Ninguem se Encontra por Acaso

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"O Filho do homem chegará quando ninguém mais estiver esperando"

Nem tudo lhe cai bem
É um risco que se assume
O bom é não iludir ninguém

Há quem ache exagero, drama, fraqueza.
Mas ninguém imagina o inferno que é existir entre dois extremos que se devoram:
a apatia da depressão e o caos da ansiedade.

De um lado, um vazio que te puxa para baixo, que apaga cores, vontades, sentidos.
A vida perde o gosto, o brilho, o nome.
Nada interessa, nada empolga, nada move.
Você sabe que está ali, respirando — mas é como se não estivesse em lugar nenhum.

Do outro lado, uma mente que não para.
Pensamentos atropelados, exigências que se acumulam, cobranças que nunca cessam.
Um corpo implorando por descanso, pedindo dias inteiros de sono, semanas de silêncio,
mas forçado a continuar funcionando como se nada estivesse acontecendo.

Entre esses dois mundos, existe o burnout.
A exaustão que não vem só do trabalho, mas do peso de existir quando tudo dói.
É quando o corpo quebra, quando a alma grita, quando não há mais força para fingir.
É quando você percebe que passou tempo demais segurando o mundo com as próprias mãos
e agora mal consegue segurar a si mesma.

E ninguém vê.
Porque por fora você continua andando, respondendo, vivendo.
Mas por dentro… por dentro é um campo de batalha.
Um fogo lento que consome sem fazer barulho.

O que assusta não é só a depressão que apaga,
nem a ansiedade que acelera.
É viver presa entre as duas, sem parar, sem descanso, sem lugar seguro.

É pedir ajuda para dentro e ouvir só o eco.
É pedir sono ao corpo e receber insônia.
É pedir paz e receber pensamentos que machucam.

Esse é o inferno que ninguém entende — o inferno de continuar de pé quando tudo em você já caiu.

Eu não estou neste mundo para viver correspondendo às expectativas de ninguém, nem acho que o mundo deva corresponder às minhas.

Eu gritei, ninguém me ouviu
Tentei fugir, ninguém me viu
Correndo pro céu
Quem vai se importar?
Me dá a mão e vem comigo!
Apaga a luz e vem comigo!
Correr pelo céu nas estrelas tocar!
Vai ser bem melhor....

Você não precisa provar nada a ninguém, só a você mesmo.

Não adianta tentar mudar quem não quer ser mudado. Ninguém muda ninguém. As pessoas não mudam com cobrança constante, mas sim com exemplos.

Eu sei que é difícil, eu sei que eu errei, mas ninguém é perfeito. Quando você puder me perdoar, eu irei te agradecer. Eu só queria uma chance para te provar o carinho imenso que sinto por você. Lembra daquela vez que corremos de madrugada pela calçada, gritando? Lembra quando fomos andar de bicicleta no parque e um garoto te olhou e te xingou, lembra o que fizemos com ele? São tantas lembranças inabaláveis, lembranças que eu jamais esquecerei. Você é minha, só minha melhor amiga, e não importa, eu te amo.

Nunca espere nada de ninguém, nunca espere que as pessoas irá fazer por você o mesmo que vc faz pra elas, as pessoas costuma não valorizar quem as querem bem.

Na sociedade de consumidores, ninguém pode se tornar sujeito sem primeiro virar mercadoria, e ninguém pode manter segura sua subjetividade sem reanimar, ressuscitar e recarregar de maneira perpétua as capacidades esperadas e exigidas de uma mercadoria vendável.

“Olhando assim, ninguém diz. Mas há toda uma explicação do porquê eu ser desse jeito. Só eu mesmo, que sempre estive comigo, aguentando as barras, as rupturas, os socos na cara. ”

Ninguém morre. O aperfeiçoamento prossegue em toda parte. A vida renova e eleva os quadros múltiplos de seus servidores, conduzindo-os, vitoriosa e bela, à União suprema com a Divindade...

Eu sou o livro que
ninguém quer ler, a
música que ninguém
quer ouvir, o filme que
ninguém quer ver. Eu
sou a poesia sem
sentido, o texto sem
pontuação, o erro sem
solução. É, eu sou.

