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No Silencio da Noite Sinto sua falta

Cerca de 211541 frases e pensamentos: No Silencio da Noite Sinto sua falta

Não existem minorias...
Não existem diferenças...
Somos todos UM...
Somos todos humanos...
Somos uma única consciência
dividida em bilhões de mentes
e infinitos pensamentos...

O tempo a ilusão do universo.

As vezes os segundos parecem séculos,
As vezes as horas parecem segundos.

As vezes nosso sofrimento parece eterno.
As vezes nossa vida parece curta.

Cada dia parece demorar, mas cada semana
parece correr...porque os momentos bons
passam tão rápido?

As noites que você perde não são em vão, tarde ou cedo os resultados vão aparecer.

O objectivo sempre foi impactar vidas, e transformar mentes humanas.

A História não é escrita pelos covardes. Os covardes não aparecem nem no rodapé.

Qual meu limite?


Diante do descontentamento, qual meu limite? Talvez — meus problemas — as coisas inexplicáveis não ditam uma prioridade em si; difícil reconhecer que muitos têm azar, dificuldades e angústias, mas fácil um convencimento de que os problemas meus são mais importantes do restante do mundo.
Diante da vergonha, qual meu limite? Qual seria a vergonha? Saber que posso mais e sempre com um porém, de ser fraco; serei fraco ao depositar minhas esperanças em palavras e contudo ironicamente possível elas “realizarem” algo em meu favor.
Diante da verdade, qual SERIA meu limite? Diante de toda verdade que repito, meu limite nunca chega? Talvez... seria eu ilimitado, arrogante ou maluco? Sou o que sou, fraco, arrogante, soberbo, inteligente, modesto, corajoso e covarde? não parece, mas acho que sim, sou limitadamente covarde, é o meu limite.


Escrito por: Renato Minair Júnior – em grande angústia e desgaste mental ao som das músicas de Scott Stapp

Pare de esperar que o mundo reconheça o que você merece.
O mundo não te deve nada,
mas observa.
E, no silêncio, se curva aos que assumem o próprio destino.
Ele não é justo.
É seletivo.
E seleciona os que agem nas sombras,
não os que choram à luz do dia.

Quem define o seu valor é você.
E quem sustenta esse valor
é sua postura inegociável,
sua disciplina fria,
sua capacidade de agir quando ninguém está vendo…
principalmente quando ninguém está vendo.
Não entregue aos outros a régua do seu destino.
Opiniões são ecos fracos.
Resultados são marcas gravadas em pedra.

Se você acredita que merece mais,
ande como quem já decidiu.
Fale como quem não pede permissão.
Decida como quem aceita as consequências.
Assuma responsabilidade total.
Sem desculpas.
Sem vítimas.
Sem teatro.

A dor pode bater à sua porta,
mas transformar dor em identidade é fraqueza.
Transformá-la em poder… é estratégia.
Use feridas como combustível.
Use o silêncio como campo de preparo.
Use o tempo como lâmina invisível.
Lamentar apodrece.
Decidir transforma.
Ande, mesmo com as pernas tremendo.
E, se for preciso, arraste-se,
porque o medo é uma névoa
que se dissipa quando você avança.

Converse com a sua mente.
Ela é uma entidade que habita você.
Um sussurro constante.
Um conselho oculto.
Mas nunca esqueça:
é você quem escolhe qual voz ela terá.
A voz do fraco, que suplica e recua.
Ou a voz do indomável,
que encara o abismo…
e não pisca.
Alimente a mente com comando,
e ela se tornará aliada.
Alimente-a com dúvida,
e ela se tornará sua prisão.

Seja o lobo
mesmo quando acreditarem que você é uma ovelha indefesa.
O lobo verdadeiro não uiva para provar força.
Ele observa.
Espera.
E age no momento exato.
Você não precisa ser amado para ser respeitado.
Respeito nasce da coerência entre o que você diz
e o que você suporta.
Aprenda a ouvir.
Aprenda a comandar.
O líder constrói e assume a frente.
O idiota grita e cai sozinho.

