Noite Sombria

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sombria com laços da eternidade aos braços do mar sonho tardio amargo desejo pura beleza arredia.
(Elena Gales 1857)

E caminhava sozinha sem medo algum , pela floresta escura e sombria , pois com ela carregava a luz...

Não me venha
com mentiras
na escuridão
da noite sombria.
Sou verdade,
sou Sol,
sou o nascer do dia.

__Sophia Vargas ♥

03/01/2010

A natureza e bela,mas pode ser sombria e assustadora.

Madrugada sombria e vazia...
me ponho a pensar em você!
Prefiro que seja assim como maneira de vê-la à distância,
livre do barulho da modernidade, longe da poluição visual onde pipocam banners, publicidade, marketing, tudo que deseja entupir a gente daquilo que não desejamos, mas inconscientemente abraçamos.
Bom pensar em você na calma da madrugada, na nudez da alma, na simplicidade do momento. O sentimento flui cristalino como fonte que jorra perene, induzindo a calma, compreensão e plena interiorização.
O sentimento que vem do olhar, interrompe o caminhar e ainda meio a vacilar, sabe bem avaliar o próprio estigma de amar
Amar é verbo, plena ação, compreensão, assume tal dimensão...
a ponto de unir tangível e intangível, numa plena fusão de incompreensão dado o inexplicável que se surge
O amor mais se identifica a um iceberg, vemos apenas um pedacinho do dito cujo, a grandeza porém fica oculta aos olhos, revelando-se apenas aos sentidos da alma e coração.
Se amar fosse despojado de mistérios e grandezas perderia a sentido de existir, pois há em sua essência cheiro, perfume e fragrância do próprio Criador.

Os domingos são tão sombrios nessa cidade sombria e vazia, com essa família desmoronada, onde o amor e a paz já não reinam mais...

A infância é medida por sons , aromas e visões antes de surgir a hora sombria da razão"

⁠Não faz sempre sol e nem sempre é um mar de rosas, e às vezes a escuridão fica bem sombria, mas estamos cercados de pessoas capazes de entender e de nos provocar gargalhadas suficientes para aliviar todas as pontas afiadas e nos ajudar a chegar ao dia seguinte. Por isso, vá.

Sombria noite que me apavora ouço gritos ,escuridão perversa que vivemos mundo mudou muito

Outono - Noite fria - Madrugada sombria
Brilha a Lua de Outono, noite quase fria, madrugada sombria, assombros da planetária pandemia, que nos atingiu ao romper do dia, quando o povo ainda amanhecia. Implacável, cruel, tornou-se fiel companhia àqueles que com alguma doença incurável convivia, ao infortunado que com baixa imunidade sobrevivia, na esperança que de alguma forma a cura viria. Insone, eu prometia que resistiria, que escreveria e aos quatro ventos postaria, que amplamente compartilharia meus temores, presa fácil da sutil armadilha, da oceânica quinquilharia, da orbital pancadaria. Uma morte inglória assim, é tudo o que eu não pretenderia... Jamais sonhei que assim quedaria, inerte, sem a esperança de um novo e abençoado dia.
(Juares Sasso Jardim / Sacy Pererê do Grande ABC - Santo André / São Paulo - SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)

E naquela noite sombria e cheia de pesadelos tentei pensar que aquele havia sido somente mais um, ao despertar me dei conta de que entre todos, aquele havia sido o único real.

A vida é da cor que pintamos ela ' triste, feliz, alegre ou sombria.

Existe sempre alguém ou alguma situação que te machucou, que fica guardada na parte sombria da nossa mente e do nosso coração. Por mais que você não queira, toda ferida deixa uma cicatriz que pode ou não ser apagada pelo tempo. E por mais que a dor seja amenizada, você de vez em quando vai lembrar que a sentiu. Perdoar quem te fez mal, faz parte de um processo de evolução e maturidade que traz somente benefícios, porque na maioria das vezes o que pesa mais e nossa vaidade.Afinal ninguém quer ser desprezado, ninguém quer ser maltratado, ninguém quer sofrer. Mas sentir e passar por tudo isso e o preço que se paga pra viver. Então porque não, o quanto antes, hoje,agora, pensar e relembrar todos os seus tombos e acariciar as cicatrizes que talvez já não existam fisicamente,mas que de alguma forma, devido a dor , ainda se fazem presentes. Pense com carinho sobre aqueles que algum dia de alguma forma te fizeram sentir dor, respire fundo e exale amor. Faca um prece e envie a eles boas energias. Perdoe de verdade com sinceridade e abrace a sensação de liberdade que você vai sentir. Agora de alma limpa e coração mais leve, e hora de prosseguir.

