Nos Conhecemos a Tao pouco Tempo

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Mães limitadas, preconceituosas e pouco inteligentes criam filhos machistas.

Um pouco de talento é uma coisa boa para se ter se você quer ser um escritor. Mas a única exigência real é a capacidade de lembrar de cada cicatriz.

"Vida: como você é linda. E embora me assuste um pouco quando me olha assim, com esse desejo tanto, confesso: prefiro sua doce loucura a toda e qualquer apatia."

Esquece um pouco dos problemas, da vida difícil que é
de amargar
Quem canta seus males espanta, e eu tenho a esperança
que vou conseguir
O pouco que tenho foi dado, mas sou solidário e vou
dividir

“É só envelhecer um pouco para perceber que a beleza não está nos traços, mas nos laços.”

As vezes penso que sou louco, mas logo penso um pouco, e descubro que te amo.

⁠Se levarmos a vida muito a sério ela perde graça, no viver se exige um pouco de serenidade, como também muita gargalhada


In, Fragmento do Novo Génese

Porque se importam tanto com as felicidade do próximo? talvez se fosse um pouco menos idiota você arranjaria alguém pra te da valor também!

Decepção
"A decepção é culpa nossa. Esperamos muito de quem é pouco."

A Orgulhosa

Num Baile

Ainda há pouco pedi-te,
Pedi-te para valsar...
Disseste - és pobre, és plebeu;
Não me quiseste aceitar!
No entretanto ignoras
Que aquele a quem tanto adoras,
Que te conquista e seduz,
Embora seja da "nata",
É plena figura chata,
É fósforo que não dá luz!

Deixa-te disso, criança,
Deixa de orgulho, sossega,
Olha que o mundo é um oceano
Por onde o acaso navega.
Hoje, ostentas nas salas
As tuas pomposas galas,
Os teus brasões de rainha;
Amanhã, talvez, quem sabe?
Esse teu orgulho se acabe,
Seja-te a sorte mesquinha.

Deixa-te disso, olha bem!
A sorte dá, nega e tira;
Sangue azul, avós fidalgos,
Já neste século é mentira.
Todos nós somos iguais;
Os grandes, os imortais;
Foram plebeus como eu sou.
Ouve mais esta lição:
Grande foi Napoleão,
Grande foi Victor Hugo.

Que serve nobre família,
Linhagem pura de avós?
Se o sangue dos reis é o mesmo,
O mesmo que corre em nós!
O que é belo e sempre novo
É ver-se um filho do povo
Saber lutar e subir,
De braços dados com a glória,
Pra o Pantheon da História,
Pra conquista do porvir.

De nada vale o que tens
Que não me podes comprar;
Ainda que possuísses
Todas as pérolas do mar!
És fidalga? - Sou poeta!
Tens dinheiro? - Eu a completa
Riqueza no coração;
Não troco uma estrofe minha
Por um colar de rainha
Nem por troféus de latão.

Agora sim, já é tempo
De te dizer quem sou eu,
Um moço de vinte anos
Que se orgulha em ser plebeu,
Um lutador que não cansa,
Que ainda tem esperança
De ser mais do que hoje é,
Lutando pelo direito,
Pra esmagar o preconceito
Da fidalguia sem fé!

Por isso quando me falas,
Com esse desdém e altivez,
Rio-me tanto de ti,
Chego a chorar muita vez.
Chorar sim, porque calculo,
Nada pode haver mais nulo,
Mais degradante e sem sal
Do que uma mulher presumida,
Tola, vaidosa, atrevida.
Soberba, inculta e banal.

Eu sempre soube que vivi um pouco diferente de outros homens. Quando eu era um garoto não vi nenhum caminho antes de mim, simplesmente dei um passo e depois outro. Sempre em frente, sempre para a frente, correndo em direção a algum lugar que eu não sabia onde. E um dia eu virei e olhei para trás e vi que cada passo que eu tinha tomado era uma escolha, ir para a esquerda, ir para a direita, ir em frente ou até não ir. Cada dia, cada homem tem uma escolha entre o certo e o errado, entre o amor e o ódio, e às vezes entre a vida e a morte, e a soma dessas escolhas torna-se sua vida. O dia que eu percebi isso foi o dia que eu me tornei um homem.

Um pouco de mim em uma metamorfose constante da vida, resume o meu jeito ecletico de ser.

"Um monte de mim está em exposição constante.
Um pouco de mim está eclipsado, em sigilo, mascarado...
Não sei ao certo se o que lerdes será do meu culto, do meu oculto ou mesmo do meu inculto. Saibas apenas que sou eu, consciente ou inconscientemente escrevendo a ti, prosas, cartas, canções, versos brancos, brandos, rimas e sentimentos singelos."

Mas ainda existe um pouco de você em cada frase, em cada verso de uma canção.

Pra que ter muito, se nem o pouco você levarás contigo.

Hoje eu sou louco de vez, um pouco porque eu já era, um pouco porque você me fez.

"tenho um plano: vamos parar de planejar as coisas um pouco, por agora". Fala favorita do seu personagem em seu papel principal nessa história escrita à lápis, porque amanhã você sabe, passo uma borracha em tudo.
(Vem calar a minha boca)

Acho que crescer é um pouco isso... Ir dizendo adeus pras coisas…

(Cascão)

Morre! Tudo é tão pouco!
Nada se sabe, tudo se imagina.
Circunda-te de rosas, ama, bebe
E cala. O mais é nada.

Ricardo Reis

Nota: Trecho de poema de Fernando Pessoa (heterônimo Ricardo Reis).

Eu posso viver sem você. Só vai ser um pouco mais chato, mas nada que eu não possa aguentar.