Nos Conhecemos a Tao pouco Tempo
Talvez eu ainda tivesse de chorar mais um pouco até conseguir chegar ao fim, talvez eu ainda tivesse de cair mais um pouco para conseguir levantar e "dar de cara" com um novo ínicio.
Menina, doce menina que a vida tão pouco lhe deu.
Menina, meiga menina que tão pouco recebido e muito sofreu!
Mas menina doce e meiga que para o amor nasceu, se tornará mulher um dia e viverá feliz com o amor que a ti mereceu!
Menina Mulher
Pouco mais de dezoito anos
recém completados
Fruta fresca
sem ao menos ter sido tocada
Matéria-prima perfeita
Avidez e pureza
e volúpia de menina;
e fogo de mulher...
Fogo que esquenta;
esbanjas carências reprimidas
Inflama como a chama;
aqueces...
alimentas...
satisfazes...
és meninas delicada e suave
teus pensamentos
sonhos descontrolados
traduz em palavras e atos a beleza da mulher
Mulher delicada, meiga, serena, mas... decidida
Mulher com corpo e alma dotados de formas perfeitas
Formas lindas cheias de pureza
Transpiras singeleza.
és perfeita obra de arte dos teus pais
genética viva da obra divina.
és flor jovem...
meninas linda...
virgem mulher!
(Fouquet, maio 2010)
Nós somos os únicos animais que têm vergonha do seu próprio corpo. Pouco importa pois nenhum outro animal tem sentimento de vergonha mesmo!
Então dorme, que amanhã é um novo dia e não precisa preocupar-se com tanto pouco, porque o pouco só importa quando é o simples na vida.
- Não me deixe. Fica comigo essa noite. Me empresta um pouco de você.
- Um dia, você me perguntou, se tinha algo no mundo que eu não emprestaria jamais. Fiquei sem ter o que responder. Mas agora eu acho que encontrei a resposta. Desculpa, tenho que ir.
Não quero ser como uma folha de papel com cola,que cola e descola e todas as vezes deixa um pouco dos outros e leva um pouco de si... Quero colar e nunca mais descolar!
Sei pouco sobre a vida, ou acho até que nada sei. Posso até morrer não sabendo. Mais o meu objetivo é viver.
Eu sei que você não virá,mais eu preparo tudo.So pra ter a sensação que você virá,e matar um pouco a saudade.
Possui um traço do "bom selvagem" segundo a teoria de Rousseau, não por ser um pouco rústico, mas pelo fato de não ter sido completamente corrompido pela sociedade. Ele detesta injustiça, possui aversão ao mundo cibernético, não foi tragado pelas redes sociais, pode até ser considerado um radical extremista, seu mau humor o leva para uma caverna imaginária, e isso requer paciência.
Mas, a sua inteligência me fascina, o seu caráter é admirável, seus planos estão todos nas mãos de Deus, a sua bondade é singular, e incansávelmente ele busca os traços de Cristo. Sim, mas ele é imperfeito, imprevisível e me irrita, mas é único e especial. Acho que isso basta.
Metade de mim.
Eu sou um pouco daquilo que seus olhos conseguem enxergar.
Um pouco do que o seu cérebro consegue detectar.
Sou um pouco fera e um pouco felina, às vezes madura e às vezes menina.
Em parte sou o que quero ser, às vezes calada, às vezes risonha.
Não procuro malícia e nem tão pouco desprezo.
Não sou de falar de mim porque gosto que as pessoas me conheçam.
Vivo o presente relembrando o passado e projetando o futuro.
Porque metade de mim é razão e a outra metade é emoção.
Sei bem mais de mim quando não sei de nada. Sei um pouco mais de tudo quando não sei de mim. Sinto-me avulsa ao que se conhece.
Um pouco mais de sol - eu era brasa,
Um pouco mais de azul - eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...
Nota: Trecho do poema "Quase" de Mário de Sá-Carneiro
Despedida
Te dizer adeus, é renegar meus sonhos.
E morrer um pouco a cada dia.
É esconder dentro de min, o que te disse um dia.
É o pesadelo de te perder.
É Ter que guardar na lembrança.
O presente que me foi arrancado.
E pagar com lagrimas.
A dor de um julgo culpado.
É suportar o fato de Ter o meu amor, perdido em outros braços.
É rasgar o véu, e desatar os laços.
Mas a morte não me vem quando chamo por ela!
Apenas rir de min, por sofrer vivo.
Para ver a felicidade dos outros, em meu mundo perdido.
E te dar meu coração.
E com ele em suas mãos, vê-lo parar.
E me perder em teu olhar.
Por uma ultima vez em minha vida.
Antes de dizer adeus.
E sussurrar a despedida.
Quem será que pode me vender um pouco de prazer pra aguentar a vida sem brincar com a morte?
Quem será que pode me vender um pouco de qualquer artifício mágico da sorte?
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