Lua parceira eterna, companheira sombria dos fatos. Foi num sonho que pude te ver, chamei por teu nome mesmo sem saber. A noite avança, e o tempo esse e fugaz foge como água por entre meus dedos e o que sinto e frustante, cuidei tanto do tempo,e agora preciso cuidar dos cacos que restaram de mim. Dizem que o tempo cura tudo, mais sem amor de que serve o tempo ?
Boa noite.

A HISTÓRIA MAIS BELA E MAIS SOMBRIA


De família modesta, sem dinheiro,
casou-se com humilde carpinteiro.

E tão pobre ficou este casal
que nasceu o seu filho num curral.

O berço deste foi a manjedoura
onde comiam a jumenta e a toura.

De palha solta deram-Lhe o colchão
como se fora a uma ovelha ou cão.

Nunca, até agora, mais modesto abrigo
se dispensou para qualquer mendigo.

Mas este quadro de miséria extrema
é um canto de amor, um doce poema.

Não é por ser nascido num castelo
ou em palácio que se nasce belo

ou que se tem o génio ou o talento,
íman na voz, o sol no pensamento.

A simpatia, a graça, a formosura,
dons afectivos, candidato, ternura,

não fazem privilégio de alta roda,
das damas da nobreza e grande moda.

Dessa pobre Mulher do humilde povo
nasce um Menino que é o Mundo Novo,

a ideia nova, a redenção, a aurora,
a luz do amor, a voz libertadora.


Logo ao nascer era de maravilha


toda a expressão que no seu modesto leito
o crê predestinado a grande feito.

Tanto correu e se espalhou a fama
que até os Reis de muito longe chama

e também veio vê-Lo pressuroso
o tirano, o soberbo, o invejoso,

que logo acharam, para si, perigo
no mísero curral, no humilde abrigo;

que logo, tendo em conta seu regalo,
ao Menino, planearam de matá-Lo,

Mas esta pobre Mãe, triste plebeia,
para o seu Filho todo o mal receia;

Da visita dos maus Ela adivinha
o fim, o vil intuito que continha;

E resolve fugir... espera a noite,
sombra que tudo esconda, onde se acoite;


Numa jumenta cavalgando vai,
com o Filhinho ao colo, aquela Mãe,


levando ao lado atento caminheiro,
como zeloso guarda, o carpinteiro.

Procuram os caminhos mais escusos,
apavorados, trémulos, confusos,

e só pararam atingindo o alvo,
o seu Menino Amado ver a salvo,

quando chegaram a outro país amigo,
onde encontraram protecção e abrigo.

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E o Menino cresceu e correu Mundo
e mais cresceu o seu saber profundo,

pois ainda criança aos mestres espantava,
com as sábias respostas que lhes dava.

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A Força avassalava a maioria,
o povo, a multidão, tudo sofria;

O Senhor tinha mando e privilégio,
e dava e transmitia o poder régio;

Filho de escravo era também escravo,
que podia espremer-se como um favo,

amoldar-se à vontade do senhor,
sem compaixão, sem atender à dor;

O idolatra da força estava em voga,
era o carrasco que vestia a toga.

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Então Esse de humilde nascimento
começou a pregar seu pensamento.

Era belo e incisivo no dizer,
quem o escutasse era incitado a crer.

Discípulos, em breve, conquistava,
sua doutrina mais se propagava.

O sofredor, o pobre, o deserdado
achavam maravilhas no Seu brado.

O tirano, o soberbo, o invejoso
também veio escutá-Lo pressuroso.

