No Silencio da Noite Sinto sua falta

Cerca de 208442 frases e pensamentos: No Silencio da Noite Sinto sua falta

E para cada noite haverá um dia..
Para cada lágrima haverá um riso..
Amanhã é outro dia,
nada como um dia apos o outro,
Dias melhores virão...certamente..
virão!


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Inserida por ssolsevilha

O que sonhei naquela noite, eu não paro de pensar
Não me via nesse mundo, pois estava noutro lugar

Numa sala muito grande, muita gente a observar
Só depois que me sentei, que começaram a se sentar

Um homem a minha frente, chorando começou a falar
Jurava sua inocência e que tinha filhos a sustentar

Perplexos por alguns segundos, comecei a desconfiar
Que ali era um juiz, que o pobre homem eu iria ter que julgar

O desespero me deixou tremulo, pela responsabilidade de legislar
Minha consciência se confundia, entre absolver e condenar.

Pedi então a Deus, para dali ele me tirar
Atendendo meu apelo, ao meu mundo me fez voltar.

Despertando em meio aos prantos, ajoelhei e comecei orar
Prometi ao Pai amado, que nunca mais, ninguém, eu irei julgar

Inserida por JulioRamos

mãe um dia lindo de sol sem você parece uma escura noite a chover

Inserida por leiliany

Um dia de alegria noite de solidão e assim fica meu coração!

Inserida por leiliany

A quem afirme que para o dia nascer, a noite a de morrer, para nascer o calor, é o frio quem vai morrer, nascendo o ódio, o amor quem vai falecer... Todavia, não creio que a morte exista pois morrer, é deixar de existir simultaneamente, logo, meu pensamento esta voltado em que, toda criação segue continuamente no ciclo da vida, e “tudo” apenas muda de lugar.

Inserida por JulioRamos

Se a madrugada sede o lugar à noite, que sede o lugar à tarde, que sede o lugar à manhã que sede o lugar à madrugada para que se forme o tempo; Por que insiste em não permitir que a tristeza seda lugar a alegria, para que se forme o ciclo de sua vida ?
Julio Ramos da Cruz Neto

Inserida por JulioRamos

O dia e a noite, que controlam a idade do tempo.
O sol e a chuva, que controlam o estado do tempo.
O calor e o frio, que controlam a temperatura do tempo.
O vento e o vácuo, que controlam a pressão do tempo.
O ar e a água, que controlam a umidade do tempo.
O homem e a mulher, que controlam o sentido do tempo.
Entretanto...Sem o ser, evoluindo no tempo.
Deixaria de ter finalidade, todo o tempo do tempo.

Inserida por JulioRamos

Essa noite sonhei com meu inimigo e sabe o que mais me assustou ? É que ele se parecia muito comigo....

Inserida por JulioRamos

Uma, apenas uma lágrima!

(Luís Felipe)

Naquela noite,
Todos já estavam dormindo.
Me levantei, fui até a cozinha.
Abri a janela e comecei a observar...
Céu nublado, escuro, poucas estrelas visíveis.
Terra úmida, plantas regadas.
Aquele aroma pós chuva.
Olhei para algo e...uma lembrança!
Fechei a janela, sentei na cadeira e,
Só conseguia ouvir o motor da geladeira
E o tictac do relógio que iam sumindo aos poucos.
Me perdi nos pensamentos.
Quando me dei conta,
Estava lá, sentando, sozinho,
Corpo anestesiado, olhar fixo no nada,
Coração pulsando e...
Não entendi o por que:
Uma, apenas uma lágrima!

Inserida por LuisFelipeSSilva

“AS SETE LÁGRIMAS... DE PAI PRETO”
(Completa)