Busque qualificação constante.
A “sorte” nada mais é
do que a oportunidade encontrando alguém preparado…
e perigoso o suficiente para agir.
No fim, lembre-se:
o que você merece
não está na aprovação de ninguém.
Está do outro lado
da sua decisão firme, silenciosa
e inabalável de conquistar.

"A vida é absoluta, ela tem começo, meio e fim"
Carmem Rita Soethe

De bom dia ao senhor pela manhã, siga o até o entardecer, se despeça ao anoitecer e o aguarde voltar amanhã.

MAMÃE!
Quando pessoas que tanto amamos vão se embora, a vida se torna menos. E para dar continuidade, seguimos sangrando e deixando rastros de esperança de um dia podermos reencontrar. CLARIANO DA SILVA (2018)

Quando chegamos ao ponto de nos conhecermos a nós mesmos (Sócrates IV) a.C. ninguém é capaz de te ofender a não ser você mesmo. O porteiro de sua vida é você, jamais permitas que as nózes alheia fale aquilo que você não é. CLARIANO DA SILVA (2018)

Comprometimento não passa pelo ganho monetário (CLARIANO DA SILVA, 2019).

Quando me encontrei no avesso é que descobri o lado certo da vida (CLARIANO DA SILVA, 2016).

No palco da vida, apaixonamos não o que o outro é, mas sim, o que projetamos (CLARIANO DA SILVA, 2016)

Ao longo dos anos tenho buscado o significado de ser professor. Me deparei com Mario Sergio Cortella que “ser professor é a incapacidade de ficar contido dentro de si”. E descobri ao longo dos anos também que “ser professor não se resume em sala de aula, todos nós sem exceção temos algo a ensinar e aprender (CLARIANO DA SILVA, 2016).

Pai, mãe e irmãos você não escolhe. Mas amigos sim! A vida é feita de escolhas, então se permita trazer ao seu convívio pessoas melhores que você, que agregam, que ensinam e que acima de tudo possam trocar maturidade de vida (CLARIANO DA SILVA, 2019).

Se existe um dilema que acompanha o Direito desde suas origens, é a tensão entre seguir a forma e alcançar o que se entende como justo.

Essa tensão não é um problema recente. Ela aparece desde os sistemas jurídicos mais antigos e continua viva no cotidiano de qualquer operador do Direito. De um lado, o formalismo garante previsibilidade, segurança e estabilidade. De outro, a busca por justiça exige sensibilidade, interpretação e, muitas vezes, certa flexibilidade diante do caso concreto.

Na prática, o Direito vive exatamente nesse equilíbrio instável.

O formalismo jurídico cumpre uma função essencial. Ele organiza o sistema, estabelece regras claras e limita arbitrariedades. Sem forma, o Direito se tornaria imprevisível, dependente exclusivamente da vontade de quem decide. É a forma que impede que decisões sejam tomadas de maneira puramente subjetiva.

Mas o excesso de formalismo pode gerar um efeito colateral importante: decisões tecnicamente corretas que parecem, sob a ótica humana, desconectadas da realidade.

Essa tensão aparece de maneira muito clara em situações processuais em que um detalhe formal pode impedir o exame do mérito. Para alguns, isso representa rigor necessário. Para outros, uma barreira que impede o acesso efetivo à justiça.

Aqui, vale lembrar que o Direito não existe em um vácuo. Ele está inserido em uma realidade social concreta, onde pessoas lidam com conflitos reais, expectativas frustradas e consequências práticas. É nesse ponto que a ideia de justiça ganha relevância.

Uma referência clássica para pensar essa tensão é a obra de Antígona. No conflito entre Antígona e Creonte, temos de um lado a lei do Estado, representada pela ordem formal, e de outro um senso de justiça que transcende a norma escrita. A tragédia não resolve a tensão, mas a expõe de forma profunda: seguir a lei nem sempre elimina o conflito moral.

No mundo moderno, essa discussão ganha novas camadas.

