Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
O que você deixa para trás não é o que é gravado em monumentos de pedra,
mas o que é tecido nas vidas de outros.
No jornalismo, não há fibrose. O tecido atingido pela calúnia não se regenera. As feridas abertas pela difamação não cicatrizam. A retratação nunca tem o mesmo espaço das acusações.
Sou um retalho de tudo o que toco,
mas que compõe o tecido da minha personalidade.
Por isso, procuro sempre flores e jardins.
Menina Moça.
A cama está coberta com um lençol marfim, pequenos desvios do tecido declinam para o chão. Toda a casa parece cinza como as nuvens que estão no céu, exceto os olhos da menina, castanhos.
A árvore lá fora inveja a cor da sua íris, mas sabe-se nos últimos dias, a árvore tem exibido mais vida que seus olhos.
A menina se aquieta junto ao urso de pelúcia que ganhara do homem da sua vida. Mas existe um outro homem atualmente a entristecendo.
Suas unhas estão pintadas de azul, semelhante com a cor do céu de ontem. E a menina se recorda do ontem, com toda a dor de hoje.
A felicidade era de ouro, mas o ouro foi roubado dela. Agora a menina usa adornos na cor prata, pois sente-se de segunda mão, segundo plano, segunda vida, última escolha.
Não importa o tecido, a grife ou o preço na etiqueta, quem é pobre de caráter anda sempre mal vestida.
“No tecido sutil dos afetos, o respeito mútuo ergue-se acima do próprio amor, pois é nele que repousa a possibilidade do encontro verdadeiro. O amor, tão vasto em sua essência, raramente se deixa viver em plenitude; já o respeito, firme e silencioso, sustém o que o coração por si só não alcança.”
O tempo é um tecido que se desfaz nas mãos da rotina: fios compridos de ontem se soltam em fiapos que caem no chão do quarto. Às vezes, tentamos costurar as bordas rasgadas com promessas — pontos rápidos, gesto apressado —, mas a agulha escorrega porque a memória tem vida própria. Há bolsos escondidos nesse pano onde guardamos cheiros e conversas; aberto, o bolso revela bilhetes amarelados, recibos de encontros que não se repetirão. Quando chove, as cores do tecido sangram, e aquilo que jurávamos ser permanente vira aquarela. Ainda assim, entre os rasgos, nas pontas soltas, encontram-se nós que salvam: abraços que prendem retalhos, risadas que emendam dois instantes. À noite, alguém passa a mão sobre a superfície e sente calor — uma prova de que, apesar do desgaste, o tecido ainda guarda corpo. Não é zelo que evita o desgaste, é atenção: escolher com que cuidado dobramos as horas, com que delicadeza tratamos as sobras. O resto, inevitável, se desfaz; e, no espaço que surge, podemos aprender a costurar novas formas de presença.
Os homens são perturbados não pelas coisas, mas pelas opiniões que eles têm delas. A morte, por exemplo, nada tem de terrível, senão tê-lo-ia parecido assim a Sócrates. Mas a opinião que reina em relação à morte, eis o que a faz parecer terrível a nossos olhos.
“E é de você que eu lembro quando falam de amor. É em você que eu penso antes de dormir. É você que eu imagino ao meu lado daqui a décadas. É tudo você. Sempre vai ser você. E isso eu já não posso controlar mais, pois é em você que estou pensando agora.”
BOM DIA
Sidney Santos
Bom dia com poesia
Bom dia com amizade
Bom dia com alegria
Bom dia de claridade
Poesia que encanta
Claridade que reluz
Alegria que levanta
Amizade que o amor conduz
Poeta Dos Sonhos
Santos, 18 de fevereiro de 2013 as 13:00h
A vida, vira e mexe, brinca comigo; aceito a brincadeira; não poderia deixar sozinha esta eterna companheira.
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