Foi uma noite estranha aquela noite queda; estranhas vibrações afins
penetravam meu Ser Mental e o faziam ansiado por algo, que pouco a pouco se
fazia definir...
Era um quê desconhecido, mas sentia-o, como se estivesse em comunhão com
minha alma e externava a sensação de um silencioso pranto...
Quem do mundo Astral emocionava assim um pobre “eu”? Não o soube, até
adormecer...e “sonhar”...
Vi meu “duplo” transportar-se, atraído por cânticos que falavam de Aruanda,
Estrela Guia e Zambi; eram as vozes da Senhora da Luz-Velada, dessa Umbanda
de Todos Nós que chamavam seus filhos-de-fé...
E fui visitando Cabanas e Tendas, onde multidões desfilavam... Mas, surpreso
ficava, com aquela “visão” que em cada uma eu “via”, invariavelmente, num
canto, pitando, um triste Pai-preto chorava.
De seus “olhos” molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pelas faces, e não
sei por que, contei-as... foram sete. Na incontida vontade de saber, aproximei-me
e interroguei-o: fala, Pai-preto, diz a teu filho, por que externas assim uma tão
visível dor?
E Ele, suave, respondeu: estás vendo essa multidão que entra e sai? As
lágrimas contadas, distribuídas, estão dentro dela...
A primeira eu a dei a esses indiferentes que aqui vêm em busca de distração,
na curiosidade de ver, bisbilhotar, para saírem ironizando daquilo que sua mente
ofuscada não pode conceber.
Outra, a esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na
expectativa de um “milagre” que os façam “alcançar” aquilo que seus próprios
merecimentos negam.
E mais outra foi para esses que crêem, porém, numa crença cega, escrava de
seus interesses estreitos. São os que vivem eternamente tratando de “casos”
nascentes uns após outros...
E outras mais que distribui aos maus, aqueles que somente procuram a
Umbanda em busca de vingança, desejam sempre prejudicar a um ser
semelhante – eles pensam que nós, os Guias, somos veículos de suas mazelas,
paixões, e temos obrigação de fazer o que pedem... pobres almas, que das brumas
ainda não saíram.
Assim, vai lembrando bem, a quinta lágrima foi diretamente aos frios e
calculistas – não crêem, nem descrêem; sabem que existe uma força e procuram
se beneficiar dela de qualquer forma. Cuida-se deles, não conhecem a palavra
gratidão, negarão amanhã até que conheceram uma casa de Umbanda...
Chegam suaves, têm o riso e o elogio à flor dos lábios, são fáceis, muito fáceis;
mas se olhares bem seu semblante verás escrito em letras claras: creio na tua
Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se venceram “meu
caso”, ou me curarem “disso ou daquilo”...
A sexta lágrima eu dei aos fúteis que andam de tenda em Tenda, não
acreditam em nada, buscam apenas aconchegos e conchavos; seus olhos revelam
um interesse diferente, sei bem o que eles buscam.
E a sétima, filho, notaste, como foi grande e como deslizou pesada? Foi a
ÚLTIMA LÁGRIMA, aquela que “vive” nos “olhos”de todos os orixás; fiz
doação dessa aos vaidosos, cheios de empáfia, para que lavem suas máscaras e
todos possam vê-los como realmente são...
“Cegos, guias de cegos”, andam se exibindo com a Banda, tal e qual
mariposas em torno da luz; essa mesma LUZ que eles não conseguem VER,
porque só visam à exteriorização de seus próprios “egos”...
“Olhai-os” bem, vede como suas fisionomias são turvas e desconfiadas;
observai-os quando falam “doutrinando”; suas vozes são ocas, dizem tudo de
“cor e salteado”, numa linguagem sem calor, cantando loas aos nossos Guias e
Protetores, em conselhos e conceitos de caridade, essa mesma caridade que não
fazem, aferrados ao conforto da matéria e à gula do vil metal. Eles não têm
convicção.
Assim, filho meu, foi para esses todos que viste cair, uma a uma, AS SETE
LÁGRIMAS DE PAI-PRETO!
Então, com minha alma em pranto, tornei a perguntar: não tens mais nada a
dizer, Pai-Preto? E, daquela “forma velha”, vi um véu caindo e num clarão
intenso que ofuscava tanto, ouvi mais uma vez...
“Mando a luz da minha transfiguração para aqueles que esquecidos pensam
que estão... ELES FORMAM A MAIOR DESSAS MULTIDÕES”...
São os humildes, os simples; estão na Umbanda pela Umbanda, na confiança
pela razão... SÃO OS SEUS FILHOS-DE-FÉ.
São também os “aparelhos”, trabalhadores, silenciosos, cujas ferramentas se
chamam DOM e FÉ, e cujos “salários” de cada noite... são pagos quase sempre
com uma só moeda, que traduz o seu valor numa única palavra – a
INGRATIDÃO...

Inserida por Delucareal

Essa noite eu fiz tudo, menos dormir. Se dormi 1h seguida foi muito. Pensamento em você numa violência. Que ficou impossível de pregar o olho. Minha criatividade me deixou acordado. E só pensava nos seus beijos. Ouvindo música sem parar. Escrevendo sem parar.

Te querendo do meu lado sem parar. Te amando em pensamento.

Jota Cê

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Inserida por Nectardaflor

Mais outro sonho:

Era de noite e eu estava num lugar que parecia uma casa, só que sem teto... dava pra sentir o vento forte da noite. Eu passando de um cômodo pro outro te vi, te abracei forte, parecia que a gente não se via há séculos... foi um abraço demorado, de coisas ditas no ouvido só que não lembro o que... te soltei, nos olhamos, você pegou no meu braço e me levou pra um outro cômodo... quando estávamos passando pela porta você pegou na minha mão e acariciou com força e passou o dedo médio na palma da minha mão... sabe, nessa hora meu coração acelerou como se fosse real mesmo... senti a mesma sensação de quando estamos aqui, sentindo o que sempre sentimos... e quando você fez isso, eu olhei pra você, com o coração na boca e disse: não faz assim... você já estava se encostando na parede me puxando pra junto de você... daí acordei.

