pântano. A palavra não mostra. A palavra disfarça.
Daí que resulte urgente podar as palavras para que a plantação se converta em colheita. Daí que as palavras sejam instrumento de morte ou de salvação. Daí que a palavra só valha o que vale o silêncio do ato.

Há, também, o silêncio. O silêncio é, por definição, o que não se ouve. O silêncio escuta, examina, observa, pesa e analisa. O silêncio é fecundo. O silêncio é a terra negra e fértil, o húmus do ser, a melodia calado sob a luz solar. Caem sobre ele as palavras. Todas as palavras. As palavras boas e as más. O trigo e o joio. “Mas só o trigo dá pão”.

José Saramago

Nota: Trad.: Lucimar Cardoso

Como esquecer?
Como esquecer os dias cinzentos
Se são eles que me trazem o brilho do sol?
Como esquecer as derrotas
Se são elas que me proporcionam vitórias?
Como esquecer os erros
Se são eles que me dão lições?
Como esquecer a solidão
Se foi ela que me trouxe os amigos?
Como esquecer as tristezas
Se elas é que fizeram a minha sorte mudar?
Como esquecer os planos fracassados
Se só o fracasso pode me dar a ventura de sonhar?

As palavras em si não são ofensivas, mas ditas com certo tom de voz, ou num dado momento ou com certo sorriso, assemelham-se a autênticas bofetadas na cara.

Eu já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de se esquecer.
Eu já caí de bicicleta.
Eu já me marquei por um nome.
Eu já servi de consolo.
Eu já brinquei de Barbie.
Eu já brinquei de carrinho.
Eu já viajei sozinha.
Eu já chorei ao ver amigos partindo, mas depois descobri que logo chegam novos e que a vida é mesmo um ir e vir sem razão.
Eu já cortei meu cabelo mais do que eu queria.
Eu já chorei por um menino.
Eu já ri de de várias pessoas.
Eu já viajei com meus amigos.
Eu já abracei com ódio.
Eu já fui estúpida.
Eu já tive cólicas.
Eu já inventei desculpas pra faltar algum compromisso.
Eu já tomei banho de chuva.
Eu já briguei com meus pais.
Eu já prometi e não cumpri.
Eu já chorei por um brinquedo.
Eu já sei o valor do que se perde.
Eu já perdi amigos por besteira.
Eu já me queimei na panela.
Eu já ri pra não chorar.
Eu já me cortei.
Eu já ignorei.
Eu já me senti ignorada.
Eu já sei o que é certo e o que não é.
Eu já sei que nem sempre eu faço o certo.
Eu já peguei conchinhas na praia.
Eu já dormi chorando.
Eu quase tirei um zero.
Eu já brinquei de ser feliz.
Eu já me fiz de vítima.
Eu já tive gripes de ficar de cama.
Eu já tive momentos secretos.
Eu já rolei na grama.
Eu já comi demais por estar angustiada.
Eu já precisei de atenção.
Eu já condenei sem ter autoridade.
Eu já me chateei por telefonemas.
Eu já tentei ser o que eu não sou.
Eu já achei que tudo era pra sempre.
Mas descobri que o "pra sempre" sempre acaba.

A minha saudade por você é como o tempo, na para... Tem coisas na vida que são complicadas e muito difíceis, mas nada na minha vida é tão triste como ficar sem a sua presença. O meu sentimento por você é muito forte, me faz sorrir e me sentir bem, pois adoro você ao meu lado, adoro ouvir sua voz, adoro te sentir, adoro te tocar e fazer carinho. Momentos que não se esquece, momentos que nunca vão dar para esquecer, momentos que tive com você. Se a vida fosse do meu jeito, agora você estava do meu lado... Eu odeio o passado, torço pelo presente passar rápido, e peço a Deus que no futuro você esteja comigo.

Eu não vejo mudanças tudo que eu vejo são rostos racistas. O ódio mal orientado em desgraça para as raças

Cuidado com o que você diz; entre aqueles que não dizem nada, poucos são os que ficam em silêncio

As páginas da vida são cheias de surpresas...
Há capítulos de alegria, mas também de tristezas,
Há mistérios e fantasias,
Sofrimentos e decepções...
Por isso, não rasgue páginas e nem solte capítulos,
Não se apresse a descobrir os mistérios.
Não perca as esperanças,
Pois muitos são os finais felizes.
E nunca se esqueça do principal:
NO LIVRO DA VIDA, O AUTOR É VOCÊ.

⁠E eis que é assim o ser humano, dotado de mistério e imprevisibilidade, vivendo um incompreensível fenômeno chamado vida, dentro de um universo completamente adoecido.

Inserida por RosalbaSaraiva

⁠ " Sim, o mundo está doente e as pessoas povoam esse espaço em uma queda livre de desequilíbrio, carregando um emocional estraçalhado"

Inserida por RosalbaSaraiva

⁠(...) Fica tranquila, já vou abrir essas correntes e te libertar desse cativeiro. Vamos sair juntos de tudo isso.

Inserida por RosalbaSaraiva

E eu poderia passar horas falando sobre cada detalhe seu que eu amo. Poderia passar dias só te beijando e abraçando. Ou semanas te agarrando. Poderia passar meses com você. Só com você. Te mimando, te agradando, te querendo. Mas a verdade é que eu poderia passar vidas, só te amando

CAMINHO SUAVE
Sidney Santos

O amor é um largo sorriso
Valor de um abraço
E sempre é preciso
O aperto do laço

Dose de emoção
Porção de carinho
Pulsar do coração
Rosas pelo caminho

Forte pegada
Um beijo rasgado
Louca risada
Um doce pegado

Um caminho a seguir
Um caso bem feito
Atenção no agir
Na expressão, o respeito


Sidney Santos
Santos, 22 de fevereiro de 2013

Na fábrica de sonhos a matéria prima é o sorriso e a ingenuidade; produto é a alegria.

ETERNO CARNAVAL
Sidney Santos

Meu Carnaval tem samba
O ponto é alegria
Tem surdo e pandeiro de bamba
Confetes e fantasia

Carnaval de circo e marmelada
De bonde que não tem trilho
Carona da molecada
Na fachada, só brilho

Do Sol até o Luar
Alegria do povo
Se na terça-feira terminar.....
Na quarta, começa ... de novo