Ele exaltava o humilde, o que sofria;
o império de Seu Pai lhe prometia.

Pregava o amor a Deus, Seu Pai Celeste,
e se exprimia sempre em nome Deste:

«Quem não amar, na terra, o semelhante
ofenderá Meu Pai, no mesmo instante»

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E a Mãe no Filho toda se revia,
mas o tirano não adormecia

e novo susto, nova dor a espreita;
ele prepara-lhe a feroz receita:

Entre os amigos de O que prega o Amor,
descobre, encontra o réptil traidor.

O beijo duma boca envenenada
foi o primeiro gesto da cilada.

O beijo denuncia, identifica,
depois surge a chicana, a fraude, a trica;

esbirros são armados em juízos,
a decisão do arbítrio quer raízes,

quer dar-se à burla aspecto de decência,
o traficante joga na aparência.

A causa de principio está julgada,
em bastidor foi a sentença dada,

se pinta a Via Sacra e o Calvário
para servir de fundo no cenário.

A trama urdida só a um fim conduz,
a que se pregue o Justo sobre a cruz.

Aquele que somente amor exprime
se acusa e culpa do mais negro crime;

a gente rica, bem tratada e nédia
nem sequer se apercebe da tragédia;

o povo ladra, no seu louco engano,
cão assolado, a soldo do tirano;

com medo dos terrores, dos castigos,
apavorados fogem os amigos.

Só Ela fica, sem receio a nada,
quer com o Filho ser crucificada.

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A Igreja, velha, sábia e previdente,
todos os anos, infalivelmente,

grita ao rebanho, chamar-lhe à memória
essa tragédia, essa sombria história,

pois nela vive o sentimento amargo
de que anda o lobo farejando ao largo;

para evitar o assalto do inimigo
que é bem preciso reforçar o abrigo,

manter, para o combate ao malefício,
espírito de heroísmo e sacrifício,

se for preciso, transportar a cruz,
saber nela morrer, como Jesus!

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A Mãe que mais amou e mais sofreu,
ao Filho inteiramente consagrada,
em nuvens de almas se elevou ao Céu,
ao som de hinos de Glória e de Alvorada.

Humilde, frágil, filha de plebeu,
com simples carpinteiro era casada,
curral foi a morada onde nasceu
a Vida que Ela viu crucificada.

Atingiu da beleza a plenitude:
Pela escada subiu do sofrimento
ao vértice do amor e da virtude.
Nunca existiu amor tão vivo e atento!
Mães, que supondes vossa empresa rude,
eis montanhas de fé, rios de alento!

Porto, Abril de 1955

Conte estrelas
Esta noite...
se a sua alma estiver sombria,
sem esperança para sonhar,
abra a sua janela,
e contemple a luz do luar.
Conte estrelas no céu
até o sono chegar.
Você vai adormecer
para acordar feliz,
e ver o dia renascer.

nessa quarentena sombria, vejo minha vida vazia .

⁠A noite chega, de repente e sombria. Pelo vidro da janela percebo que foi embora mais um dia. Em meu quarto escuro permaneço, vejo o vento a passar calmamente sussurro a ele meu desejo, que ele chegue até você e diga que ainda te espero minha alma grita, berra e diz,vai, continue não pare! Encontre-a diga a ela que esta difícil seguir em frente, o vento sopra lastimoso assoviando melancólico me diz; Desculpe amigo sou apenas um vento e não chego até às estrelas. Boa noite.

Luto Súbito


Tamanho vazio me preenche
O sopro da morte se sente
Na calada da noite sombria
Onde um dia resistiu momento de alegria
Quão doloroso é saber
Que não vão mais ver você
Ou sentir seu cheiro
Vão te procurar e não achar no mundo inteiro.
Essa morte tão maldita
Que no livro da vida não estava escrita
É difícil ver essa partida precoce
Esse sentimento me contorce
Me faz não querer desse ar que respiro
Doloroso mesmo foi saber do
seu último suspiro.

⁠Mais sombria que uma noite fria é a solidão para os que não se habituaram a ela.