Jota Cê

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Inserida por Nectardaflor

Você foi a minha inspiração para um sono mais que tranquilo, que tive essa noite. Lembranças de uma tarde que eu nem sei mais definir. Que na hora que deitei, essas lembranças eram fortes, vinham uma atropelando a outra e com o passar do tempo vinham mais lentamente... acho que quando fica lento assim é porque o sono já está na gente. Dormi assim, pensando em você. E morto na cama, todo estirado, abraçado com um travesseiro do lado e aquela nossa vontade veio. Sabe qual?

Jota Cê

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Inserida por Nectardaflor

Essa noite aqui deitado
Na minha cama de sonhos
Ventilador ligado
Pensando em voz alta
Certos momentos não são
Como deveriam ser
Se não estou com você
De fato
Estou te chamando
Logicamente

Você aceitou a entrega
A rendição
Lutava mais e mais
Porque você me adorava
Eu não consigo ficar sem você
De fato
Estou te chamando
Logicamente

Se você estiver ouvindo esse meu chamado
Eu vou correndo pra junto de você
Se o seu pensamento vir até mim
Então o meu pensamento irá até você

Seu coração se tornou (o) meu

Jota Cê

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Inserida por Nectardaflor

vç é as estrelas, o sol, e o mar, do cêu é a beleza da
noite o luar.

Inserida por marin

Abraça-me
que está noite quero dormir perto do céu..!


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Inserida por ssolsevilha

Essa noite eu sonhei que cantarolando e sorrindo, Jesus veio trazer-me o entusiasmo que havia perdido naquele dia em que por segundos, me fiz insano e arredio.

Inserida por JulioRamos

III {a noite...} [íntegra]
A lua nova fez-me a noite ficar mais longa. Eu encabulado por querer e não ser, por buscar e não achar, desenhei um castelo onde imperava aquela rainha que me faria por toda a vida conhecer a sua paz. Num delicado copo depositei o que eram esperanças, para encontrar no prato não só o deleite do meu apetite, mas a alegria de ficar à mesa, de comungar do que não é simplesmente carnal, humano e limitado, mas totalmente transcendente e vivente, imortal e incontável. Ela como que aos poucos foi se mostrando, enquanto eu ainda acordava meus sonhos por coisas imensas. Sim quão belo foi encontrá-la, assim sorrateiramente, à porta de minha tenda, vê-la estender sobre mim seus braços abertos, e eu querendo a imitar para sermos só um outra vez.

Nas sombras do passado apareciam grandes feras que intentavam contra nossa união, ela ria de mim como que caçoando, porque eu tolo como sempre me arrazoava com aquilo que já não existia a não ser na memória e no tempo sem regresso. Assim ficamos, e ela brincava comigo e me dizia insistentemente que olhasse para ela com paixão de agora, enquanto eu preso com insatisfação do ontem me acusava toda hora de não ser digno dela, de nunca poder conhecê-la.

E nós nos conhecemos, quem diria que não? Quem negaria que ela veio quando tudo se passou contrário ao que lhe traria? Ela veio e me ajudou a amar meu passado sem que me desfizesse dele, ela me encantou tão gravemente que fiquei doente crônico por suas graças. Ela me fez caminhar, não só pelas sombras, mas por tudo o que dava medo até no sol do meio dia. Quão agradável se mostrou me fazendo irromper para além das minhas mazelas, me levando para os campos de trigo maduros que se apoiam na força do vento para bailar sem receios. Me conduziu por estradas de chão, por caminhos tão sinuosos que me fazem ver outras belezas no caminho, que se vão para trás um passo a cada passo que dou para frente. Me fez aperceber que ater-se ao passado é parar durante o percurso para olhar o que se tem deixado sem continuar andando, ao passo que o horizonte me convida a novas razões para ir.

Eu não quero deixa-la jamais, mesmo que me cortem todos os membros, não quero perdê-la, pois sei o que me custou, e não só por isso, porque mesmo que nada custasse somente a queria sem porquês.

Inserida por nandoxto

À noite cai
a mascara do bem,
o qual não se faz.

Satisfaz!

Sacia a carne
de energia negativa
dos maus, de lugares banais.

Satisfaz!

Ao dia
fecha os olhos.
Cansado pelos momentos
a alma perde tudo, pede paz.

Satisfaz!

Inserida por Cleibson

⁠"A solidão da noite é o que me faz bem,
talvez isto seja o que me faz não dormir as noites
Por alguma razão, "escutar" o silêncio é o que me torna alguém
Doloroso é ser alguém de verdade, que só pensa na mente dos outros
Então espero que a calada de tal noite, nunca se encerre
Junto do cessar do sol, eu me alegro, meu sorriso de desespero domina meu rosto
com um falso sentimento de alegria eu me iludo de quem sou.
Grite, debate, lamente; A noite irá te ouvir, as pessoas não
Pois realmente a única coisa e alguém que te ouve, é o silêncio"

Inserida por SamanthaWilliams