Ninguem se Encontra por Acaso

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"Quando um homem carrega amor no peito, ele aguenta o mundo nas costas — e ninguém vê o peso."

“Ninguém quer saber o porquê — só quem sangrou.”

"A distração rouba o presente — e ninguém nota o assalto."

“Na guerra, ninguém vence. Só descobrimos quem fica ao seu lado até o último disparo.”

“Nada supera viver sem que ninguém saiba o que você está fazendo.”

“Ninguém pode ser Deus, pois seus atributos incomunicáveis — como autoexistência, eternidade e onipotência — pertencem somente a Ele; mas podemos ser como Ele, refletindo em nós, de forma limitada, seus atributos comunicáveis, como amor, santidade, fidelidade e bondade.”

Formatura:


"Aplausos são fáceis. Difícil é sustentar aquilo que ninguém vê. Esse anel não pesa no dedo; não é símbolo de saber, é lembrança de responsabilidade."

“A verdadeira sabedoria fala baixo, porque não precisa provar nada a ninguém.”

"Há frases que parecem profundas apenas porque ninguém se deu ao trabalho de perguntar o que, de fato, significam."

“O caráter não está em não desprezar ninguém, mas em não permitir que o desprezo pelo outro corrompa quem você é.”

"Trabalho não falta pra ninguém, o que falta é salário."

"Não desejo mal a ninguém: que o diabo queime no inferno, mandá-lo para o céu seria uma tortura."

"Ninguém quer ser amigo de mendigo."

"Vivo entre risos, aventuras e pensamentos que ninguém entende, mas todo mundo sente."

Você não quer o centro.
Quer coerência.
Quer paz que não dependa de ninguém te entender.

Se achar mais e ser difícil não obriga ninguém a se diminuir para caber no seu mundo.
Só afasta oportunidades e expulsa pessoas boas do caminho.

Ela é brava, temperamental, sabe o que quer, não se diminui para caber no mundo de ninguém, em seu dia mais sublime, o estado alterado de consciência à revela, fêmea selvagem, das que encantam e assustam....

Ela anda como quem não pede licença
e fala como quem já decidiu não agradar.
Quando entra em silêncio, o ar muda.
Quando sorri, não é promessa, é aviso.
Não se explica.
Não se desculpa por ser intensa.
Carrega cicatrizes como medalhas discretas
e desejo como fogo que não pede permissão para existir.
Tem algo de antigo nela,
uma memória de mata fechada,
de lua cheia observando de longe,
de quem sabe fugir e sabe ficar,
mas só fica se for inteiro.
Encanta porque é viva.
Assusta porque não se dobra.
E quem chega perto
precisa entender uma coisa simples e dura:
ela não é para ser domada,
é para ser respeitada.
Se tentar menos que isso,
ela vira vento
e some sem olhar pra trás.

Ninguém nasce forte, a gente vira, no atrito entre a dor e a decisão de continuar.

Na rede ninguém é um só.
Somos versões. Fragmentos. Edições constantes do que a gente acha que o mundo tolera ver.

Você chamou de ausência.

Mas ninguém percebe
quando a pessoa
está desaparecendo
por dentro.