Nos somos do Tecido que Sao Feitos nossos Sonhos
Costurar o Tempo
Se a vida fosse tecido, eu escolheria linhas invisíveis para bordar os dias. Cada ponto seria memória, cada nó, resistência. Costurar o tempo é remendar o que a vida rasgou, é unir o ontem ao amanhã sem perder a delicadeza do agora.
Às vezes, o fio se parte e minhas mãos cansam. Mas ainda assim insisto — porque sei que o bordado só existe no processo, nesse gesto de refazer, de alinhar, de acreditar que o tecido pode sustentar o peso da história.
Se eu pudesse, costuraria o tempo com calma, deixando espaço entre as linhas para que a esperança respirasse. Assim, mesmo que o hoje doa, haveria sempre a chance de o amanhã se encaixar sem pressa, como peça que se completa no avesso da vida.
E no fim, talvez eu descubra que costurar o tempo não é prender instantes… é libertá-los para que continuem existindo em mim.
Estamos presos em uma peça de roupa inescapável de mutualidade; amarrado em um único tecido do destino Enquanto houver pobreza no mundo, nenhum homem pode ser totalmente rico, mesmo se ele tenha um bilhão de dólares
A medida de um homem é feita de momentos, disseminados como respingos de tinta sobre o tecido da vida. Tudo o que você foi um dia, tudo qua ainda virá a ser reside nas pequenas escolhas aparentemente sem importância da vida diária. As decisões se acumulam até o dia em que você se dá conta de que elas fizeram de você a pessoa que é.
O que você deixa para trás não é o que é gravado em monumentos de pedra,
mas o que é tecido nas vidas de outros.
"Se a vida é o tecido e o amor é a linha, o tempo é a agulha que costura tudo. Não espere o fim do carretel para dar o primeiro ponto; a única costura que segura a alma é feita no agora."
"A verdadeira sofisticação não está no corte do tecido, mas no ajuste perfeito entre o que o coração dita e o que a boca pronuncia."
No jornalismo, não há fibrose. O tecido atingido pela calúnia não se regenera. As feridas abertas pela difamação não cicatrizam. A retratação nunca tem o mesmo espaço das acusações.
Sou um retalho de tudo o que toco,
mas que compõe o tecido da minha personalidade.
Por isso, procuro sempre flores e jardins.
Menina Moça.
A cama está coberta com um lençol marfim, pequenos desvios do tecido declinam para o chão. Toda a casa parece cinza como as nuvens que estão no céu, exceto os olhos da menina, castanhos.
A árvore lá fora inveja a cor da sua íris, mas sabe-se nos últimos dias, a árvore tem exibido mais vida que seus olhos.
A menina se aquieta junto ao urso de pelúcia que ganhara do homem da sua vida. Mas existe um outro homem atualmente a entristecendo.
Suas unhas estão pintadas de azul, semelhante com a cor do céu de ontem. E a menina se recorda do ontem, com toda a dor de hoje.
A felicidade era de ouro, mas o ouro foi roubado dela. Agora a menina usa adornos na cor prata, pois sente-se de segunda mão, segundo plano, segunda vida, última escolha.
Não importa o tecido, a grife ou o preço na etiqueta, quem é pobre de caráter anda sempre mal vestida.
“No tecido sutil dos afetos, o respeito mútuo ergue-se acima do próprio amor, pois é nele que repousa a possibilidade do encontro verdadeiro. O amor, tão vasto em sua essência, raramente se deixa viver em plenitude; já o respeito, firme e silencioso, sustém o que o coração por si só não alcança.”
O tempo é um tecido que se desfaz nas mãos da rotina: fios compridos de ontem se soltam em fiapos que caem no chão do quarto. Às vezes, tentamos costurar as bordas rasgadas com promessas — pontos rápidos, gesto apressado —, mas a agulha escorrega porque a memória tem vida própria. Há bolsos escondidos nesse pano onde guardamos cheiros e conversas; aberto, o bolso revela bilhetes amarelados, recibos de encontros que não se repetirão. Quando chove, as cores do tecido sangram, e aquilo que jurávamos ser permanente vira aquarela. Ainda assim, entre os rasgos, nas pontas soltas, encontram-se nós que salvam: abraços que prendem retalhos, risadas que emendam dois instantes. À noite, alguém passa a mão sobre a superfície e sente calor — uma prova de que, apesar do desgaste, o tecido ainda guarda corpo. Não é zelo que evita o desgaste, é atenção: escolher com que cuidado dobramos as horas, com que delicadeza tratamos as sobras. O resto, inevitável, se desfaz; e, no espaço que surge, podemos aprender a costurar novas formas de presença.
“E é de você que eu lembro quando falam de amor. É em você que eu penso antes de dormir. É você que eu imagino ao meu lado daqui a décadas. É tudo você. Sempre vai ser você. E isso eu já não posso controlar mais, pois é em você que estou pensando agora.”
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