No Silencio da Noite Sinto sua falta

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Peroba-rosa que cobre
do Sol com a sua copa,
Tem tudo de memorável
quando dança a vento,
Não há ninguém que
faça romper por dentro
com aquilo que nasci,
cresci, aprendi e me
fez caminhar até aqui.

Colher Morango-da-costa
acompanhada da sua companhia
é mais alta imagem de desejo
cheia paixão e poesias,
É por isso que por dois escrevo
os mais doces Versos Intimistas.


...


Para que nada distraia,
para o amor vou dar
é Morango-da-praia,
Para fazer se orgulhar
deste rabo-de-praia
e dos Versos Intimistas
escritos para quando
ele chegar se entregar
com todas as malícias
daqui para frente ser vividas.


...


A tua boca é endereço
para colocar Morango de praia
com todo o maior apreço,
Por isso em ti escrevo
os mais lindos Versos Intimistas
sem nenhum adereço.

A sua silhueta que foi feita sob
medida ainda que enigmática,
surpreende com beijos potentes,
que pouco a pouco vem sendo
capturados, raptados e sem devolução,
Deixando na minha que é sua
geografia incontáveis rastros
sensuais em adoráveis formatos,
Teus apelos que viram poemas totais
e labaredas plenas e inapagáveis.


Um abandono tem provocado
da minha própria consciência,
não tenho mais noção de nada,
sem noção da essência real se é
ou não é de fato para nós pecado,
nutro a imagem e sensação
como se aqui já tivesse chegado.


Um mistério crescente, envolvente
uma fantasia total e evidente,
exposta publicamente para dizer
que estou pronta para viver a gente.


Quando as sapucaias florescerem
ou derem frutos sou eu a sua poetisa
que estará de alma e coração presente
lembrando que se é para vir que venha,
romântico, indecoroso e avassaladoramente.

"Que a sua tarde seja iluminada pelo fogo sagrado que arde em seu peito. Que a alegria seja o seu guia e a força, o seu destino. Uma boa tarde repleta de luz!"
------- Eliana Angel Wolf⁠

Construa a sua realidade paralela em nome da sua própria salvação. Terceiros não podem continuar roubando o seu tempo precioso que você deve gastar contigo mesmo.

... melhor
testemunham o tamanho
da sua Fé aqueles que em razão
de questões e fatos ora inacessíveis,
parte considerável de suas
expectativas não são
atendidas!

... cada homem
implica num Ser condenado
à edificação de sua inalienável
liberdade, acentua a 'filosofia cristã'...
Uma vez que, lançado ao mundo,
será ele o único responsável
pelo que fez, faz e dedicado
fará do seu estimado
destino!

... tão certo
que subverterá sua apreciada
liberdade quem - por desleixo ou
pretenso conforto - desistiu
de lutar pela
sua!

... o piordos males
é aqueleque observa em
nossa inabilidade
e apatia a sua
origem!

... vive
o Brasil a sua fase
mais 'kafkiana', em que
o poder não é fundamentado
na retidão e equilíbrio dos
moderados, mas sim na
inépcia e deformidade
dos abusivos!

... o que mais
me espanta num homem
não é a sua vasta erudição e
competência em saber cada vez
mais, mas sim a sua teimosia em
comportar-se como um ser
inferior,alheio àquilo
que sabe!

... um homem
que não influencie outros
homens por meio de sua nobre
postura e lucidez de espírito
dificilmente conseguirá
auxiliá-los!

... legados
não sãoínfimos rastros deixados
pelo caminho que, por sua notória
efemeridadeestão fadados aoesquecimento.
São, antes, valores e atitudes que — por
sua forçae constância— serão
registradoseperpetuados
pelotempo!

... quando
o 'micro', por força de sua
autodeterminação, busca contribuir
com o imensurável movimento da
vida, o 'macro' se transforma e
se expande um pouco
mais!

Cuide do seu tempo…
e escolha estar onde a sua alma respira leve.


Nem tudo precisa caber no seu dia,
mas aquilo que te faz bem… merece espaço.


Fique perto do que acalma,
do que alegra,
do que te lembra que viver também é sentir.


Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠"Grandes mudanças nascem de mentes ousadas — e a sua já está construindo o futuro."

"Encontrei na sua alma o rosto da beleza que a filosofia nunca soube descrever."

"Vigie sua própria essência para não perdê-la: renunciar à essência é abrir mão de quem você realmente é."

“Dizer ‘sei que nada sei’ é contradizer-se, pois quem reconhece sua ignorância já possui um saber — o de que ignora.

⁠Qualquer Deslize estando sob o escrutínio popular é muito perigoso, não porque o povo em sua maioria se considere infalível, mas por quase sempre não admitir a livre concorrência.


Vivemos um tempo bastante curioso — e, de certo modo, muito contraditório.


Nunca se falou tanto em liberdade de expressão, e, ao mesmo tempo, nunca se viu tanta vigilância sobre o que é dito, pensado ou sentido.


A praça pública deixou de ser um espaço de encontro para se tornar um tribunal permanente, onde cada palavra pode ser retirada de contexto, amplificada e transformada em sentença.


O problema não está apenas no erro — errar é inerente à condição humana —, mas na forma como lidamos com ele.


Há uma espécie de monopólio moral em disputa, como se apenas alguns poucos estivessem autorizados a falhar, rever, aprender e seguir adiante.


Aos demais, resta apenas a condenação imediata, quase sempre desproporcional, quase nunca reflexiva.


Talvez o que mais assuste não seja a crítica em si, que é necessária e saudável, mas a ausência de espaço para o contraditório honesto.


Não se trata mais de dialogar, mas de vencer; não de compreender, mas de expor; não de construir, mas de demolir.


A intolerância moderna não grita — ela aponta, rotula e descarta.


E assim, pouco a pouco, vamos nos tornando mais cautelosos, menos autênticos, mais silenciosos…


Não por falta de ideias, mas por medo das consequências.


O pensamento deixa de ser livre não quando é proibido, mas quando se torna perigoso demais exercê-lo.


Talvez seja hora de reaprender algo simples e profundamente humano: ninguém é definitivo.


Somos todos versões em construção, sujeitos a revisões, quedas e recomeços.


Admitir isso não nos torna frágeis — nos torna possíveis.


Porque, no fim das contas, uma sociedade que não tolera o erro também não sabe reconhecer o acerto.


E sem essa medida, tudo se perde: o senso, o equilíbrio e, sobretudo, a própria humanidade.