Tenho saudades

Saudades de minha infância sapeca, onde ninguém me aguentava;
Saudades do tempo da escolinha, que minha mãe ia me buscar e eu queria ficar mais;
Do tempo em que os adultos faziam trabalhos longe de mim, mas que eu sempre acabava descobrindo e queria fazer junto;
Saudades de minhas travessuras, aquelas inesquecíveis que quando lembro me mato de rir;
Saudades dos finais de semana que passava no sítio, na casa da vovó, das pessoas que cuidavam de mim para eu não aprontar, mas não adiantava.
Das tantas vezes que eu e minha prima brincávamos, brigávamos e aprontávamos muito.
Saudades do tempo que tudo era brincadeira;
Saudades do tempo em que com um pedaço de madeira tentava alcançar o céu;
Daquele tempo em que eu não precisava preocupar-me com nada;
Do tempo em que eu só aprontava na escola, que as professoras chamavam minha mãe na escola, do tempo em que elas não podiam me ver que se desesperavam;
Do tempo em que antes de dormir rezava pro “Anjinho da Guarda” me cuidar, do tempo em que eu tinha medo dos mortos e do escuro;
Saudades do tempo que minha mãe me proibia de assistir “Chaves”, que eu adorava assistir o “Pica-Pau”, melhor desenho que já existiu;
Saudades do tempo que eu queria ser médico, jornalista, advogado, padre...;
Saudades do tempo em que eu não precisava trabalhar e mesmo assim queria e que odiava ter que acordar cedo para ir pra aula;
Saudades do tempo em que as professoras corriam atrás de mim;
Do tempo em que tudo era fantasia;
Do tempo que me escondia para não me acharem;
Saudades do tempo que eu quebrava os canos d’água na casa da vovó;
Saudades...;
Saudades do tempo em que era feliz e não sabia;
Do tempo em que ser “Grande” é que era ser feliz;
Saudade do tempo em que tirava as rédeas do cavalo pra ele beber água e ele fugia de mim;
Saudade dos sábados que passava na casa da minha avó e meu avô me chamava pra almoçar, ou então quando saia de caminhão com o vovô e só incomodava ele;
Do tempo que ligava os carros sem saber dirigir;
Saudades do tempo que eu pensava que a vida era um sonho onde eu tinha dormido e não conseguia acordar;
Saudades do tempo em que eu adorava tocar violão;
Do tempo que desmanchava o rádio pra arrumar ele, mesmo quando não estava estragado, mas depois sim que estragava;
Hoje olho pra trás e vejo que era feliz e não sabia, não sabia aproveitar a fase melhor da vida, e se pudesse voltar atrás, nossa, com certeza teria aprontado muito mais do que eu aprontei, teria aproveitado melhor cada momento;
Hoje sei que o tempo não volta e que basta agora é viver cada momento da melhor forma possível;
Hoje as pessoas olham pra mim e nem imaginam o quanto eu fui uma criança rebelde;
Quando olham pra mim, vêem uma pessoa forte, sempre sorridente e incapaz de magoar alguém;
Vêem uma pessoa cheia de sonhos, que não sabe se poderá realizar todos, mas que fará o possível para realizá-los.
Fui feliz, sou feliz e se ajudei apenas uma pessoa a ser feliz, valeu a pena ter vivido.
Faço minhas as palavras de um dos maiores poetas de nossos tempo, Mário Quintana: “Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena”.

Ela é guerreira
Ela vai e ela vem ela não anda na sombra de ninguém
Ela é guerreira
Ela levanta a cabeça e mostra que bem mais que corpo é o que ela tem
Ela é guerreira ela vive ela morre todo dia, mas renasce também ela é guerreira ela é mulher ela é brasileira.

Ninguém transforma um demônio em um anjo, mas um anjo pode virar demônio facilmente.

A sociedade está em um nível que cada um é tão cada um que dane-se o outro, e ninguém aguenta ouvir a verdade, pois posso estar falando isso aqui, mas no final quem não sabe?!

Mas meus sonhos eram só meus; não os contei para ninguém; eles eram meu refúgio quando estava aborrecida – meu maior prazer quando estava livre.

Não vá embora, fique um pouco mais… Ninguém sabe fazer o que você me faz. É exagero, e pode até não ser, o que você consegue ninguém sabe fazer.

Não fiquem devendo nada a ninguém. A única dívida que vocês devem ter é a de amar uns aos outros.