Autores como Lon L. Fuller destacaram que o Direito não é apenas um conjunto de comandos, mas um sistema que depende de certas qualidades internas, como coerência, clareza e aplicabilidade. Para ele, existe uma moral interna do Direito que precisa ser preservada para que o sistema funcione adequadamente. Isso mostra que o formalismo, por si só, não é neutro, ele precisa servir a um propósito maior.

Por outro lado, a busca por justiça também não pode ignorar completamente a forma. Se cada decisão fosse tomada apenas com base em percepções subjetivas de justiça, o sistema perderia consistência e previsibilidade. O Direito deixaria de ser um instrumento de organização social para se tornar um conjunto de decisões casuísticas.

É nesse ponto que a tensão se torna produtiva.

Na prática jurídica, essa dualidade aparece o tempo todo. Um advogado precisa saber quando insistir em um argumento estritamente formal e quando construir uma narrativa que evidencie a justiça material do caso. Um juiz, por sua vez, precisa equilibrar a aplicação da norma com a análise das circunstâncias concretas.

Essa dinâmica pode ser comparada, em termos culturais, a um bom romance realista, como os de Machado de Assis. Em obras como Memórias Póstumas de Brás Cubas, não há respostas simples ou absolutas. As situações são construídas a partir de ambiguidades, contradições e nuances humanas. Da mesma forma, o Direito lida constantemente com casos que não se resolvem apenas pela aplicação mecânica de regras.

Outro ponto relevante é que o formalismo muitas vezes funciona como um filtro institucional. Ele impede que decisões sejam tomadas de forma arbitrária ou influenciadas por fatores externos indevidos. Nesse sentido, a forma protege a própria ideia de justiça, ao garantir que casos semelhantes sejam tratados de maneira semelhante.

Ao mesmo tempo, quando aplicada de forma rígida e descontextualizada, a forma pode se afastar do seu objetivo original. É nesse momento que surge a percepção de injustiça, mesmo quando a decisão está tecnicamente correta.

Essa tensão também pode ser observada em sistemas processuais contemporâneos, onde princípios como razoabilidade e proporcionalidade passaram a ter maior relevância. Eles funcionam como ferramentas que permitem ao intérprete dialogar com a norma, sem romper completamente com o formalismo.

Na prática, o profissional do Direito precisa desenvolver uma espécie de sensibilidade dupla.

De um lado, dominar a técnica, compreender regras, prazos, procedimentos e estruturas formais. De outro, ter capacidade de interpretar o caso concreto, entender os interesses envolvidos e construir soluções que façam sentido não apenas juridicamente, mas também do ponto de vista humano e social.

Talvez a melhor forma de enxergar essa tensão não seja como um conflito a ser resolvido, mas como um equilíbrio a ser administrado continuamente.

O formalismo garante que o Direito exista como sistema. A busca por justiça garante que ele permaneça relevante para a vida das pessoas.

E é exatamente nessa interseção que a atuação jurídica ganha profundidade.

Quando se fala em advocacia, muita gente ainda pensa apenas na ideia clássica de “defender um cliente” em um processo. E isso, embora não esteja errado, é uma visão incompleta.

No mundo contemporâneo, a advocacia assume um papel que vai muito além da atuação individual em conflitos. Ela se posiciona como um elemento de equilíbrio dentro da sociedade, funcionando como uma ponte entre o cidadão, o Estado e as estruturas jurídicas que organizam a vida em comunidade.

Na prática, isso significa que o advogado não atua apenas como representante de interesses privados. Ele também exerce uma função que impacta diretamente a forma como o Direito é aplicado, interpretado e vivenciado na realidade social.

Se pensarmos com um pouco mais de profundidade, o Direito só faz sentido porque organiza relações humanas. E a advocacia é uma das engrenagens que mantém esse sistema em funcionamento. Sem a atuação do advogado, muitos direitos permaneceriam inacessíveis, não por inexistirem, mas por falta de efetividade prática.

Existe aqui um ponto que muitas vezes passa despercebido no início da formação jurídica. O acesso à justiça não é apenas uma questão formal. Não basta que o Direito exista no papel. É necessário que ele seja compreendido, invocado e aplicado de maneira concreta. E o advogado é um dos principais responsáveis por transformar normas abstratas em soluções reais para problemas concretos.

