Noção da Palavra Familia Feliz
Hoje “Gratidão” é a palavra de ordem.
Inicio meu dia expressando minha gratidão, meu carinho, meu enorme amor por cada um dos que passam pela minha vida, que o contagiam com energia boa,carinho,luz, seja através de um olhar, um sorriso, um contato,um cumprimento, um comentário. Presença física ou virtual. Eu sinto essa energia e a devolvo.
E como faz bem essa troca! Alimenta a alma, encanta o coração, renova esperanças, ilumina o caminho, desperta o desejo de fazer sempre melhor. Me fascina essa poderosa conexão de almas além do espaço-tempo.
Desejo que não se esqueçam NUNCA do enorme poder que cada um de vocês tem dentro de si! Que todos podemos sim, ainda que distantes fisicamente fazer MUITO pelos outros.
Alimentemos então esse poder ! somos essência divina!
façamos juz a essa herança!
Gratidão, Gratidão, gratidão.
A palavra Amor vem do latim - amor - e tem três significados.
- Eros: o amor saudável e necessário entre dois seres humanos, que se buscam, se encontram, ou se desencontram.
- Philos: o amor pelas artes.
- Ágape: é o que eu chamo de amor-amizade, aquele amor que está além do ato de gostar. Quando Jesus nos diz "Amai-vos uns ao outros." ele aplica a palavra amor no sentido da Ágape.
Eros e Philos são boas definições mais o verdadeiro sentido do amor é a Ágape.
Eu simplesmente ensinei, preguei e escrevi a Palavra de Deus; não fiz mais nada. A Palavra fez tudo.
Perdão é a palavra que se aplicada e dita, cura nossas dores, sara nossas feridas, encontra-se paz, e apaga nossas mais fortes magoas, o unico remedio gratuito que devemos aplica-lo sem obrigatoriedade em nosso coração "
O segredo da felicidade no trabalho reside em uma palavra: excelência. Faz bem aquele que gosta do que faz.
Não temos usado a palavra amor para não termos de reconhecer sua contextura de ódio, de amor, de ciúme e de tantos outros contraditórios.
Temos mantido em segredo a nossa morte para tornar nossa vida possível. Muitos de nós fazem arte por não saber como é a outra coisa. Temos disfarçado com falso amor a nossa indiferença, sabendo que nossa indiferença é angústia disfarçada. Temos disfarçado com o pequeno medo o grande medo maior e por isso nunca falamos no que realmente importa.
Falar no que realmente importa é considerado uma gafe.
É se amor... Enquanto eu conseguir falar palavra, ela será amor. Amor é o sentimento constipado de felicidade, é uma nostalgia de presente, um bem-querer sem bem pensar. É aquele querer espremer, abraçar até tornar um, dois corpos. Amor é o sentimento pleno da paixão, é aquela calmaria que toda plenitude traz. É a ansiedade que toda tormenta produz, mas da terra, acalentada pelo ruído do mar, que perturba. Costumava dizer que o amor era conseqüência da paixão. Ao senti-lo, vi que me enganei. O amor, se existe, coexiste com a paixão, é concebido no primeiro olhar. Paixão não dura sem amor. O amor subsiste em qualquer bafo de existência, permanece além da esperança, além das forças, além dos deuses. O amor é maior do que qualquer divindade suprema, mais forte que qualquer universo. O amor verdadeiro se basta. Com fome, frio e dor. O amor permanece. Quando nada mais restar, nem mesmo o ódio, oposto que confirma, resta o abraço quente do ser amado pra nos mostrar que existimos. Mais importante que isso: que coexistimos. O amor, se amor, é eterno. Diferente da truculenta e voraz paixão que consome até se apagar, o amor alimenta. Não cessa de alimentar. É a energia em si, não consome, não exige, não precisa. Apenas é. Pra sempre é. Não morre com o corpo, não nasceu com ele. Surge e vive, eterno e plural, em dois corpos que decidiram deixar-se habitar. O amor não foge, não prende e não puxa. Atrai. O amor atrai, alimenta, seduz. Faz bem, ensina, constrói, edifica. O amor é aquela sensação do primeiro ao último beijo. Aquela certeza louca que nos obriga a sentir tudo sinceramente, a dizer tudo sinceramente. É o fim dos jogos das paixões juvenis, o início da loucura franca de dizer "pra sempre". O amor é a verdade da vida, a única certeza que temos. Nossos amores são nossos pilares, e nós somos os seus. Sorte de quem tem amor, um só, que seja. Ou se ama, ou não se ama, verbo intransitivo fora da gramática dos céticos. Amores mesmo, são poucos os que trazemos conosco. O verbo amar só é pleno quando sujeito, complemento, objeto, substantivo, paradoxo. Minha família é meu amor. Meus amigos são meu amor. O pai dos meus futuros filhos é o meu amor, o meu amor que coexiste com a paixão. O meu amor-mar do filme sob os lençóis, do grito de eu te amo na beira da praia, do corpo que esquenta, dos olhos brilhantes, sempre meus. Ele é o meu amor eterno. Verdade franca, redundante, louca e crua. Sob as gargalhadas de nossas cócegas ao brincar de ser criança, está sendo dito, constantemente, o desabafo insanamente são do sentimento que vive dentro de nós e entre nós dois: te
Devocional
Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.
Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.
Sou eu.
Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?
Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.
Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.
Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.
Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.
13 de Janeiro 2026
Que seu dia seja leve, que seu sorriso seja franco, que sua alma se alegre e que sua palavra seja amiga.
Quando eu uso uma palavra, num tom bastante desdenhoso, ela significa exatamente o que quero que signifique: nem mais nem menos.
Não é à toa que a palavra "calma" tem "alma" dentro dela. Toda alma inteira precisa de uma paz verdadeira para permanecer tranquila. Não é à toa que a palavra "coração" tem uma "oração" dentro dela. Tudo o que nos toca fundo deve ser respeitado. A religião deve ser sentida com fé, com oração e pureza no coração. Não é à toa que o verbo "amar" tem um "mar" inteiro dentro dele. É na calmaria do coração que a oração se agiganta na alma, nos leva e nos traz pelo melhor caminho. Tudo no seu tempo.
Mãe...
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do céu
E apenas menor que Deus
Da calma e do silêncio
Quando eu morder
a palavra,
por favor,
não me apressem,
quero mascar,
rasgar entre os dentes,
a pele, os ossos, o tutano
do verbo,
para assim versejar
o âmago das coisas.
Quando meu olhar
se perder no nada,
por favor,
não me despertem,
quero reter,
no adentro da íris,
a menor sombra,
do ínfimo movimento.
Quando meus pés
abrandarem na marcha,
por favor,
não me forcem.
Caminhar para quê?
Deixem-me quedar,
deixem-me quieta,
na aparente inércia.
Nem todo viandante
anda estradas,
há mundos submersos,
que só o silêncio
da poesia penetra.
É difícil explicar como surgem as idéias.
Às vezes, por reação a uma simples palavra: impossível.
É de fato incrível a capacidade do ser humano em não acreditar.
O mais religioso dos animais terrestres é o menos crente,
o que mais facilidade encontra para não mudar.
Opor-se, inventar obstáculos intransponíveis e fronteiras que, no fundo,
têm a mesma importância que um risco de giz no chão.
[...]
A maior condenação a que estamos sujeitos no futuro será por omissão,
pois meios para se fazer muitas coisas lindas e impossíveis existem.
(Livro Paratii Entre Dois Pólos - Cia. das Letras - 1992)
As pequenas coisas às vezes tem um valor imensurável.
Um gesto, uma palavra apenas pode mudar todo o curso de uma história e para sempre o destino de uma vida.
Porque eu não sou uma palavra, eu não sou uma linha
Eu não sou uma garota que pode ser definida
Eu não voo, eu levito
Eu represento uma geração inteira
Tentação
Toda tentação traz vantagens.
A palavra grega crise tem um duplo sentido.
Um perigo que chega perto de uma pessoa e uma chance,
que com ele chega junto.
Tentar é ver se é, é provar o valor da pessoa.
Aceite a chegada da tentação,
Liberdade tentada é libertada por Deus.
Ele nos põe a prova, pra ver se
O amamos de verdade.
Em que língua se diz, em que nação,
Em que outra humanidade se aprendeu
A palavra que ordene a confusão
Que neste remoinho se teceu?
Que murmúrio de vento, que dourados
Cantos de ave pousada em altos ramos
Dirão, em som, as coisas que, calados,
No silêncio dos olhos confessamos?
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