Nós Mesmos
O nosso pensamento cria a vida que procuramos, através do reflexo de nós mesmos. Até que nos identifiquemos um dia, no curso dos milênios, com a Sabedoria infinita e o Infinito amor, que constituem o Pensamento e a Vida de Nosso pai.
Ter ou Viver
Quando abrimos os olhos pela primeira vez, temos apenas nós mesmos, porque na verdade ainda não temos o poder de ter.
Quando os olhos se fecharem pela última vez, sabemos que nada temos, a não ser nós mesmos, porque aí percebemos que não temos o que pensamos ter.
Entramos e saímos da vida com a ilusão de possuir algo, e que quanto mais possuirmos maiores seremos, somente acordamos quando a ilusão de possuir acaba com a perda das coisas aparentemente intermináveis.
Nada possuímos nesta escola chamada vida, mas o não possuir não diminui o ser, pelo contrario, quanto maior for esta consciência melhor seremos.
O ser tem que "ser" acima de querer ter, e o "ser" só se consegue quando este faz de sua vida o "viver", e viver não é apenas existir.
Viver é conhecer o que a vida oferece, tanto tristezas como alegria, tanto cansaço como descanso, tanto a dor como o amor, tanto o inimigo como o amigo, tanto a pobreza como a riqueza, assim como a morte e a vida.
Não deixe a vida te conduzir, antes seja o condutor desta.
Só a vida é verdadeiramente tua, presente maior da criação, e que o importante é "ser".
Não fique na sombra da vida descansando ou esperando os acontecimentos vir ao teu encontro, seja você a luz de tua vida, vivenciando a cada minuto com amor e coragem.
Esta tua existência poderá ser acompanhada de duas coisas; conhecimento adquirido na luta e a amizade pura da pessoas que estiveram presente enquanto lutava.
O mais importante não é "ter" para viver e sim viver para "ser".
Quando estamos satisfeitos por ser nós mesmos, simplesmente não nos comparamos ou competimos. Apenas somos, ponto.
Até quando buscaremos no outro algo que só poderemos encontrar em nós mesmos? O mal que nos toma é causado pela expectativa que, erroneamente, criamos.
Se nós fomos nós mesmos o tempo todo, por que nos destruimos por quem não foi?
O peso na consciência não deveria ser de quem errou?
Uma parte do nosso tempo livre deve ser dedicada a nós mesmos, ao cuidado com o nosso corpo e com a nossa mente. Uma outra parte deve ser dedicada à família e aos amigos. Devemos dedicar uma terceira parte à coletividade, contribuindo para a sua organização civil e política. Cada cidadão deve dosar estas três partes em medidas adequadas, de acordo com a sua vocação pessoal e a sua situação concreta.
Passamos a vida usando tantas máscaras que se fôssemos apresentados para nós mesmos, como realmente somos, provavelmente não nos reconheceríamos.
Exigimos das pessoas o que elas não conseguem suportar e nem o que nós mesmos conseguimos realizar. Exigimos calma dos outros, mas nós somos impacientes, irritadiços e agressivos. Pedimos tolerância, mas nós somos implacáveis, excessivamente críticos e intolerantes. Queremos que todos sejam estritamente verdadeiros, mas nós simulamos nossos comportamentos, disfarçamos nossos sentimentos. Desejamos que os outros valorizem o interior, mas somos consumidos pela estética social. Temos de reconhecer que às vezes damos excessiva atenção à estética social, ao que as pessoas pensam e falam de nós, mas não nos preocupamos com aquilo que corrói nossa alma.
A nossa felicidade Não deve Depender dos outros, deve depender de Nós mesmos de nossas ações. Não precisamos mendigar nada pra ninguém, para termos sucesso no trabalho,e principalmente para sermos amados.
Quando dançamos um solo, nos preocupamos sempre conosco, se errarmos prejudicamos a nós mesmos, e levaremos uma dor para sempre ou apenas a deixaremos num lugar no esquecimento, mas que se recordarmos doerá muito.
Mas, quando dançamos um duo, a responsabilidade é extrema, nunca podemos dançar e esquecer que tem alguém ali do nosso lado, nosso Partner é nosso companheiro, nosso amigo, nosso apoio naquele momento. É ele/ela que nos suporta quando estamos estressados, com medo, e até mesmo vergonha de algum movimento "ousado". E se nos mantermos "distante" dele/dela e errarmos, não será apenas uma dor individual e sim será uma dor que nunca cessará, porque por sermos egoístas prejudicamos nosso parceiro, que no final das contas é nosso amigo. Então, pensem quando dançares um duo seja clássico, jazz ou outra modalidade, se entregue por completo. Se deixe aberto(a) a novas experiências, deixe-se fluir, escute as dicas que seu treinador ou até mesmo seu parceiro dá, eles sabem o que é melhor naquele momento, deixe a paixão, o desejo, o amor, ou até mesmo a raiva, afinal ninguém sabe a temática da coreografia, deixe-se ser guiada(o) pelo sentimento. Dê abertura, pois dando abertura e se entregando por inteira(o) de corpo e alma, sentirá a maior emoção de todas, e jamais tenha pudores, pois ao mesmo tempo que você pode ter vergonha de algo seu parceiro também pode ter, mas mesmo assim ele tá ali para o que der e vier.
Dedico esse texto ao meu Partner e ao meu Treinador.
Porque precisamos de amigos? Porque quando a gente se esquece de nós mesmos, os amigos aparecem para nos lembrar da nossa importância.
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