Nesse sentido, a função social da advocacia está diretamente ligada à concretização de direitos.

Quando um advogado orienta um cliente, ele não está apenas prestando um serviço técnico. Ele está ajudando alguém a compreender sua própria posição dentro do sistema jurídico. Quando elabora uma peça, ele não está apenas redigindo um documento. Ele está participando da construção de uma decisão que pode impactar a vida de pessoas, famílias ou organizações.

Essa responsabilidade exige mais do que conhecimento técnico. Exige consciência do papel que se ocupa dentro da sociedade.

Se olharmos para obras clássicas que tratam da condição humana e das relações sociais, como os romances de Dostoiévski, percebemos que os conflitos humanos raramente são apenas jurídicos. Eles envolvem moral, contexto social, limitações econômicas e dilemas existenciais. O Direito, nesse cenário, funciona como uma tentativa de organizar e dar resposta a essas tensões. A advocacia, por sua vez, atua como mediadora entre essas complexidades e a estrutura normativa.

No mundo contemporâneo, esse papel se torna ainda mais relevante.

Vivemos em uma sociedade marcada por relações cada vez mais complexas, por mudanças rápidas e por uma crescente judicialização de conflitos. Nesse contexto, o advogado precisa não apenas dominar normas, mas também compreender dinâmicas sociais, econômicas e comportamentais.

A função social da advocacia também se manifesta na preservação do equilíbrio institucional. Ao atuar dentro dos limites éticos e legais, o advogado contribui para a legitimidade do sistema de justiça. Ele ajuda a evitar abusos, garante que as partes sejam ouvidas e assegura que decisões sejam tomadas com base em um contraditório efetivo.

Isso significa que a atuação do advogado tem impacto não apenas no caso específico, mas no funcionamento do sistema como um todo.

Outro aspecto importante é o papel do advogado na redução de assimetrias.

Nem todos os indivíduos possuem conhecimento técnico suficiente para compreender plenamente seus direitos e obrigações. O advogado atua justamente como um agente que reduz essa desigualdade informacional, permitindo que mais pessoas tenham condições reais de acessar a justiça e tomar decisões conscientes.

Na prática, isso se traduz em orientar corretamente o cliente, explicar cenários possíveis, apontar riscos e sugerir caminhos viáveis. É uma atuação que combina técnica com responsabilidade social.

Também vale destacar que a advocacia contemporânea exige uma postura mais ampla do que no passado. Não basta ser apenas um operador técnico do Direito. É necessário desenvolver habilidades de comunicação, empatia, análise estratégica e compreensão do contexto em que o cliente está inserido.

No fim, a função social da advocacia não é algo abstrato ou distante da prática. Ela está presente em cada atendimento, em cada orientação, em cada peça e em cada decisão tomada pelo profissional.

Talvez a forma mais simples de resumir essa ideia seja a seguinte: o advogado não atua apenas para resolver problemas individuais, mas também para contribuir com a manutenção de um sistema que busca organizar a convivência social de maneira justa e funcional.

E quanto mais consciente o profissional estiver desse papel, maior tende a ser não apenas a qualidade da sua atuação, mas também o impacto que ele é capaz de gerar ao longo da sua carreira.

Caso deseje bater um papo mais aprofundado sobre isso, poste um comentário e eu entrarei em contato com você.

1° Soneto: A Voz Interna


Visão Embaçada


Oh não... Estou caindo.
Gritando até rasgar o peito.
A minha visão sumindo,
Revela-me que não há outro jeito.


Tudo o que tenho feito
Não terá nenhum sentido.
Sei que só tenho vivido
Acreditando ser imperfeito.


Agora não há mais
Como voltar atrás
E escolher outro caminho
O meu futuro está longe demais
O meu presente, agora, tanto faz.
Estou me afogando sozinho.


Tsharllez Foucallt.

A vida são fases, só não passa que morre, pois os vivos serão arrastados para a próxima.